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Chuvas intensas atrasam plantio do trigo no Rio Grande do Sul e preocupam produtores

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As chuvas frequentes e o solo encharcado das últimas semanas têm dificultado o avanço do plantio de trigo no Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (12), apenas 12% da área prevista foi semeada até o momento. Em algumas regiões, os altos volumes de chuva chegaram a provocar erosão. Com o solo ainda muito úmido e a nebulosidade persistente, o desenvolvimento das lavouras segue estagnado. A expectativa é de retomada mais intensa do plantio assim que as condições climáticas se tornarem mais favoráveis.

Fronteira Oeste enfrenta dificuldades, mas retoma plantio aos poucos

Na região administrativa da Emater de Bagé, apesar da ausência de chuvas significativas, a alta umidade do solo impediu o avanço do plantio até 4 de junho. A partir do dia 5, os trabalhos foram retomados em municípios da Fronteira Oeste. Destaques por localidade:

  • Maçambará: 20% dos 14.830 hectares previstos já foram semeados. A dessecação e o plantio devem avançar com tempo seco e uso de máquinas de grande porte.
  • Manoel Viana: plantio segue lento, com apenas 10% da área cultivada.
  • Itacurubi: semeadura chegou a 20%.
  • São Borja e São Gabriel: excesso de umidade ainda impede o avanço das operações.
  • Campanha: sem plantio até o momento; produtores aguardam o mês de julho para iniciar as atividades com o preparo do solo e dessecação.
Região de Caxias do Sul adia início do plantio

Mesmo em municípios com menor altitude, o plantio foi adiado devido à umidade excessiva do solo. A expectativa é de início das atividades nos próximos dias, conforme as condições de campo melhorem.

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Erechim e Frederico Westphalen iniciam os trabalhos com limitações

Erechim: início do plantio já ocorreu, mas os agricultores aguardam melhores condições de solo para avançar.

Frederico Westphalen: solo muito úmido no início do mês e novas chuvas no dia 4 de junho interromperam os trabalhos. Apenas 11% da área foi semeada. O desenvolvimento inicial das lavouras é limitado pela baixa luminosidade.

Ijuí e Passo Fundo: plantio avança de forma pontual

Ijuí: 8% da área semeada, principalmente em 2 de junho, nas regiões menos impactadas pelas chuvas. Nas áreas com melhor infiltração, a emergência das plantas é uniforme. Já em solos compactados, há irregularidades, erosão e assoreamento dos sulcos.

  • Passo Fundo: áreas destinadas ao trigo estão em fase de dessecação.
Pelotas e Santa Maria avançam com os primeiros plantios
  • Pelotas: plantio iniciado, com aproximadamente 20% da área prevista já semeada. Os preparativos e negociações para aquisição de insumos seguem em andamento.
  • Santa Maria: poucas áreas iniciaram o plantio. No município, 280 hectares foram cultivados (20% da área esperada). As lavouras estão em germinação e início do desenvolvimento vegetativo. Em Pinhal Grande, os trabalhos também já começaram, com previsão de cultivo em 1.500 hectares.
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Santa Rosa tem atraso em relação a 2023

Na região de Santa Rosa, apenas 17% da área prevista foi implantada, em contraste com os 57% registrados no mesmo período de 2023. A baixa insolação entre a segunda quinzena de maio e o início de junho dificultou as operações de dessecação. Produtores avaliam a possibilidade de dessecação total para viabilizar o plantio. Há previsão de intensificação das atividades nos próximos dias, com adubação nitrogenada e controle de plantas daninhas. Casos de erosão em sulcos foram registrados devido às chuvas.

Soledade: umidade dificulta acesso das máquinas

Na região de Soledade, o excesso de umidade ainda limita os avanços da semeadura, dificultando o tráfego de máquinas nas lavouras. Até agora, 15% da área foi plantada. As áreas já implantadas apresentam boa germinação e emergência. A previsão de tempo firme nos próximos dias deve impulsionar o ritmo do plantio.

O excesso de chuvas e a umidade persistente em grande parte do território gaúcho têm atrasado significativamente o calendário de plantio do trigo em 2024. Em várias regiões, o progresso ainda é limitado, mas os produtores seguem atentos às previsões meteorológicas, prontos para intensificar as operações tão logo o clima permita.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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FAO en Alter do Chão: Gobierno de Brasil participa en los debates sobre el sector de la acuicultura

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El Ministerio de Pesca e Aquicultura (MPA) estuvo presente este lunes (10) en Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), representado por el ministro Edipo Araujo. Él participó en el evento organizado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), con el apoyo de INFOPESCA y la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta es la primera vez que este evento se realiza en el municipio.

El ministro participó en el taller “Estado y perspectivas futuras de las principales especies de peces comerciales cultivadas en la cuenca amazónica”. La iniciativa busca intercambiar conocimientos técnicos actualizados, analizar desafíos comunes y explorar oportunidades de cooperación regional enfocadas en el desarrollo sostenible de la acuicultura de especies nativas. El enfoque abarca especies nativas de alto valor productivo y comercial, como el tambaqui (Colossoma macropomum), el pirarucú (Arapaima gigas), el pacú y el paco (Piaractus spp.), el matrinxã (Brycon spp.), el bagre amazónico (Pseudoplatystoma spp.), así como variedades híbridas.

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FAO
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Foto: Cláudio Braga

En consecuencia, el taller contribuye a la elaboración de recomendaciones para el sector. “Actualmente, la acuicultura brasileña alcanza alrededor de 882,3 mil toneladas anuales, superando la producción de la pesca extractiva, que registra aproximadamente 485,7 mil toneladas por año. Estas cifras indican la creciente participación de la actividad acuícola en la oferta de pescado, en la conservación de los stocks pesqueros naturales, en la seguridad alimentaria y nutricional, en el desarrollo regional y en la generación de ingresos para las familias, especialmente para las mujeres, destacó Edipo.

 

Por la tarde, el ministro participó en una mesa redonda en la Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), donde se abordaron temas relacionados con las políticas públicas y las perspectivas para la pesca y la acuicultura. La agenda también incluyó una visita técnica al Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), campus de Santarém.

Leia a versão em Português aqui.

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Ana Célia Costa 

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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