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Conceito de “Lavoura de Carne” será destaque em eventos agropecuários no Rio Grande do Sul
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O Rio Grande do Sul recebe, a partir desta semana, uma série de eventos voltados à apresentação do conceito de lavoura de carne, iniciativa que busca integrar agricultura e pecuária como estratégia de negócio. A proposta será conduzida pela SIA – Serviço de Inteligência em Agronegócios, em agendas que incluem feiras, seminários e encontros técnicos no Estado.
Seminário inédito durante a Fenatrigo
Um dos principais destaques será o 1º Seminário Lavoura de Carne, marcado para 1º de outubro, durante a Fenatrigo, em Cruz Alta. O diretor da SIA, Davi Teixeira, explica que o conceito amplia possibilidades de mercado ao unir as duas atividades.
“Temos o hábito de enxergar áreas agrícolas apenas para a produção de grãos. Mas é cada vez mais necessário incluir a pecuária nos modelos produtivos, beneficiando não apenas pecuaristas, mas também agricultores”, afirma.
Casos práticos e experiências reais
Teixeira adianta que as palestras terão caráter prático, com apresentação de experiências de campo.
“Vou compartilhar casos reais e ideias para mostrar como a pecuária pode fortalecer a agricultura, trazendo resiliência aos negócios e maior rentabilidade para todos”, destaca.
Agenda da SIA pelo interior gaúcho
Além da Fenatrigo, a SIA levará o tema a outros eventos importantes no Estado. Confira as próximas agendas:
- Santa Summit (Santa Maria) – 25 de setembro, com palestra de Davi Teixeira;
- Expo São Luiz (São Luiz Gonzaga) – 1º de outubro, com participação do consultor Marcelo Irala;
- Expofeira de São Gabriel – 3 de outubro, com Davi Teixeira falando sobre Pecuária Vertical: a Salvação da Lavoura;
- 2º Encontro de Ovinocultores (Rosário do Sul) – 5 de outubro, com palestra de Ana Paula Zazycki;
- Conecta Futuro 2025 (Palmeira das Missões) – 29 e 30 de outubro, com participação de Davi Teixeira.
Fonte: Portal do Agronegócio
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Produção de tabaco no Paraná atinge recorde na safra 2026, mas preços recuam no mercado
A produção de tabaco no Paraná encerrou a safra 2026 com resultado recorde, alcançando 213,7 mil toneladas. O desempenho representa um crescimento de 7% em relação ao ciclo anterior, quando foram colhidas 199,7 mil toneladas, segundo dados do Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), nesta quinta-feira (25).
O avanço foi sustentado principalmente pela expansão contínua da área cultivada, que registra crescimento há cinco safras consecutivas e atingiu 86,8 mil hectares, o maior nível já observado no estado.
Expansão da área impulsiona novo recorde de produção
O aumento da área plantada segue como principal fator de sustentação da produção recorde de tabaco no Paraná. O movimento de expansão contínua ao longo dos últimos anos consolidou o estado como um dos principais polos produtores da cultura no país.
Com maior volume de área disponível para cultivo, a safra ganhou robustez, mesmo diante de oscilações climáticas e variações regionais de produtividade.
Preços do tabaco recuam no período de maior comercialização
Apesar do desempenho positivo na produção, o mercado registrou pressão sobre os preços pagos aos produtores.
De acordo com o Deral, os valores observados em maio refletem o período de maior comercialização da safra, quando ocorre o pico de secagem das folhas em estufas após a colheita.
No mês de referência, o preço médio do quilo do tabaco tipo estufa foi de R$ 18,71, o que representa uma queda de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando a média registrada era de R$ 19,22.
Cadeia integrada garante estabilidade ao produtor
Mesmo com a leve redução nas cotações, o boletim destaca que a cultura do tabaco segue como uma das atividades mais competitivas para pequenos produtores no Paraná.
O sistema de integração produtiva, característico da cadeia do tabaco, é apontado como um dos principais fatores de estabilidade econômica, garantindo previsibilidade de comercialização e suporte técnico ao longo do ciclo produtivo.
Perspectiva do setor
O resultado da safra 2026 reforça o avanço estrutural da cultura no estado, sustentado pela ampliação da área cultivada. Para os próximos ciclos, o mercado deve seguir atento ao equilíbrio entre oferta e demanda, além da dinâmica de preços durante os períodos de maior comercialização.
Fonte: Portal do Agronegócio


