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Brasil Expande Mercado Agropecuário com Abertura para Exportação de Bovinos Vivos à Turquia

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O agronegócio brasileiro dá mais um passo significativo no cenário internacional com a recente abertura de mercado para exportação de bovinos vivos destinados à reprodução para a Turquia. Essa negociação, celebrada entre os governos brasileiro e turco, representa uma nova oportunidade para o setor pecuário do Brasil, ampliando suas exportações para o país.

Impacto Econômico e Potencial de Mercado

Nos anos de 2023 e 2024, as exportações de bovinos vivos para a Turquia, com foco em abate ou engorda, geraram aproximadamente US$ 525 milhões. Agora, com a nova abertura de mercado, o Brasil poderá atender à crescente demanda turca por animais de alta qualidade genética, destinados à melhoria do plantel local. Este movimento reforça a posição do Brasil como um fornecedor estratégico para a Turquia, especialmente na área de genética de gado.

Desempenho das Exportações Brasileiras

No acumulado de 2023, o valor total das exportações brasileiras para a Turquia atingiu a marca de US$ 5,5 bilhões. Dentre os principais produtos exportados, destacam-se a soja, o gado vivo, o café verde, o algodão e a celulose. Este número reforça o crescente interesse e a confiabilidade da Turquia nos produtos agrícolas brasileiros, consolidando ainda mais as relações comerciais entre os dois países.

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Avanço no Agronegócio Brasileiro

Com o anúncio da abertura de mercado para os bovinos vivos, o agronegócio brasileiro alcança a marca de 356 novas oportunidades de negócios desde o início de 2023, com a 56ª abertura de mercado registrada em 2025. Esses resultados são frutos de um esforço conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que vêm trabalhando para expandir a presença do Brasil no comércio agropecuário global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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CNA alerta para falta de vacinas na pecuária e cobra medidas emergenciais do governo

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil solicitou ao Ministério da Agricultura e Pecuária a adoção de medidas emergenciais para enfrentar o desabastecimento de vacinas essenciais para a pecuária brasileira. O pedido foi formalizado por meio de ofício encaminhado ao ministro André de Paula na última quarta-feira (6).

Segundo a CNA, produtores rurais de diferentes regiões do país enfrentam dificuldades para encontrar imunizantes utilizados na prevenção de doenças que afetam bovinos, equinos e outros animais de produção.

Entre as vacinas em falta estão produtos voltados ao combate de clostridioses, influenza equina, encefalomielite, herpesvírus, tétano e leptospirose, enfermidades que representam riscos sanitários e econômicos para a atividade pecuária.

CNA relata risco sanitário e mortes de animais

No documento enviado ao governo federal, o presidente da CNA, João Martins, afirma que a escassez dos imunizantes já provoca impactos em algumas regiões produtoras.

De acordo com a entidade, a indisponibilidade das vacinas eleva o risco sanitário dos rebanhos e já há registros de mortalidade de animais em determinados estados brasileiros.

A CNA informou ainda que recebeu relatos das Federações de Agricultura e Pecuária de todas as regiões do país apontando dificuldades no abastecimento e preocupação crescente entre os produtores.

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Saída de farmacêutica agravou desabastecimento

Segundo informações repassadas pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal à CNA, a redução da oferta está relacionada, entre outros fatores, à saída do mercado brasileiro, em 2025, de uma das principais empresas farmacêuticas do setor veterinário.

Embora exista expectativa de aumento da produção a partir de maio, o abastecimento ainda não foi normalizado, mantendo o cenário de insegurança para a cadeia pecuária.

O setor avalia que a situação exige resposta rápida para evitar prejuízos sanitários e econômicos, especialmente em regiões com elevada concentração de rebanhos.

CNA pede articulação para ampliar oferta de vacinas

No ofício enviado ao Mapa, a CNA solicita esclarecimentos sobre as ações adotadas pelo governo federal para orientar a distribuição das doses remanescentes entre os estados e garantir prioridade às regiões mais afetadas.

A entidade também pede medidas emergenciais para acelerar a retomada da produção e restabelecer o abastecimento dos imunobiológicos no país.

Além disso, a Confederação defende maior articulação institucional para agilizar registros sanitários e facilitar a entrada de novos fornecedores e produtos no mercado brasileiro.

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Segundo a CNA, o objetivo é ampliar a disponibilidade de vacinas e reduzir os riscos à sanidade animal.

Debate ganhou força durante a Expozebu

A preocupação com a falta de vacinas também esteve em pauta durante reunião da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte realizada na Expozebu.

Na ocasião, representantes do setor discutiram alternativas para acelerar o reabastecimento dos imunizantes e minimizar impactos sobre a produção pecuária nacional.

A CNA afirmou ainda que está à disposição do Ministério da Agricultura para colaborar tecnicamente na construção de soluções voltadas à proteção sanitária e à sustentabilidade da pecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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