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Coamo anuncia investimento de R$ 3 bilhões em porto próprio em Santa Catarina

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A Coamo, maior cooperativa agrícola do Brasil, confirmou que vai investir R$ 3 bilhões na construção de um porto no município de Itapoá, no norte de Santa Catarina. O anúncio foi feito pelo governo estadual na segunda-feira (25) e ratificado pela cooperativa nesta terça-feira (26).

Estrutura e capacidade de movimentação

Segundo o governo catarinense, o empreendimento contará com três berços de atracação e terá capacidade para movimentar 11 milhões de toneladas por ano. A previsão é que a operação do porto comece em 2030.

Diversificação dos terminais

De acordo com a nota oficial, o novo complexo portuário será destinado ao embarque e desembarque de granéis agrícolas, combustíveis líquidos, fertilizantes e GLP (gás liquefeito de petróleo).

Expansão das operações da cooperativa

Atualmente, a Coamo já atua no porto de Paranaguá (PR), de onde escoa grãos como soja, milho e trigo produzidos por seus 32 mil cooperados. Em 2024, a cooperativa registrou faturamento de R$ 28,8 bilhões.

Segundo o presidente da Coamo, Airton Galinari, a expansão é estratégica para ampliar os negócios.

“Esse é um sonho dos nossos produtores. Nós já temos dois terminais em Paranaguá, onde escoamos quase 5 milhões de toneladas por ano. Sentimos a necessidade dessa expansão porque há operações que ainda não conseguimos realizar”, afirmou.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtores gaúchos concluem colheita do milho e já projetam próxima safra com foco no El Niño e maior investimento em área

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A colheita do milho no Rio Grande do Sul está praticamente finalizada, alcançando 99% da área cultivada, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar. Com o encerramento da safra se aproximando, os produtores já voltam suas atenções ao planejamento da próxima temporada, especialmente diante das expectativas climáticas associadas ao fenômeno El Niño.

Colheita do milho atinge etapa final no Estado

De acordo com o levantamento, restam apenas pequenas áreas a serem colhidas, principalmente em propriedades de menor porte distribuídas em diferentes regiões do estado.

Nas áreas administradas pela Emater/RS-Ascar, os trabalhos estão praticamente concluídos, com exceção de lavouras tardias e cultivos de safrinha, que ainda representam menos de 5% dos 56.571 hectares cultivados na região.

Na Serra e nas Hortênsias, a colheita ocorre de forma escalonada, utilizando máquinas de pequeno porte ou colheita manual. Após a retirada dos grãos, o milho é armazenado em espiga ou a granel, sendo destinado principalmente ao consumo interno nas propriedades rurais.

Em outras regiões, o avanço da colheita foi parcialmente impactado por condições climáticas recentes, como nevoeiros, excesso de umidade nas manhãs e chuvas registradas no dia 12 de junho. Ainda assim, 87% das lavouras já foram colhidas, com o restante em fase final de maturação.

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Condições climáticas influenciam maturação e qualidade do grão

As lavouras semeadas em períodos intermediários e tardios do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) seguem em fase de enchimento de grãos. Apesar dos desafios climáticos ao longo do ciclo, o desempenho produtivo é considerado satisfatório pelos técnicos.

As temperaturas mais baixas e a menor incidência de radiação solar contribuíram para um alongamento do ciclo, resultando em grãos colhidos com maior teor de umidade. Isso exige atenção redobrada no processo de secagem antes do armazenamento, etapa essencial para preservar a qualidade do produto.

Produtores já planejam próxima safra e ampliam investimentos

Com o encerramento da colheita, os agricultores gaúchos já iniciam o planejamento da próxima safra de milho. Em municípios como Maçambará, a expectativa de ocorrência do fenômeno El Niño tem influenciado as decisões de investimento, especialmente em áreas de sequeiro.

A projeção de maior disponibilidade hídrica no próximo ciclo tem incentivado produtores a ampliar a área destinada à cultura, reforçando o papel estratégico do milho na rotação de culturas e na produção de grãos no estado.

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Mercado registra leve recuo no preço do milho

No mercado gaúcho, a pesquisa semanal da Emater/RS-Ascar apontou leve queda no preço pago ao produtor. O valor médio da saca de 60 quilos passou de R$ 58,98 para R$ 58,91, uma redução de 0,12% em relação ao levantamento anterior.

O movimento reflete um mercado relativamente estável, com ajustes pontuais em meio ao encerramento da safra e à expectativa de reorganização da oferta nas próximas semanas.

Cenário combina safra finalizada e foco no novo ciclo

O Rio Grande do Sul encerra praticamente toda a colheita do milho 2025 com produtividade considerada satisfatória, apesar das variações climáticas ao longo do ciclo. Ao mesmo tempo, o setor produtivo já direciona atenção para a safra seguinte, com decisões influenciadas por clima, custos e estratégias de manejo, em um cenário que tende a manter o planejamento como fator central para o desempenho da cultura no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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