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Colheita de café no Cerrado Mineiro avança e chega a 81% com forte apoio da tecnologia e sustentabilidade
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Progresso da safra e condições favoráveis
Com cerca de 84,9 mil hectares cultivados e 71,4 mil em produção efetiva, os produtores da região se beneficiam das condições naturais favoráveis — como clima seco, topografia plana e alto nível de mecanização. A colheita deve se estender até o fim de agosto ou início de setembro, desde que o clima permaneça estável. “Até agora, não houve geadas nem chuvas fora de época que prejudiquem o andamento do trabalho no campo”, afirma Simão Pedro de Lima, diretor presidente executivo da Expocacer.
No cenário nacional, o boletim mais recente da consultoria Safras & Mercado aponta que a colheita do café arábica já alcançou 91% da produção estimada para 2025.
Inovação tecnológica como diferencial
A tecnologia tem papel fundamental no processo, com a Expocacer investindo em um parque industrial equipado com robótica, sensores com inteligência artificial (IA) e sistemas de conexão máquina-máquina. Essas tecnologias permitem rotas automatizadas para o rebeneficiamento do café, com controle preciso dos indicadores de desempenho e manutenção.
Sensores inteligentes monitoram vibração e temperatura das máquinas em tempo real, antecipando falhas e otimizando a manutenção preditiva. Isso já resultou em uma redução de 20% nos custos de manutenção e aumento de 10% na disponibilidade dos equipamentos.
Além disso, os cooperados têm adotado tecnologias no campo, como irrigação inteligente com sensores de umidade e estações meteorológicas, para otimizar o uso da água.
Sustentabilidade e manejo regenerativo
Para garantir a produtividade e qualidade, a cooperativa incentiva o uso de bioinsumos, práticas regenerativas e suporte técnico especializado. Simão destaca que o clima seco durante a colheita favorece a secagem natural e uniforme dos grãos, reduzindo o risco de fermentações indesejadas e agilizando o pós-colheita.
“A topografia plana facilita a mecanização, diminuindo perdas, aumentando a eficiência e reduzindo custos aos produtores”, complementa.
Mercado e estratégias de comercialização
Apesar da volatilidade recente na bolsa de Nova York, os produtores seguem adotando estratégias para comercializar parte da produção, cumprindo contratos futuros e operações de troca, além de aproveitar oportunidades pontuais no mercado.
Petrônio Primo, agente de negócios da Expocacer, ressalta: “Mesmo diante de um cenário desafiador, a cooperativa mantém liquidez aos cooperados, com ofertas competitivas, atendimento próximo e soluções personalizadas, garantindo segurança, transparência e agilidade nas negociações.”
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Seca no Paraná deve reduzir produtividade e qualidade da batata, aponta Cepea
A safra de batata no Paraná enfrenta desafios climáticos que podem impactar diretamente a produtividade e a qualidade dos tubérculos. Segundo análise do Cepea, a baixa incidência de chuvas desde o início do cultivo tende a comprometer o desenvolvimento das lavouras, especialmente nas áreas sem irrigação.
Plantio da safra das secas segue cronograma na maior parte das regiões
Nas principais regiões produtoras do estado — Curitiba, Irati e Ponta Grossa — o plantio da safra das secas ocorreu dentro do cronograma previsto. As atividades tiveram início em janeiro, com maior intensidade em fevereiro e finalização em meados de março.
A exceção foi São Mateus do Sul, onde o plantio sofreu atraso em fevereiro devido às altas temperaturas. Como consequência, houve um aumento de cerca de 15% da área cultivada em março. A colheita está prevista para começar em maio.
Falta de chuva e má distribuição hídrica preocupam produtores
Desde o início do ciclo, o volume de chuvas tem se mantido abaixo da média histórica, além de apresentar má distribuição ao longo das regiões produtoras.
Como grande parte das áreas não conta com sistemas de irrigação, a deficiência hídrica tende a afetar o desenvolvimento das plantas e a formação dos tubérculos, elevando o risco de perdas na produtividade e na qualidade da batata.
Incidência de pragas aumenta com condições climáticas adversas
Outro fator de preocupação é o aumento na incidência de pragas. A escassez de chuvas, combinada com as condições climáticas, favoreceu a presença de insetos como mosca-branca, minadora e vaquinha desde o início do ciclo.
Esse cenário foi agravado pela migração dessas pragas de culturas vizinhas, como soja e feijão, para as lavouras de batata. Ainda assim, em comparação ao ano anterior, a incidência de mosca-branca foi observada em menor intensidade.
Doenças também são registradas nas lavouras
Além das pragas, produtores relataram casos de alternaria nas plantações. A ocorrência da doença pode estar associada a falhas no manejo da irrigação, mesmo em um cenário de baixa disponibilidade hídrica.
Expectativa é de impacto na safra paranaense
Diante das condições climáticas adversas e dos desafios fitossanitários, a expectativa é de que a safra de batata no Paraná apresente queda na produtividade e possível comprometimento da qualidade dos tubérculos.
O cenário reforça a importância de estratégias de manejo mais eficientes para mitigar os impactos do clima e das pragas ao longo do ciclo produtivo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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