AGRONEGOCIOS
Conab distribui 53 toneladas de arroz agroecológico em Aracaju por meio do Programa Arroz da Gente
AGRONEGOCIOS
Entrega de arroz agroecológico mobiliza autoridades e lideranças em Aracaju
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em conjunto com os Ministérios do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), realiza nesta quinta-feira (24), em Aracaju, uma cerimônia para a entrega de 53 toneladas de arroz agroecológico do tipo longo fino tipo 1. O alimento foi produzido por famílias quilombolas e agricultores familiares de Sergipe, por meio do Programa Arroz da Gente, coordenado pela Conab.
A aquisição foi realizada por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com recursos repassados pelo MDS à Conab. A solenidade ocorre a partir das 8h, no auditório da Associação de Engenheiros Agrônomos de Sergipe (AEASE), no bairro Jardins. Estarão presentes o presidente da Conab, Edegar Pretto, representantes de movimentos sociais, autoridades locais, lideranças da agricultura familiar e parceiros institucionais.
Famílias quilombolas e agricultores familiares são os protagonistas da produção
Das 53 toneladas de arroz que serão distribuídas, 35 toneladas foram produzidas por 47 famílias da Comunidade Tradicional de Resina, localizada no município de Brejo Grande. Outras 18 toneladas vieram da produção de 11 famílias vinculadas à Associação dos Pequenos Agricultores do Estado de Sergipe (Apaese), sediada em Monte Alegre de Sergipe.
Para a aquisição do grão, foram investidos R$ 870 mil. Esta será a maior entrega já realizada pelo Programa Arroz da Gente. A primeira ação do tipo aconteceu no final de 2024, com a doação de 32 toneladas para o Programa Bahia Sem Fome.
Apoio à comercialização fortalece segurança alimentar
A Conab apoia a comercialização de um total de 128 toneladas de arroz oriundas da Apaese e da Comunidade Tradicional de Resina. Todo o alimento adquirido via PAA será destinado ao atendimento de 31 organizações que prestam auxílio a famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional.
Programa Arroz da Gente: fomento à produção e inclusão social
Lançado no Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025, o Programa Arroz da Gente tem como objetivo ampliar e diversificar a produção de arroz no Brasil, priorizando povos e comunidades tradicionais, indígenas, assentamentos da reforma agrária e agricultores familiares.
A Conab destinou R$ 11 milhões à iniciativa, que pretende beneficiar 40 mil famílias em 257 municípios de 16 estados: Maranhão, Piauí, Ceará, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Paraíba, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima. A meta do programa é elevar a produção de arroz nos estados participantes de 8 mil para 50 mil toneladas.
Posse de novo superintendente e entrega à Cozinha Solidária
Durante a programação do evento, também será realizada a posse oficial do novo superintendente regional da Conab em Sergipe, Janderson Maués. Além disso, haverá a entrega simbólica de arroz do Programa Arroz da Gente à Cozinha Solidária Danielle Bispo, localizada no município de São Cristóvão, na Rua Marechal Deodoro da Fonseca, número 45.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina
Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.
Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.
Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.
Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.
Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:
230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.
200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.
Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.
“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.
Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.
Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.
O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão
-
Gourmet2 anos atrás
Moqueca capixaba
-
Gourmet2 anos atrás
Beijinho

