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Conbrasul Ovos 2025 vai debater impactos da economia e política global na cadeia de produção de ovos

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Discussões sobre economia, política e o futuro da produção de ovos

A 5ª edição da Conbrasul Ovos — Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos — acontecerá entre os dias 1º e 3 de junho de 2025, em Gramado (RS), reunindo lideranças e especialistas para discutir os desafios e as perspectivas da cadeia produtiva diante do atual cenário econômico e político global.

Promovido pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), o evento terá como destaque o Painel de Economia e Suprimentos, no qual serão debatidas questões como:

  • Tendências do agronegócio no Brasil e no mundo
  • Impactos do cenário financeiro global no setor
  • Expectativas econômicas para os próximos anos
  • Números e projeções para a produção nacional de ovos
Especialistas confirmados

O painel ocorrerá no dia 2 de junho, a partir das 8h50, e contará com a presença de nomes de referência no mercado:

  • Marilaine Motta, economista e assessora de investimentos do BTG Pactual, abordará Os rumos da economia no Brasil e no mundo e o cenário financeiro para o agronegócio brasileiro
  • Antônio Sartori, fundador da Brasoja Agro Corretora, trará o tema Visão global, um zoom local: a política e o Agro
  • Laíz Foltran, coordenadora de Inteligência de Mercados da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), apresentará um Overview sobre a indústria e produção de ovos no Brasil: Números e projeções
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Evento estratégico para o setor

Consolidado como um dos principais eventos do setor de ovos no país, a Conbrasul é reconhecida pela qualidade dos debates e por reunir decisores de todos os elos da cadeia produtiva. Segundo José Eduardo dos Santos, presidente executivo da Asgav e organizador do evento, “grandes decisões do setor surgiram na Conbrasul ao longo dos anos. É um espaço estratégico para troca de informações e realização de negócios”.

A expectativa é de que a edição de 2025 receba cerca de 500 participantes.

Novidades nas inscrições

Uma das novidades desta edição é a criação da categoria Membro Conbrasul Premium (MCP), voltada para profissionais de empresas fornecedoras de produtos e serviços para a cadeia produtiva. A participação desses profissionais estará vinculada ao patrocínio do evento, garantindo benefícios exclusivos por até dois anos.

Já para produtores, profissionais da indústria de ovos e representantes de instituições públicas, as inscrições seguem o mesmo formato dos anos anteriores.

Informações e contatos

Mais informações sobre a Conbrasul Ovos 2025 estão disponíveis no site oficial: www.conbrasul.com.br.

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Também é possível entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 9 8600-9684.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio brasileiro disparam e abril registra segundo melhor resultado da história

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O agronegócio brasileiro voltou a mostrar força no mercado internacional em abril de 2026. As exportações do setor alcançaram US$ 16,6 bilhões no período, crescimento de 12% em relação ao mesmo mês do ano passado e o segundo melhor resultado mensal da série histórica, ficando atrás apenas de maio de 2023.

Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram avanço consistente das vendas externas, puxado principalmente pelo complexo soja, proteínas animais e algodão.

Complexo soja lidera exportações e garante avanço da receita

A soja voltou a ser o principal motor das exportações brasileiras. Em abril, os embarques do grão atingiram 16,7 milhões de toneladas, maior volume mensal do ano, gerando receita de US$ 7 bilhões.

Além do aumento da disponibilidade da safra brasileira, o preço médio da commodity também subiu e alcançou US$ 416 por tonelada, alta anual de 8,4%.

O farelo de soja também apresentou desempenho positivo:

  • Volume exportado: 2,4 milhões de toneladas
  • Crescimento anual: 13%
  • Preço médio: US$ 363/t

Já o óleo de soja teve comportamento distinto. Apesar da queda de 7,8% no volume exportado, os preços avançaram pelo quinto mês consecutivo, alcançando US$ 1.191/t, alta de 15% frente a abril de 2025.

Carne bovina ganha força com demanda chinesa aquecida

O setor de proteínas animais manteve ritmo forte nas exportações, especialmente na carne bovina.

Os embarques de carne bovina in natura cresceram 4,3% em relação a abril do ano passado, somando 252 mil toneladas. A China permaneceu como principal destino, absorvendo 54% do total exportado.

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O principal destaque, no entanto, veio da valorização dos preços:

  • Preço médio da carne bovina: US$ 6.241/t
  • Alta anual: 24%
  • Alta frente a março: 7,3%

Segundo a análise, os chineses aumentaram os preços pagos pela proteína brasileira, influenciando diretamente o movimento de valorização internacional.

Carne suína e frango seguem em expansão

A carne suína também apresentou desempenho positivo:

  • Volume exportado: 121 mil toneladas
  • Crescimento anual: 9,7%
  • Preço médio estável em US$ 2.497/t

Já a carne de frango in natura somou 417 mil toneladas embarcadas, avanço de 2,5% sobre abril de 2025. Os preços médios chegaram a US$ 1.949/t, crescimento anual de 2,1%.

Açúcar perde valor e etanol recua nas exportações

No complexo sucroenergético, o cenário foi mais desafiador.

As exportações de etanol recuaram 50% em volume frente ao mesmo período do ano anterior, totalizando 87 mil toneladas. Apesar disso, os preços subiram 8%, chegando a US$ 624/m³.

O açúcar VHP registrou:

  • Volume exportado: 958 mil toneladas
  • Alta de 1,2% nos embarques
  • Queda de 23% no preço médio

O açúcar refinado também perdeu valor, com retração de 19% nos preços em relação a abril do ano passado.

Algodão dispara em volume, mas preços seguem pressionados

O algodão em pluma teve um dos maiores avanços do período em volume exportado.

Os embarques atingiram 348 mil toneladas, crescimento expressivo de 55% frente a abril de 2025. Entretanto, os preços continuam em trajetória de queda e recuaram 7,3% na comparação anual, chegando a US$ 1.513/t.

Fertilizantes enfrentam impacto da guerra no Oriente Médio

Enquanto as exportações avançaram, as importações de fertilizantes mostraram desaceleração em abril.

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O volume total importado caiu 11% na comparação anual, somando 3,2 milhões de toneladas. O mercado segue pressionado pelos impactos geopolíticos da guerra no Oriente Médio, que elevou preços internacionais e gerou dificuldades logísticas.

Entre os destaques:

  • Forte queda nas importações de fosfatados
  • Redução de cerca de 200 mil toneladas de ureia
  • Aumento equivalente nas compras de sulfato de amônio

O MAP foi importado a US$ 733/t FOB, alta de 16% sobre abril de 2025. Já a ureia alcançou US$ 574/t FOB, disparando 55% na comparação anual.

Segundo o relatório, parte relevante dos embarques ainda reflete contratos fechados anteriormente, o que reduz a capacidade dos dados atuais retratarem totalmente as condições mais recentes do mercado global.

Café perde receita mesmo com preços ainda elevados

Outro ponto de atenção foi o café verde.

Entre janeiro e abril de 2026, as exportações do produto somaram US$ 4,1 bilhões, mas o volume embarcado caiu 25% frente ao mesmo período do ano passado. Ainda assim, os preços médios permaneceram elevados em US$ 6.773/t.

Agro mantém protagonismo nas contas externas brasileiras

Os números reforçam o protagonismo do agronegócio na balança comercial brasileira em 2026, especialmente em um cenário global marcado por volatilidade, tensões geopolíticas e juros elevados nas principais economias.

Com forte demanda internacional por alimentos e proteínas, o Brasil segue ampliando sua presença no comércio global, sustentado principalmente pela competitividade da soja, carnes e fibras naturais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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