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Azerbaijão autoriza importação de carnes brasileiras e amplia parceria comercial
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As autoridades sanitárias do Azerbaijão autorizaram a entrada de produtos cárneos termoprocessados do Brasil. A decisão abrange carnes de aves, bovinos, caprinos, ovinos e suínos, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro em novos mercados internacionais.
Avanço nas exportações brasileiras
Com a nova abertura, o Brasil soma 442 acessos a mercados desde 2023, em um total de 72 destinos diferentes. O resultado reflete a estratégia de ampliação da pauta exportadora nacional, com foco em alimentos e proteína animal.
Relações comerciais em crescimento
O Azerbaijão, localizado na região do Cáucaso e com população de aproximadamente 10,2 milhões de habitantes, tem ampliado os laços comerciais com o Brasil. Em 2024, as exportações brasileiras ao país ultrapassaram US$ 21 milhões, com destaque para carnes, produtos florestais e outros itens de origem animal.
Esforço conjunto do governo brasileiro
Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), os avanços são fruto da atuação integrada com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que vêm negociando a abertura de novos mercados e reforçando a posição do Brasil como fornecedor estratégico de alimentos no cenário global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Geadas, quebra de safra e retenção de oferta elevam preços do feijão a máximas históricas no Brasil
O mercado brasileiro de feijão vive um dos momentos mais tensionados dos últimos anos, impulsionado pela combinação entre redução de área plantada, atraso na colheita da segunda safra, impactos climáticos e retenção da oferta pelos produtores. O cenário já provoca disparada nas cotações do feijão carioca e acelera também a valorização do feijão preto nas principais regiões produtoras do país.
Segundo análise de Safras & Mercado, o ambiente atual é típico de forte estresse de oferta, especialmente diante da dificuldade crescente de encontrar lotes superiores com padrão exigido pelas empacotadoras.
Geadas e atraso da colheita sustentam alta do feijão carioca
O feijão carioca concentrou as maiores pressões de alta ao longo da semana. A comercialização passou a ocorrer, em muitos momentos, apenas por amostras, refletindo a baixa disponibilidade de mercadoria de qualidade no mercado físico.
As referências do feijão nota 9 EL oscilaram entre R$ 495 e R$ 510 por saca CIF em São Paulo. No interior paulista, negócios já começam a testar o patamar de R$ 500 por saca FOB na origem.
O principal foco de preocupação do mercado continua sendo o Paraná, principal produtor da segunda safra. O estado registrou redução de 37% na área cultivada, enquanto a colheita segue bastante atrasada em relação ao ano passado.
Até o momento, apenas 20% da área foi colhida, contra 45% registrados no mesmo período da safra anterior.
Além do atraso, as geadas ocorridas em importantes regiões produtoras ampliaram os temores sobre perdas qualitativas, redução do rendimento de peneira e escurecimento dos grãos, fatores que comprometem diretamente o padrão comercial do produto.
O mercado avalia que o problema atual não se limita apenas ao volume produzido, mas principalmente à escassez de feijão de alta qualidade disponível para a indústria empacotadora.
Produtores seguram vendas e varejo opera com cautela
Mesmo com desaceleração das negociações nos últimos dias, o mercado segue sem pressão consistente de baixa.
As indústrias continuam comprando apenas para reposição imediata, enquanto produtores mais capitalizados mantêm postura firme de retenção da mercadoria, apostando em novas valorizações.
O varejo, por sua vez, monitora com cautela a capacidade de absorção do consumidor diante dos preços recordes nas gôndolas.
Ainda assim, analistas avaliam que a estrutura do mercado permanece amplamente altista no curto prazo, especialmente se houver novos problemas climáticos ou atrasos adicionais na entrada da safra.
Feijão preto ganha força e entra em novo ciclo de valorização
A forte disparada do feijão carioca também provocou mudanças importantes no mercado do feijão preto.
Com a migração parcial do consumo para alternativas mais acessíveis, o feijão preto registrou avanço significativo da demanda, reduzindo estoques e elevando a agressividade dos compradores nas principais praças produtoras.
As referências FOB subiram de forma expressiva ao longo da semana. No interior de São Paulo, os preços romperam os R$ 260 por saca. No Paraná, os negócios oscilaram entre R$ 235 e R$ 250 por saca, enquanto o Oeste de Santa Catarina já registra valores acima de R$ 230.
Em alguns negócios envolvendo lotes superiores, o mercado já começa a testar pedidas próximas de R$ 300 por saca.
Oferta apertada amplia preocupação com abastecimento
O mercado também passou a incorporar risco crescente de escassez futura para o feijão preto.
Assim como ocorre no carioca, o Paraná enfrenta retração de área, atraso na colheita e impactos provocados pelas geadas recentes.
Além das perdas de produtividade, cresce a preocupação com a qualidade final dos grãos, especialmente em áreas atingidas por frio intenso seguido por excesso de umidade.
Apesar do ritmo mais lento das negociações nos últimos pregões, o viés segue claramente positivo.
Corretores continuam elevando gradualmente as pedidas, enquanto produtores demonstram pouca disposição para vendas imediatas.
Ao mesmo tempo, o varejo tenta administrar os impactos da alta do feijão carioca, movimento que favorece parcialmente o avanço do feijão preto nas gôndolas e em ações promocionais.
Mercado monitora consumo e possibilidade de novas máximas
A percepção predominante entre agentes do setor é de que o mercado do feijão entrou em uma nova fase de valorização estrutural, sustentada por fundamentos físicos cada vez mais apertados.
Com oferta restrita, estoques reduzidos e riscos climáticos ainda presentes, o setor acompanha atentamente a reação do consumidor e a evolução da colheita da segunda safra.
Caso ocorram novos problemas climáticos ou atrasos adicionais no avanço da safra, o mercado poderá registrar novas máximas históricas nas próximas semanas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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