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Colágeno da JBS tem eficácia comprovada pela Anvisa e aumenta firmeza da pele em até 12,2%
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Anvisa reconhece eficácia do Genu-in® Life Skin
O colágeno Genu-in® Life Skin, desenvolvido pela Genu-in, empresa do grupo JBS, teve sua eficácia oficialmente reconhecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A aprovação da alegação funcional permite que o produto comunique em seu rótulo: “os oligopeptídeos de colágeno podem contribuir para melhorar a elasticidade e a firmeza da pele”.
O reconhecimento coloca o Genu-in® Life Skin na lista IN28, a chamada “lista positiva” da Anvisa, que reúne ingredientes com eficácia, segurança e qualidade cientificamente comprovadas. Essa chancela é considerada rara no setor de nutrição e beleza funcional.
Aprovação rápida baseada em estudos clínicos
A aprovação do produto foi concluída em apenas nove meses, sem exigências adicionais, apoiada por um dossiê técnico completo, com estudos clínicos e toxicológicos realizados pela própria Genu-in.
Segundo Vivian Zague, diretora de Pesquisa, Saúde e Nutrição da JBS:
“A validação científica comprova que o ingrediente age de dentro para fora, trazendo benefícios visíveis e mensuráveis, exatamente o que o consumidor moderno busca quando investe em autocuidado com qualidade.”
Resultados clínicos confirmam benefícios à pele
O colágeno passou por estudo clínico conduzido por pesquisadores brasileiros, publicado no Journal of Medicinal Food, com 85 mulheres entre 45 e 60 anos, utilizando o padrão ouro da ciência — duplo-cego, randomizado e controlado por placebo.
Após 8 semanas, houve aumento médio de 9,7% na firmeza e 6,8% na elasticidade da pele.
Após 12 semanas, a elasticidade da pele apresentou ganho de 12,2%, comprovando o efeito do suplemento sobre a pele madura.
Produção sustentável com economia circular
O Genu-in® Life Skin é produzido na fábrica 4.0 da Genu-in em Presidente Epitácio (SP), uma das mais modernas do setor, construída com investimento de R$ 400 milhões. O colágeno é resultado de um modelo de economia circular, que utiliza pele bovina da cadeia da JBS para gerar ingredientes de alto valor agregado, como colágeno e gelatina, garantindo qualidade e menor impacto ambiental.
Ricardo Gelain, diretor-executivo da Genu-in, destaca:
“Essa conquista mostra que é possível unir ciência, tecnologia e sustentabilidade para entregar resultados reais. É um passo importante para consolidar a Genu-in como referência global em ciência e beleza.”
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Agricultura regenerativa impulsiona produtividade e coloca o solo no centro da estratégia no campo
A agricultura regenerativa vem ganhando espaço como uma das principais estratégias para elevar a produtividade com maior eficiência no campo. Mais do que uma técnica de manejo, o modelo reposiciona o solo como ativo central da produção agrícola, influenciando diretamente a estabilidade das safras e o uso racional de insumos.
Nesse conceito, o solo deixa de ser apenas suporte físico para as plantas e passa a ser tratado como um sistema vivo, cuja atividade biológica impacta diretamente o desempenho das lavouras.
Biologia do solo ganha protagonismo na eficiência produtiva
Na base da agricultura regenerativa está o equilíbrio da microbiota do solo, responsável por processos essenciais como decomposição da matéria orgânica, ciclagem de nutrientes e melhoria da estrutura física do ambiente radicular.
Quando esse sistema biológico está ativo e equilibrado, há maior disponibilidade de nutrientes, melhor retenção de matéria orgânica e aumento da capacidade do solo de suportar estresses climáticos e produtivos.
Entre os principais indicadores desse equilíbrio estão o aumento da matéria orgânica, a melhoria da porosidade e a maior resiliência das culturas diante de variações ambientais.
Eficiência no uso de insumos é um dos principais ganhos
A maior atividade biológica também impacta diretamente a eficiência no uso de fertilizantes. Solos com microbiota ativa conseguem manter nutrientes disponíveis por mais tempo, reduzindo perdas e otimizando a absorção pelas plantas.
Na prática, isso se traduz em menor necessidade de reaplicações e maior aproveitamento dos insumos já utilizados, o que contribui para a redução de custos e aumento da eficiência operacional.
Manejo integrado é chave para manter equilíbrio do sistema
Apesar dos benefícios, especialistas alertam que a agricultura regenerativa exige integração entre diferentes práticas de manejo. O equilíbrio do solo depende de decisões técnicas coordenadas, que envolvem correção de acidez, nutrição equilibrada e incremento de matéria orgânica.
Segundo especialistas, o diferencial não está apenas na adoção de práticas isoladas, mas na forma como essas ações se conectam dentro da estratégia produtiva da propriedade.
Por outro lado, o uso excessivo de fertilizantes acidificantes e o desequilíbrio nutricional podem comprometer a atividade microbiana e reduzir o potencial produtivo do solo ao longo do tempo.
Produtividade mais estável e previsível no longo prazo
Os impactos da agricultura regenerativa são percebidos diretamente no desempenho das lavouras. Solos biologicamente ativos favorecem o desenvolvimento radicular, aumentam a eficiência do uso de nutrientes e reduzem a necessidade de intervenções corretivas frequentes.
O resultado é um sistema produtivo mais estável, com maior previsibilidade de resultados entre safras e ganhos operacionais ao longo do tempo.
Além disso, os benefícios podem ser mensurados economicamente, tanto pelo aumento de produtividade quanto pela redução de custos com insumos agrícolas.
Integração entre biologia e nutrição fortalece o sistema produtivo
A evolução do modelo regenerativo passa pela integração entre biologia do solo e nutrição mineral. O manejo equilibrado dos nutrientes, aliado ao fortalecimento da microbiota, contribui para sistemas agrícolas mais resilientes e eficientes.
Nesse contexto, novas soluções têm sido desenvolvidas para apoiar o produtor rural na tomada de decisão. Um exemplo é a Allterra, plataforma de biociência do solo que integra diagnóstico, reposição do microbioma e estratégias de fertilidade e nutrição.
A proposta acompanha a crescente demanda do setor por abordagens mais integradas, que considerem o solo como base da eficiência produtiva e da sustentabilidade agrícola.
Decisão técnica e visão sistêmica definem o futuro do manejo
Especialistas destacam que a agricultura regenerativa não substitui práticas tradicionais, mas reorganiza sua aplicação dentro de um sistema mais integrado.
Quando biologia do solo e nutrição mineral são trabalhadas de forma conjunta, o produtor passa a tomar decisões mais consistentes, com impactos diretos na produtividade, na eficiência de insumos e na estabilidade das lavouras ao longo do tempo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


