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Chuva atrasa colheita da safrinha 2025, que chega a 18% no Centro-Sul, aponta AgRural

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Avanço lento da colheita no Centro-Sul

A colheita da segunda safra de milho 2025 no Centro-Sul do Brasil tem enfrentado dificuldades devido ao excesso de chuvas, que atrasa o andamento das máquinas no campo e levanta preocupações quanto à produtividade e à qualidade dos grãos.

Segundo levantamento da AgRural, até a última quinta-feira (26), 18% da área cultivada já havia sido colhida, avanço tímido diante dos 13% registrados na semana anterior e bastante inferior aos 49% colhidos no mesmo período do ano passado.

Destaques regionais

O estado de Mato Grosso lidera os trabalhos de colheita, mesmo com as adversidades climáticas, sendo seguido de longe pelo Paraná. No entanto, algumas regiões registraram perdas mais expressivas, como o norte do Paraná, que foi particularmente prejudicado na última semana. Também houve impactos menores no sul de Mato Grosso do Sul, oeste do Paraná e sul de São Paulo.

A avaliação mais precisa das perdas ainda é dificultada pelas chuvas constantes, que chegaram após a recente onda de frio e seguem atrapalhando os trabalhos de campo.

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Revisão na estimativa de produção

Apesar dos obstáculos climáticos, a AgRural revisou para cima sua estimativa de produção da safrinha de milho 2025, passando de 101,5 milhões de toneladas em maio para 103,4 milhões de toneladas no último dia 18 de junho — número significativamente superior às 90,1 milhões de toneladas registradas na safrinha de 2024.

Com o novo ajuste, a produção total de milho na temporada 2024/25, somando-se as três safras, foi estimada em 130,6 milhões de toneladas. A consultoria informou que uma nova revisão da estimativa será divulgada em meados de julho aos seus clientes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Seca no Paraná deve reduzir produtividade e qualidade da batata, aponta Cepea

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A safra de batata no Paraná enfrenta desafios climáticos que podem impactar diretamente a produtividade e a qualidade dos tubérculos. Segundo análise do Cepea, a baixa incidência de chuvas desde o início do cultivo tende a comprometer o desenvolvimento das lavouras, especialmente nas áreas sem irrigação.

Plantio da safra das secas segue cronograma na maior parte das regiões

Nas principais regiões produtoras do estado — Curitiba, Irati e Ponta Grossa — o plantio da safra das secas ocorreu dentro do cronograma previsto. As atividades tiveram início em janeiro, com maior intensidade em fevereiro e finalização em meados de março.

A exceção foi São Mateus do Sul, onde o plantio sofreu atraso em fevereiro devido às altas temperaturas. Como consequência, houve um aumento de cerca de 15% da área cultivada em março. A colheita está prevista para começar em maio.

Falta de chuva e má distribuição hídrica preocupam produtores

Desde o início do ciclo, o volume de chuvas tem se mantido abaixo da média histórica, além de apresentar má distribuição ao longo das regiões produtoras.

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Como grande parte das áreas não conta com sistemas de irrigação, a deficiência hídrica tende a afetar o desenvolvimento das plantas e a formação dos tubérculos, elevando o risco de perdas na produtividade e na qualidade da batata.

Incidência de pragas aumenta com condições climáticas adversas

Outro fator de preocupação é o aumento na incidência de pragas. A escassez de chuvas, combinada com as condições climáticas, favoreceu a presença de insetos como mosca-branca, minadora e vaquinha desde o início do ciclo.

Esse cenário foi agravado pela migração dessas pragas de culturas vizinhas, como soja e feijão, para as lavouras de batata. Ainda assim, em comparação ao ano anterior, a incidência de mosca-branca foi observada em menor intensidade.

Doenças também são registradas nas lavouras

Além das pragas, produtores relataram casos de alternaria nas plantações. A ocorrência da doença pode estar associada a falhas no manejo da irrigação, mesmo em um cenário de baixa disponibilidade hídrica.

Expectativa é de impacto na safra paranaense

Diante das condições climáticas adversas e dos desafios fitossanitários, a expectativa é de que a safra de batata no Paraná apresente queda na produtividade e possível comprometimento da qualidade dos tubérculos.

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O cenário reforça a importância de estratégias de manejo mais eficientes para mitigar os impactos do clima e das pragas ao longo do ciclo produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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