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Bioestimulantes à base de algas fortalecem fruticultura contra estresses climáticos e ampliam competitividade

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A fruticultura desempenha um papel fundamental na agricultura brasileira e em diversos países da América do Sul, com destaque para culturas como banana, melão, laranja, manga, uva e mamão. Essas frutas movimentam significativamente o mercado interno e têm forte presença no comércio internacional. Em 2023, por exemplo, o Brasil exportou mais de US$ 1,3 bilhão em frutas.

Desafios climáticos afetam a produção em larga escala

Apesar do bom desempenho no mercado, os produtores de frutas enfrentam desafios recorrentes, principalmente relacionados às variações bruscas de temperatura — seja por calor excessivo ou frio intenso. Esse cenário torna necessário o uso de soluções tecnológicas que ajudem as plantas a se adaptarem melhor aos estresses ambientais.

Extratos de algas marinhas ganham espaço como aliados naturais

Uma dessas soluções é o uso de bioestimulantes naturais à base da alga marinha Ascophyllum nodosum. Esses produtos são ricos em compostos bioativos e têm se consolidado como aliados estratégicos para culturas frutíferas, oferecendo diversos benefícios fisiológicos às plantas.

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Principais benefícios do uso de bioestimulantes de algas

Pesquisas demonstram que os extratos de Ascophyllum nodosum promovem:

  • Resistência a temperaturas extremas, tanto ao calor quanto ao frio moderado;
  • Desenvolvimento do sistema radicular, com raízes mais profundas e eficientes na absorção de água e nutrientes;
  • Equilíbrio hormonal, regulando substâncias como o ácido abscísico e o etileno, importantes para o processo de frutificação;
  • Estímulo ao crescimento vegetativo e melhoria da qualidade comercial dos frutos.
Uso estratégico em culturas tropicais de alto valor

Frutas como banana, manga e laranja — cultivadas em áreas suscetíveis à seca ou umidade excessiva — se beneficiam diretamente do uso desses bioestimulantes. Em condições adversas, os compostos ajudam a manter o metabolismo das plantas ativo, favorecendo o desenvolvimento e o rendimento da produção.

Sustentabilidade e alinhamento com o mercado internacional

Além dos ganhos agronômicos, o uso contínuo de bioestimulantes de algas está em consonância com práticas agrícolas sustentáveis, uma exigência crescente nos mercados internacionais. Isso reforça a vocação exportadora da fruticultura brasileira e amplia a competitividade das frutas tropicais no cenário global.

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Inovação e adaptação para uma agricultura resiliente

Diante das mudanças climáticas e das exigências do mercado, tecnologias como os extratos de Ascophyllum nodosum não apenas inovam a gestão agronômica, mas também representam uma estratégia inteligente para garantir a sustentabilidade e a resiliência da fruticultura nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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FAO en Alter do Chão: Gobierno de Brasil participa en los debates sobre el sector de la acuicultura

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El Ministerio de Pesca e Aquicultura (MPA) estuvo presente este lunes (10) en Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), representado por el ministro Edipo Araujo. Él participó en el evento organizado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), con el apoyo de INFOPESCA y la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta es la primera vez que este evento se realiza en el municipio.

El ministro participó en el taller “Estado y perspectivas futuras de las principales especies de peces comerciales cultivadas en la cuenca amazónica”. La iniciativa busca intercambiar conocimientos técnicos actualizados, analizar desafíos comunes y explorar oportunidades de cooperación regional enfocadas en el desarrollo sostenible de la acuicultura de especies nativas. El enfoque abarca especies nativas de alto valor productivo y comercial, como el tambaqui (Colossoma macropomum), el pirarucú (Arapaima gigas), el pacú y el paco (Piaractus spp.), el matrinxã (Brycon spp.), el bagre amazónico (Pseudoplatystoma spp.), así como variedades híbridas.

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FAO
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Foto: Cláudio Braga

En consecuencia, el taller contribuye a la elaboración de recomendaciones para el sector. “Actualmente, la acuicultura brasileña alcanza alrededor de 882,3 mil toneladas anuales, superando la producción de la pesca extractiva, que registra aproximadamente 485,7 mil toneladas por año. Estas cifras indican la creciente participación de la actividad acuícola en la oferta de pescado, en la conservación de los stocks pesqueros naturales, en la seguridad alimentaria y nutricional, en el desarrollo regional y en la generación de ingresos para las familias, especialmente para las mujeres, destacó Edipo.

 

Por la tarde, el ministro participó en una mesa redonda en la Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), donde se abordaron temas relacionados con las políticas públicas y las perspectivas para la pesca y la acuicultura. La agenda también incluyó una visita técnica al Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), campus de Santarém.

Leia a versão em Português aqui.

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Ana Célia Costa 

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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