CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Caravana do Agro Exportador destaca o agro brasileiro no Show Safra, em Lucas do Rio Verde

Publicados

AGRONEGOCIOS

O Show Safra, um dos maiores eventos do agronegócio brasileiro, realizado anualmente em Mato Grosso, reúne especialistas e autoridades para discutir oportunidades e desafios da exportação de grãos. Neste ano, o evento contou com a participação de diversos profissionais do setor e foi palco de uma importante ação promovida pelo Ministério da Agricultura: a Caravana do Agro Exportador.

Uma das atrações da caravana foi a palestra da diretora do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agropecuários da Secretaria de Defesa Agropecuária, Edilene Cambraia. Em sua apresentação, realizada no salão principal do evento, ela detalhou as exigências fitossanitárias necessárias para a exportação de grãos brasileiros. A palestra também contou com a participação virtual dos adidos agrícolas na China, Jean Gouchie e Leandro Feijó, e na União Europeia, Glauco Bertoldo e Nilton de Morais, que abordaram as regulamentações e demandas desses mercados para a importação de produtos agropecuários brasileiros.

A Caravana do Agro Exportador integra uma série de ações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) voltadas à promoção comercial do Brasil, seguindo as diretrizes do ministro Carlos Fávaro. A missão do projeto é fortalecer a cultura exportadora, ampliar o potencial do agronegócio brasileiro e conectar produtores e empresas às oportunidades do mercado internacional.

Leia Também:  Reajuste do ICMS sobre combustíveis começa a valer em 2026 e deve elevar custos no transporte e no agronegócio

No espaço Show Safra Mulher a diretora do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, Ângela Pimenta Peres, apresentou as ações de promoção comercial do país. Em sua fala, ela contou com a participação da adida agrícola nos Estados Unidos, Ana Lúcia Viana, que detalhou os desafios e as oportunidades para os negócios entre Brasil e Estados Unidos. Viana discutiu as particularidades do mercado americano e como os produtores brasileiros podem superar barreiras para fortalecer a presença no mercado norte-americano, exemplificando o papel essencial da rede de adidos agrícolas no apoio aos produtores rurais, na abertura de novos mercados, no fomento à cooperação internacional e na atração de investimentos.

O Show Safra Mulher, que reuniu mais de 500 participantes, foi um espaço importante para promover o empoderamento feminino no agronegócio. O evento proporcionou oportunidades de networking entre mulheres e lideranças do setor, criando um ambiente de troca de experiências e fortalecimento das conexões no mercado.

O evento reforçou a importância da colaboração entre os setores público e privado para fortalecer o agronegócio brasileiro e ampliar sua presença no mercado internacional.

Leia Também:  Colheita da safrinha pressiona logística e importação de fertilizantes cresce, aponta Conab

Informação à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

Publicados

em

O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

Leia Também:  Estratégias de manejo e nutrição impulsionam produtividade e longevidade de fêmeas suínas

As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

Leia Também:  O Boletim do Leite de fevereiro já está disponível!

Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA