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CNA manifesta preocupação com tarifa de 50% anunciada por Trump sobre produtos brasileiros
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CNA reage à nova tarifa imposta pelos EUA
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou uma nota oficial nesta semana expressando preocupação com a decisão do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 50% sobre todas as importações de produtos brasileiros. A entidade avalia a medida como unilateral e injustificada, destacando o histórico de equilíbrio e cooperação nas relações comerciais entre os dois países.
Histórico de parceria entre os países
Na avaliação da CNA, a nova tarifa contraria os princípios do livre comércio internacional e representa um retrocesso em uma relação que, há mais de dois séculos, se baseia no respeito mútuo e na parceria estratégica. A entidade reforça que, até aqui, os vínculos comerciais e de investimentos entre Brasil e Estados Unidos sempre beneficiaram ambas as nações, sem indícios de desequilíbrios prejudiciais.
Impactos negativos sobre as economias
Segundo o posicionamento da CNA, medidas protecionistas como essa podem causar danos significativos às economias dos dois países, afetando empresas e consumidores. A Confederação argumenta que a imposição da tarifa compromete a fluidez do comércio e pode gerar instabilidade econômica, sobretudo para os produtores rurais brasileiros.
Defesa do diálogo diplomático
A CNA ressalta que disputas comerciais desse tipo devem ser resolvidas por meio do diálogo constante entre os governos e os setores privados, sem a interferência de questões políticas. Para a entidade, a única solução viável e justa passa por negociações diplomáticas e pela busca de soluções que levem ao entendimento e à prosperidade de ambos os lados.
Aposta no bom senso e na diplomacia
Finalizando a nota, a CNA faz um apelo para que os canais diplomáticos sejam acionados com urgência e intensidade, a fim de reverter a decisão norte-americana. A Confederação acredita que o bom senso e o pragmatismo devem prevalecer, reafirmando que a economia e o comércio não podem ser penalizados por conflitos de natureza política.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Massari Fértil e Morro Verde investem R$ 20 milhões e triplicam produção de fosfato natural em Pratápolis (MG)
Expansão reforça indústria nacional de fertilizantes
A Massari Fértil e a Morro Verde, após a fusão anunciada em janeiro de 2026, consolidaram posição entre as principais empresas brasileiras de fertilizantes naturais. O grupo alcança faturamento estimado de R$ 500 milhões e capacidade produtiva superior a 3 milhões de toneladas por ano.
Como parte do plano de expansão, a companhia concluiu um investimento de R$ 20 milhões na unidade de fosfato localizada em Pratápolis (MG), voltado à ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo (FNR).
Produção de FNR é triplicada com modernização da planta
Com o aporte, a capacidade produtiva da unidade passou de aproximadamente 400 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas anuais, representando um crescimento expressivo e consolidando a empresa entre os principais fornecedores nacionais de fosfatos naturais para o agronegócio.
O projeto foi iniciado em 2025 e faz parte da estratégia de expansão da companhia, com foco em aumentar a competitividade da indústria brasileira de fertilizantes e reduzir a dependência de insumos importados.
Investimento gera impacto econômico em Minas Gerais
Além dos ganhos industriais, a expansão deve gerar impactos diretos na economia regional. A expectativa é de criação de empregos diretos e indiretos, fortalecimento da cadeia de fornecedores e aumento da movimentação econômica em Pratápolis e municípios do entorno.
A iniciativa também contribui para o desenvolvimento do setor mineral e industrial ligado à cadeia de fertilizantes, considerado estratégico para o agronegócio brasileiro.
Estratégia busca maior autonomia do agronegócio brasileiro
Segundo o CEO da Massari Fértil e Morro Verde, Sérgio Ailton Saurin, o investimento reforça a preparação da companhia para um novo ciclo de crescimento.
“Estruturamos uma operação mais robusta e eficiente, preparada para sustentar nosso crescimento nos próximos anos e atender às necessidades do mercado interno com mais competitividade”, afirmou.
O executivo destaca ainda a importância estratégica do setor de fertilizantes para o país.
“O Brasil ocupa uma posição estratégica no agronegócio global e precisa avançar continuamente em autonomia e eficiência no fornecimento de insumos. Investimentos como este fortalecem a indústria nacional, geram valor para o produtor rural e impulsionam o desenvolvimento econômico das regiões onde atuamos”, completou.
Fertilizantes ganham papel central no agro brasileiro
A ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo reforça o movimento de fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes, um dos pilares estratégicos para a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro.
Com maior capacidade produtiva interna, o setor busca reduzir gargalos de oferta e ampliar a segurança no abastecimento de insumos essenciais para a produção agrícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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