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Coffee More 2025 destaca inovação e conhecimento técnico para produtores agrícolas

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Foco em tecnologia, nutrição e fisiologia das plantas

Marcado para o dia 28 de junho no Centro Esportivo Conilon, o Coffee More 2025 é promovido pela Fortgreen, F1rst Agbiotech e Grupo Origin Enterprises. O encontro prioriza o compartilhamento de conhecimento técnico e a apresentação de inovações, reunindo produtores, distribuidores, consultores e estudantes de agronomia.

De acordo com Pablo Silva, gerente Comercial da Fortgreen, o evento nasceu da necessidade de evolução constante no campo, oferecendo aos participantes palestras, debates e estudos de caso para decisões mais embasadas e resultados concretos. “É um dia de aprendizado e troca de experiências”, destaca Silva.

“Evolution!”: o tema da edição deste ano

Com expectativa de público superior a mil pessoas, o mote do evento será “Evolution!”. Entre os temas em destaque, o clima ganha papel central, além das principais culturas locais: café, mamão, pimenta-do-reino e cacau. Outras cadeias produtivas também estarão representadas.

Durante o evento, será lançado oficialmente uma nova variação da Linha Fortblen, com presença confirmada de especialistas renomados, que trarão informações estratégicas e abordagens inovadoras para o agronegócio.

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Programação técnica aborda mudanças climáticas e manejo agrícola

O Coffee More 2025 contará com palestras que abordam desafios e tendências da agricultura atual. Entre os convidados, está o professor Alexandrius de Moraes Barbosa, da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), que fará uma análise sobre meteorologia e os impactos das mudanças climáticas.

O consultor agronômico Guilherme Messias apresentará estratégias para minimizar os efeitos do clima adverso nas lavouras. Outros temas incluem manejo nutricional para banana, com o consultor Anderson Pilon, e técnicas de manejo para alta produtividade, com Edmar Tasarolo.

Representando a Fortgreen, o gerente de Produtos João Vidotto detalhará a nova variação da Linha Fortblen, enquanto o gerente de Tecnologia André Pazinatto abordará o uso de drones na pulverização, destacando a eficiência e a redução de desperdícios.

Inscrições abertas

Os interessados podem se inscrever presencialmente nos distribuidores ou online, pelo site: https://forms.gle/sD1cGufCjDZLQfFq9.

Histórico do Coffee More

Lançado em 2023, o Coffee More nasceu para levar conteúdo técnico relevante aos produtores, valorizando o portfólio da Fortgreen e a experiência de seus representantes. O evento também fortalece a marca da Fortgreen e seus distribuidores no Espírito Santo e extremo sul da Bahia.

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A primeira edição contou com mais de 600 participantes e focou em cases de sucesso de produtores parceiros. Em 2024, a segunda edição recebeu mais de mil visitantes, incluindo lançamento de produtos, apresentação do laboratório exclusivo de tecnologia de aplicação e uma mesa-redonda com mulheres do agronegócio, além de consultores nacionais com conteúdo técnico de alto nível.

Segundo Pablo Silva, “a Fortgreen reforça seu compromisso com a inovação e a produção de alimentos, atualizando constantemente suas soluções para atender às demandas do campo.”

O Coffee More segue consolidando-se como um espaço essencial para troca de conhecimento e avanço tecnológico no agronegócio regional.

Inscrições abertas

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmbio favorece exportação e melhora competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional

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A valorização do dólar frente ao real tem contribuído para melhorar a paridade de exportação do arroz brasileiro, aumentando a competitividade do produto no mercado internacional. Apesar disso, o mercado doméstico ainda opera com baixa liquidez e preços pressionados, em um cenário de negociações pontuais e seletivas.

Segundo análise da Safras & Mercado, o ambiente interno segue marcado por compradores atuando apenas para reposição imediata de estoques, enquanto vendedores mantêm postura cautelosa diante da volatilidade do mercado.

Liquidez reduzida limita recuperação mais forte dos preços

De acordo com o consultor Evandro Oliveira, o mercado doméstico de arroz continua apresentando baixa fluidez nas negociações, com pouca disposição dos agentes para volumes maiores.

No entanto, ele destaca que a menor necessidade de liquidação imediata de estoques por parte dos produtores reduziu a pressão vendedora, diminuindo a ocorrência de negócios em níveis mais depreciados, observados em meses anteriores.

Ao mesmo tempo, há sinais de leve aquecimento na demanda industrial, o que sugere um ambiente comercial um pouco mais ativo em comparação ao período entre abril e maio.

Câmbio volta a favorecer exportações do arroz

O comportamento do câmbio passou a ser um fator de sustentação para o setor. Após operar próximo de R$ 5,00, o dólar voltou a se valorizar e chegou a flertar com a faixa de R$ 5,20, melhorando a competitividade do arroz brasileiro no mercado externo.

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Esse movimento contribui diretamente para a paridade de exportação, ampliando o interesse de compradores internacionais e ajudando a equilibrar o cenário interno de preços.

Fundamentos globais indicam ajuste de oferta

No cenário internacional, os fundamentos do mercado de arroz seguem em processo de ajuste. O relatório mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou redução nas estimativas de área plantada, produção e estoques globais.

Apesar disso, o consumo mundial permanece em níveis historicamente elevados, enquanto o comércio internacional se mantém próximo de recordes, o que sustenta o equilíbrio entre oferta e demanda no médio prazo.

Nos Estados Unidos, os cortes foram ainda mais significativos, com redução da área cultivada, da produção e dos estoques finais. Há ainda expectativas de novas revisões para baixo na área destinada ao arroz longo fino, o que pode restringir a oferta exportável norte-americana.

Preços do arroz seguem em queda no Rio Grande do Sul

No mercado físico brasileiro, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 58,63, queda de 0,27% em relação à semana anterior.

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Na comparação mensal, o recuo foi de 2,01%, enquanto no acumulado anual a desvalorização já chega a 10,55%, refletindo a pressão persistente sobre os preços internos.

Setor aguarda reação mais consistente do mercado

Apesar da melhora na paridade de exportação e dos sinais de ajuste na oferta global, o mercado de arroz ainda opera sem uma recuperação consistente nas cotações internas. A expectativa dos agentes é de que o câmbio e a dinâmica internacional possam contribuir para maior equilíbrio nas próximas semanas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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