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Consórcio para maquinário agrícola impulsiona modernização e eficiência no campo

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O consórcio vem se consolidando como uma alternativa econômica e segura para produtores rurais que desejam modernizar suas operações. De acordo com Vera Lucia, consultora financeira do Consórcio Embracon, a modalidade permite a compra de equipamentos agrícolas de forma planejada, sem a cobrança de juros — apenas com taxa de administração.

Máquinas que aumentam a eficiência da produção

Por meio do consórcio, o produtor pode investir em diferentes tipos de máquinas e implementos que elevam a eficiência e a produtividade da fazenda. Entre os principais equipamentos estão:

  • Tratores: fundamentais para aragem, plantio e transporte, com potências variadas que atendem desde pequenas até grandes propriedades.
  • Colheitadeiras: automatizam a colheita de grãos como soja, milho e trigo, reduzindo perdas e agilizando o processo.
  • Pulverizadores: garantem aplicação precisa de defensivos e fertilizantes líquidos, protegendo a lavoura e aumentando a produtividade.
Implementos agrícolas e irrigação no pacote

Além dos maquinários de maior porte, o consórcio também possibilita a aquisição de implementos como grades, semeadoras, plantadeiras e carretais. Esses equipamentos ampliam a versatilidade do trator e agilizam etapas importantes da produção. Sistemas de irrigação também podem ser contemplados, garantindo a umidade ideal do solo mesmo em condições climáticas adversas, o que contribui para colheitas mais estáveis e de melhor qualidade.

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Planejamento financeiro e sustentabilidade no campo

Com parcelas acessíveis e previsibilidade nos pagamentos, o consórcio se apresenta como uma ferramenta estratégica para a modernização das propriedades rurais. Segundo especialistas, a modalidade favorece a organização financeira, o aumento da produtividade e a sustentabilidade no campo, além de ajudar o produtor a acompanhar a evolução tecnológica do agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Paraná exporta mais lácteos do que importa, mas déficit financeiro persiste no setor em 2026

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A balança comercial de lácteos do Paraná apresentou desempenho contrastante nos primeiros quatro meses de 2026. Embora o Estado tenha exportado mais produtos lácteos do que importado em volume, o resultado financeiro do setor permaneceu negativo, refletindo a diferença de valor agregado entre os itens comercializados.

Os dados constam no Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), que acompanha o comportamento do mercado agropecuário paranaense.

Exportações superam importações em volume

Entre janeiro e abril deste ano, o Paraná embarcou ao mercado internacional cerca de 4,3 mil toneladas de produtos lácteos. O volume ficou praticamente estável em relação ao mesmo período de 2025, quando as exportações somaram 4,4 mil toneladas.

Já as importações apresentaram crescimento. No primeiro quadrimestre de 2026, o Estado adquiriu 3,1 mil toneladas de produtos lácteos do exterior, volume 9% superior ao registrado nos mesmos meses do ano passado.

O resultado garantiu ao Paraná um saldo positivo em quantidade comercializada, demonstrando a competitividade do setor no mercado internacional.

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Déficit financeiro alcança US$ 3,3 milhões

Apesar do superávit em volume, a balança comercial do segmento lácteo fechou o período com resultado negativo em valor financeiro.

Segundo o levantamento do Deral, as importações somaram US$ 11,4 milhões entre janeiro e abril de 2026, enquanto as exportações geraram receita de US$ 8,1 milhões. Com isso, o déficit do setor alcançou aproximadamente US$ 3,3 milhões no acumulado do quadrimestre.

A diferença evidencia que o Paraná continua adquirindo produtos de maior valor agregado no mercado externo, enquanto exporta itens com menor valor por tonelada.

Perfil dos produtos explica resultado

De acordo com a análise dos técnicos do Deral, a composição da pauta comercial é o principal fator responsável pelo desequilíbrio financeiro observado no setor.

Entre os produtos exportados pelo Paraná, a manteiga segue como um dos principais destaques da pauta de embarques. Embora tenha participação relevante nas vendas externas, trata-se de um produto com valor agregado inferior quando comparado a outros derivados lácteos.

Por outro lado, as importações são concentradas principalmente em queijos, categoria que apresenta valor mais elevado por tonelada comercializada.

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Essa diferença de preços faz com que o montante desembolsado nas compras internacionais seja superior à receita obtida com as exportações, mesmo quando o volume exportado supera o importado.

Desafio é ampliar valor agregado das exportações

O cenário reforça um dos principais desafios da cadeia leiteira paranaense: aumentar a participação de produtos industrializados e de maior valor agregado na pauta de exportação.

A diversificação dos derivados destinados ao mercado externo pode contribuir para melhorar o desempenho financeiro da balança comercial do setor, agregando renda à cadeia produtiva e fortalecendo a competitividade da indústria láctea estadual.

Enquanto isso, os números do primeiro quadrimestre mostram que o Paraná mantém presença relevante no comércio internacional de lácteos, mas ainda enfrenta o desafio de transformar o superávit em volume em resultados positivos também na geração de receita.

Fonte: Portal do Agronegócio

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