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Combustíveis registram queda de preços em junho, com destaque para etanol e diesel, aponta levantamento da Veloe e Fipe

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Cinco dos seis combustíveis registram queda em junho

Segundo a edição mais recente do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), cinco dos seis combustíveis monitorados no Brasil apresentaram recuo nos preços médios em junho de 2025, na comparação com maio:

  • Etanol hidratado: queda de 1,6%
  • Diesel comum: recuo de 1,5%
  • Diesel S-10: baixa de 1,4%
  • Gasolina comum: redução de 0,8%
  • Gasolina aditivada: retração de 0,6%

A exceção foi o Gás Natural Veicular (GNV), que teve leve alta de 0,1% no mês.

Acumulado do semestre mostra alta para gasolina e etanol

Na análise dos primeiros seis meses de 2025, quatro combustíveis encerraram o período com preços mais altos:

  • Etanol: +3,4%
  • Gasolina comum: +1,6%
  • Gasolina aditivada: +1,5%
  • GNV: +1,3%

Já os dois tipos de diesel apresentaram queda:

  • Diesel comum: -1,5%
  • Diesel S-10: -1,3%
Variação em 12 meses: etanol é o que mais encareceu

Todos os combustíveis monitorados tiveram aumento nos preços em 12 meses, com destaque para o etanol:

  • Etanol: +11,0%
  • Gasolina comum: +6,6%
  • Gasolina aditivada: +6,6%
  • Diesel S-10: +2,0%
  • Diesel comum: +1,8%
  • GNV: +1,1%
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Vale destacar que os preços médios nacionais podem variar de acordo com a região e localidade.

Preços médios nacionais em junho de 2025

Confira os valores médios por combustível no país em junho:

  • Gasolina comum: R$ 6,313/litro (queda de 0,8%)
    • Mais cara: Norte (R$ 6,740)
    • Mais barata: Sudeste (R$ 6,166)
    • Maiores quedas: Sul (-1,3%) e Centro-Oeste (-1,0%)
  • Etanol hidratado: R$ 4,305/litro (queda de 1,6%)
    • Mais caro: Norte (R$ 5,266)
    • Mais barato: Sudeste (R$ 4,161)
    • Maiores quedas: Sudeste e Centro-Oeste (-1,8%)
  • Diesel S-10: R$ 6,133/litro (queda de 1,4%)
    • Mais caro: Norte (R$ 6,454)
    • Mais barato: Sul (R$ 6,001)
    • Maiores quedas: Norte e Centro-Oeste (-1,6%)
  • Diesel comum: R$ 6,076/litro (queda de 1,5%)
    • Acumulado no ano: -1,5%
    • Em 12 meses: +1,8%
  • Gasolina aditivada: R$ 6,467/litro (queda de 0,6%)
    • Acumulado no ano: +1,5%
    • Em 12 meses: +6,6%
  • GNV: R$ 4,817/m³ (alta de 0,1%)
    • Acumulado no ano: +1,3%
    • Em 12 meses: +1,1%
Trajetória dos preços ao longo do semestre

A análise semanal dos preços de etanol, gasolina comum e diesel S-10 mostra:

  • Alta expressiva em janeiro, puxada por reajustes da Petrobras e aumento do ICMS.
  • Estabilidade entre fevereiro e março.
  • Tendência de queda entre abril e junho.
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Durante esse período, a Petrobras anunciou reduções nos preços do diesel e da gasolina para as distribuidoras, o que contribuiu para o alívio nos postos. A queda da taxa de câmbio e a redução nos preços internacionais das commodities também influenciaram.

Menores patamares no ano para etanol e diesel

Com a trajetória de queda, o diesel comum atingiu em junho o menor preço de 2025. O etanol e a gasolina, por sua vez, apresentaram os menores valores desde o final de janeiro.

Comparativo entre gasolina e etanol: qual compensa mais?

Segundo o Indicador de Custo-Benefício Flex:

  • Em junho, o etanol custava 72% do valor da gasolina comum no Brasil.
  • Nas capitais, essa relação foi de 72,6%.

Como ambos os percentuais estão acima do limite de 70% — ponto de equilíbrio entre os combustíveis —, a gasolina apresentou melhor custo-benefício na média nacional.

Entretanto, em estados como São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná, o etanol segue competitivo, mantendo-se como uma opção viável para abastecimento.

Fonte: Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, em parceria com a Fipe.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil formaliza adesão a programa de pesquisa para agricultura sustentável da OCDE

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O governo brasileiro formalizou, nesta sexta-feira (24), a adesão ao Programa de Pesquisa Cooperativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para Agricultura e Sistemas Alimentares Sustentáveis, conhecido pela sigla em inglês CRP.

A carta de adesão foi entregue durante reunião na sede da organização, em Paris, com a participação do secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luís Rua, e do representante do Brasil junto às Organizações Internacionais Econômicas em Paris, embaixador Sarquis J. B. Sarquis. Pela OCDE, participaram o secretário-geral adjunto, Yasushi Masaki, e a diretora de Comércio e Agricultura, Marion Jansen.

O ingresso no CRP reforça a contribuição brasileira em pesquisa agropecuária, especialmente em agricultura tropical. O Brasil conta com uma rede de instituições de pesquisa, universidades e centros de excelência, com destaque para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cuja atuação tem sido parte central dos ganhos de produtividade e sustentabilidade da agricultura nacional. A participação no programa permitirá ao Brasil ampliar sua presença nas discussões da OCDE sobre agricultura, segurança alimentar, sustentabilidade e inovação.

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A adesão também deve reduzir custos de cooperação internacional, ao permitir acesso a uma estrutura já consolidada de intercâmbio científico, bolsas de pesquisa, conferências, workshops e simpósios apoiados pelo programa.

A iniciativa é resultado da atuação conjunta do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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