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Carreta Agro pelo Brasil estreia em Jacinto Machado e leva tecnologia e inovação ao produtor rural
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Primeira parada em SC reúne público do agro
A Carreta Agro pelo Brasil iniciou sua passagem por Santa Catarina com grande sucesso em Jacinto Machado, no Sul do Estado. Entre os dias 29 e 31 de janeiro, o Campo Agroacelerador da Cooperja recebeu autoridades, produtores rurais, estudantes e representantes do setor agropecuário para uma programação diversificada, que uniu tecnologia, conhecimento e inovação voltados ao campo.
O evento marcou a estreia da carreta no Estado em 2024, e trouxe ao público uma ampla variedade de atividades, incluindo palestras, oficinas, podcasts e quizzes interativos sobre o agronegócio, promovidos por técnicos do Sistema CNA/Faesc/Senar e instituições parceiras.
Experiência interativa no universo do agro
Um dos destaques foi o espaço de imersão, que transformou paredes e pisos da carreta em cenários interativos sobre a história do agronegócio. Por meio de projeções 3D, efeitos sonoros e ambientes sensoriais, os visitantes puderam realizar uma verdadeira “viagem” pelo universo agro e compreender a trajetória dos alimentos desde a produção até o consumidor final.
Autoridades e lideranças prestigiam o evento
O evento contou com a presença de diversas lideranças do setor e do governo. Entre eles:
- Admir Dalla Corte, secretário de Estado da Agricultura;
- Vanir Zanatta, presidente da Cooperja e do Sistema Ocesc/Sescoop;
- José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar;
- Deputados Zé Milton e Geovania de Sá;
- Sander Just, prefeito de Jacinto Machado;
- Além de presidentes de sindicatos rurais e representantes de entidades do agro.
O presidente do Sindicato Rural, Lédio Lucietti, e a coordenadora estadual da ATeG do Senar/SC, Paula Coimbra Nunes, recepcionaram os visitantes, destacando a relevância do evento para conectar produtores, fortalecer o setor e valorizar a produção rural.
Compromisso com desenvolvimento do agronegócio
Lançada em 2023, a Carreta Agro pelo Brasil reforça o compromisso do Sistema CNA/Faesc/Senar com a inovação e o desenvolvimento do agro brasileiro. Para José Zeferino Pedrozo, a passagem em Santa Catarina evidenciou a parceria com cooperativas e sindicatos, fortalecendo a cadeia produtiva.
O presidente da Cooperja, Vanir Zanatta, destacou que a iniciativa é um espaço de diálogo e disseminação de conhecimento, aproximando produtores de tecnologias, soluções práticas e boas práticas de gestão rural. Já o secretário Admir Dalla Corte reforçou a importância da colaboração entre governo e entidades do setor para enfrentar desafios e promover o crescimento do agro.
Programação técnica e atrações do evento
O público participou de atividades que englobaram tecnologia, manejo, inovação e gastronomia, como:
- Conversa com especialista em Piscicultura;
- Oficina Autópsia de Campo: Diagnóstico Rápido em Piscicultura;
- Oficina Técnica – Bioinsumos na Prática: Produção com recursos da propriedade para Fruticultura;
- Oficina Culinária – Produção artesanal de biscoito crocante.
O presidente do Sindicato Rural, Lédio Lucietti, avaliou o evento como extremamente produtivo, destacando que as atividades promoveram troca de experiências, debate sobre temas relevantes e apresentação de iniciativas de sucesso no campo.
Próximas paradas da Carreta Agro pelo Brasil em SC
Após o sucesso em Jacinto Machado, a carreta segue com roteiro pelo Estado, marcando presença em três eventos ainda em fevereiro:
- Tecnoeste – Concórdia (Oeste): 10 a 12/02, no Parque do Instituto Federal Catarinense (IFC);
- Itaipu Rural Show – Pinhalzinho (Oeste): 18 a 21/02, no Parque de Exposições da Itaipu;
- Show Tecnológico Copercampos – Campos Novos (Meio Oeste): 24 a 27/02, no Campo Demonstrativo Copercampos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Conheça a história de uma aquicultora que vive na região da pérola do Tapajós
Era apenas um passatempo em 2009, mas, aos poucos, ganhou espaço na rotina e se transformou em uma atividade que hoje envolve toda a família. Vilma Clea Oliveira da Silva, 64 anos, começou a criar peixes em uma barragem de grande porte sem pretensão comercial, para consumo próprio e para observar o desenvolvimento dos animais. Foi justamente a curiosidade do que acontecia dentro dos tanques que despertou o interesse pela aquicultura. Com o passar do tempo, a observação do dia a dia e o rendimento da criação fizeram com que ela percebesse que havia uma possibilidade de trabalho. A experiência que nasceu de maneira simples levou Vilma a buscar conhecimento e a investir cada vez mais na criação de peixes.
É olhando exatamente para as águas da Amazônia que a aquicultora enxerga uma das maiores possibilidades para o futuro. Seu sonho é que os rios da região possam ser mais bem aproveitados, sempre dentro das regras ambientais e de forma responsável. “Nós temos dois grandes rios, o Amazonas e o Tapajós”, destaca ao falar sobre o potencial que vê.
Esse olhar para o futuro também se estende à própria família. Os filhos seguem próximos da aquicultura e ajudam de maneiras diferentes. A filha, que está se formando em medicina, contribui principalmente na parte clínica e laboratorial, enquanto o filho participa das atividades práticas do dia a dia relacionadas ao cultivo nos tanques. Assim, aquilo que começou como uma experiência pessoal foi gradualmente se tornando também uma vivência compartilhada entre gerações.

- Vilma Clea Oliveira da Silva
Se a continuidade da atividade passa pela família, Vilma acredita que também depende de quem está chegando agora. Para os jovens que pensam em trabalhar com aquicultura, ela recomenda buscar conhecimento e qualificação. Há caminhos de formação ligados à área, como o curso de Engenharia de Pesca da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e capacitações em Aquicultura oferecidas pelo Instituto Federal do Pará (IFPA). Investir em conhecimento significa também ampliar a capacidade de quem trabalha diretamente com a criação de peixes e de quem poderá ajudar outros produtores a enfrentarem os desafios da atividade.
Aquicultura é o cultivo de organismos aquáticos com alimentação controlada, monitoramento constante e boas práticas de produção. A atividade pode ser realizada em águas marinhas e continentais. Dentro de espaços como rios, lagos, reservatórios, utilizando água destes em viveiros escavados em terra ou em aquários. Há diversas formas de cultivo e diversas espécies.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
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