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Bracell lança cartilha gratuita para restaurar áreas degradadas do Cerrado em SP e MS

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Em celebração ao mês de proteção do Cerrado, a Bracell, uma das líderes na produção de celulose, lançou uma cartilha gratuita com orientações práticas para a recuperação de áreas degradadas em São Paulo e Mato Grosso do Sul. O material foi desenvolvido com o apoio de especialistas em legislação ambiental e restauração florestal e reúne informações teóricas e práticas sobre o processo de restauração ecológica, desde a adequação à legislação vigente até o planejamento e execução de projetos em propriedades rurais.

A publicação também destaca os benefícios dos serviços ecossistêmicos proporcionados pela restauração, como a conservação do solo, preservação da biodiversidade, sequestro de carbono e mitigação das mudanças climáticas.

Conteúdo acessível e orientações detalhadas

Para facilitar a implementação, a cartilha apresenta orientações claras e ilustrativas, abordando leis ambientais aplicáveis, técnicas de plantio e manejo, entre outros detalhes essenciais. A iniciativa nasceu da percepção da Bracell de que produtores rurais frequentemente enfrentam dificuldades para adequar suas propriedades à legislação e implementar ações efetivas de conservação.

O material foi desenvolvido em parceria com a Casa da Floresta, empresa de consultoria ambiental especializada em biodiversidade e sustentabilidade, e busca tornar a restauração ecológica mais viável e acessível, conciliando preservação da biodiversidade, regularização fundiária e benefícios econômicos para os produtores.

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Marcela Trecenti, coordenadora de Meio Ambiente Florestal da Bracell em São Paulo, reforça:

“Nosso objetivo é oferecer um guia didático, com informações técnicas claras, que apoie os produtores rurais na restauração de paisagens degradadas em suas propriedades. Queremos que este material inspire ações concretas que promovam a recuperação da fauna e flora local e o desenvolvimento sustentável.”

Público-alvo amplo e uso da cartilha

Além de proprietários rurais, a cartilha pode ser utilizada por escolas, universidades, técnicos, órgãos públicos e organizações da sociedade civil. O material também será disponibilizado para comunidades locais, ONGs, vizinhos e parceiros da Bracell, reforçando a disseminação de conhecimento e o compromisso com a sustentabilidade.

Principais orientações da cartilha

O guia traz recomendações práticas para iniciar ou avançar na restauração de áreas degradadas:

  • Regularização: como se inscrever no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e aderir ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).
  • Benefícios: evitar multas, transformar infrações em serviços de preservação e melhorar a qualidade do solo e da água.
  • Restauração na prática: escolha de espécies nativas adequadas, preparo do solo e acompanhamento do crescimento das mudas.
  • Sinais de sucesso: presença de fauna, fechamento das copas das árvores e aumento da sombra no terreno.
  • O que evitar: gado solto, espécies invasoras, uso incorreto de agrotóxicos e queimadas que comprometam o processo.
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A Cartilha de Restauração Ecológica está disponível para download gratuito no site da Bracell, em duas versões específicas para São Paulo e Mato Grosso do Sul, reforçando o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável e a preservação do Cerrado.

Cartilha de Restauração Ecológica SP – – Cartilha de Restauração Ecológica MS

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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