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Boletim do Suíno do Cepea: Preços em leve queda, mas exportações batem recorde em abril
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Nesta edição, o relatório traz informações importantes sobre o mercado suinícola brasileiro no mês de abril, com análises sobre preços, exportações, insumos e concorrência com outras carnes.
Mercado de suínos em abril
Em abril, os preços médios do suíno vivo e da carne suína registraram uma leve queda em relação a março. Apesar dessa redução, os valores permaneceram significativamente acima daqueles observados no mesmo período do ano anterior, indicando um mercado ainda aquecido para o setor.
Exportações em alta histórica
O desempenho das exportações brasileiras de carne suína continua em alta neste ano. Em abril, o volume total exportado — incluindo carne in natura e processada — atingiu recorde para o mês e marcou o terceiro maior patamar desde o início da série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), que começou em 1997.
Além disso, a receita obtida com as vendas externas foi a segunda maior já registrada para o mês de abril, reforçando a importância do mercado internacional para a suinocultura nacional.
Relação de troca e insumos
Os preços médios dos principais insumos para a suinocultura — farelo de soja e milho — apresentaram queda entre março e abril no mercado brasileiro, aliviando custos para os produtores.
Quanto ao suíno vivo, os valores de negociação também recuaram em abril, acompanhando a tendência dos insumos e influenciando a dinâmica de preços no mercado interno.
Concorrência entre carnes
Na comparação entre as proteínas, o preço médio da carcaça especial suína sofreu redução de março para abril. Em contrapartida, os preços do frango inteiro congelado e da carcaça casada bovina tiveram alta no mesmo período.
Esse movimento conferiu maior competitividade à carne suína frente às demais carnes, o que pode beneficiar o setor no mercado doméstico.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Ministro André de Paula encerra missão à China com avanços no diálogo agropecuário e cooperação bilateral
Encerrando a missão do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) à China, o ministro André de Paula e a delegação brasileira participaram de reuniões com o Ministério do Comércio da China (MOFCOM) e com o Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China (MARA). Os encontros ocorreram em Pequim, nesta quarta-feira (20).
Em visita ao Ministério do Comércio da China (MOFCOM), o ministro André de Paula reuniu-se com o vice-ministro chinês Jiang Chenghua e destacou o simbolismo da viagem. “Escolhi a República Popular da China como destino da minha primeira viagem internacional. Esta escolha traduz o reconhecimento da importância da China como principal parceiro comercial do agronegócio brasileiro e interlocutor estratégico para o futuro da nossa agropecuária”, afirmou.
O vice-ministro Jiang Chenghua ressaltou a importância das relações comerciais e da cooperação técnica entre os dois países. “O Brasil é o nosso principal fornecedor de carne, soja, algodão, açúcar e frango. No campo dos investimentos, empresas chinesas têm atuado no Brasil em infraestrutura, melhoramento de sementes e cooperação em tecnologia agrícola. Nos últimos dois anos, observamos crescente participação de empresas chinesas em feiras e exposições do setor agrícola brasileiro”, declarou.
Durante a reunião, os representantes discutiram temas relacionados ao comércio agropecuário, cooperação técnica e fortalecimento da parceria bilateral.
Na sede do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China (MARA), o ministro André de Paula reuniu-se com o ministro chinês Zhang Zhu, ocasião em que destacou que as relações entre Brasil e China são resultado de uma trajetória diplomática consolidada ao longo de mais de cinco décadas.
“As relações entre o Brasil e a China são fruto de uma trajetória diplomática consolidada ao longo de mais de cinco décadas. Desde o estabelecimento de nossas relações, em 1974, construímos juntos uma parceria que evoluiu. Mais recentemente, sob a liderança dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping, alcançamos um novo patamar de cooperação e confiança mútua”, destacou o ministro André de Paula.
O ministro Zhang Zhu ressaltou a relevância da recente visita do presidente Lula à China e destacou a importância do aprofundamento da cooperação bilateral em áreas como infraestrutura, agricultura, inovação e energia. “Sua visita à China logo após assumir o cargo de ministro da Agricultura demonstra a atenção dedicada à cooperação agrícola sino-brasileira. Desejo unir esforços para ampliar nossa cooperação e gerar benefícios concretos aos nossos setores produtivos”, disse.
Durante a reunião, os representantes brasileiros reiteraram a importância da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), um dos principais mecanismos de coordenação política e diálogo estratégico entre os governos do Brasil e da China.
A parte brasileira também apresentou os principais programas desenvolvidos pelo Mapa voltados à promoção de uma agropecuária sustentável, inovadora e de baixa emissão de carbono. Entre as iniciativas destacadas estiveram o Plano ABC+, política nacional de incentivo à adoção de tecnologias sustentáveis no campo; o Programa Nacional de Bioinsumos, voltado à ampliação do uso de insumos biológicos na produção agropecuária; e as ações de pesquisa, inovação e transferência de tecnologia conduzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Os representantes brasileiros ressaltaram ainda o interesse em ampliar o intercâmbio científico e a cooperação técnica bilateral, especialmente em áreas relacionadas à biotecnologia, segurança alimentar, sustentabilidade e modernização agrícola, reforçando a disposição do Brasil em aprofundar parcerias estratégicas com a China.
As agendas realizadas em Pequim consolidaram o diálogo técnico e institucional entre os dois países e reforçaram a importância da parceria sino-brasileira para o comércio agropecuário, a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável. A missão reafirmou o compromisso do Brasil com o fortalecimento da cooperação bilateral em temas estratégicos para a agropecuária.
Integraram a delegação brasileira o secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua; o secretário adjunto de Defesa Agropecuária, Alan Alvarenga; o diretor do Departamento de Negociações Não Tarifárias e de Sustentabilidade, Marcel Moreira; a chefe de gabinete do ministro, Adriana Vilela Toledo; a assessora especial de Comunicação Social, Carla Madeira; a assessora especial Sibelle Andrade; e os adidos agrícolas na China, Leandro Feijó e Jean Felipe Gouhie.
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