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Controle de pragas e bioestímulo em maçã e uva são destaque no Seminário Nacional de Fruticultura
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A cidade de São Joaquim (SC) recebe, entre os dias 10 e 12 de junho, a 16ª edição do Seminário Nacional de Fruticultura (Senafrut), considerado um dos principais encontros técnicos e científicos voltados ao setor de frutas no Brasil. O evento reúne produtores, consultores, pesquisadores e empresas fornecedoras de tecnologias, promovendo debates e apresentação de inovações para a fruticultura nacional.
Sipcam Nichino Brasil apresenta soluções para maçã e uva
A Sipcam Nichino Brasil, tradicional companhia do setor de agroquímicos, marca presença no evento com um portfólio focado em nutrição, controle de pragas e doenças nas culturas de maçã e uva. A empresa tem forte atuação em hortifrúti e destaca o compromisso com a produtividade e rentabilidade dos produtores, mesmo diante de desafios climáticos.
Bioestimulantes ganham espaço no manejo
Entre as novidades, a empresa apresenta sua plataforma de bioestimulantes, composta pelos produtos Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde. Segundo a companhia, essas soluções promovem um aumento significativo na produtividade e na sanidade das lavouras, com melhor desempenho fisiológico das plantas, como maior capacidade fotossintética e melhor desenvolvimento vegetativo e reprodutivo.
“Comprovamos a potencialização do desenvolvimento das culturas com o uso adequado dessas tecnologias de última geração”, afirma José de Freitas, engenheiro agrônomo da área de desenvolvimento de mercado da Sipcam Nichino.
Controle de pragas e doenças com tecnologias avançadas
Além dos bioestimulantes, a companhia vai destacar no Senafrut o desempenho de seus produtos voltados ao controle fitossanitário. Serão apresentadas informações e resultados obtidos com os fungicidas Academic®, Dodex®, Metiltiofan® e Zetanil®, além do inseticida Trebon®, utilizados no combate às principais doenças e pragas que afetam as culturas de maçã e uva.
Investimentos em pesquisa e desenvolvimento
De acordo com Freitas, a fruticultura do Sul do Brasil tem papel estratégico para os negócios da Sipcam Nichino. Ele destaca que a empresa tem investido constantemente em pesquisa e desenvolvimento de soluções tecnológicas com o objetivo de apoiar o produtor no enfrentamento de desafios climáticos e fitossanitários, contribuindo para uma produção mais eficiente e sustentável.
“Nosso objetivo é auxiliar o produtor a produzir mais e melhor, mesmo diante dos entraves que o campo apresenta”, conclui o engenheiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Colheita avança e clima favorece safra de café 2026 no Brasil, aponta Rabobank
A safra brasileira de café 2026 segue apresentando evolução positiva no campo. De acordo com o mais recente relatório do Rabobank, a colheita avançou em todas as principais regiões produtoras do país durante o mês de maio, beneficiada por condições climáticas favoráveis tanto para o café arábica quanto para o conilon (robusta).
Segundo a análise, o rendimento das lavouras permanece dentro da normalidade para o período, sem registros de problemas significativos que possam comprometer a produção. A previsão de tempo seco e estável para as próximas semanas deve continuar favorecendo o ritmo dos trabalhos de colheita.
Clima contribui para avanço da colheita
Nas principais regiões produtoras, os volumes de chuva registrados em maio ficaram abaixo das médias históricas, condição que favoreceu a entrada das máquinas nas lavouras e reduziu interrupções durante a colheita.
Em Guaxupé (MG), um dos principais polos produtores de café arábica do país, o acumulado de chuvas foi de 21 milímetros durante o mês, abaixo da média histórica de 47 milímetros. Em Patrocínio (MG), no Cerrado Mineiro, foram registrados 17,7 milímetros, também abaixo da média dos últimos anos.
Nas regiões produtoras de conilon, o comportamento foi semelhante. Alta Floresta D’Oeste (RO) acumulou 15 milímetros de chuva em maio, enquanto Linhares (ES) registrou 30,9 milímetros, volumes inferiores aos padrões históricos.
De acordo com os analistas, as precipitações pontuais observadas ao longo do mês não foram suficientes para comprometer o andamento das atividades no campo.
Granizo provoca danos localizados no Sul de Minas
O levantamento aponta que algumas áreas do Sul de Minas Gerais registraram episódios isolados de granizo, especialmente nos municípios de Boa Esperança e Campo do Meio.
Apesar dos danos observados em determinadas propriedades, o Rabobank destaca que os impactos foram localizados e não representam ameaça relevante à produção regional. O fenômeno é considerado comum para esta época do ano no cinturão cafeeiro brasileiro e, historicamente, costuma gerar perdas limitadas.
Exportações mostram recuperação em abril
No comércio exterior, o Brasil embarcou aproximadamente 3,12 milhões de sacas de café de 60 quilos em abril de 2026.
O volume representa crescimento de 0,64% em relação ao mesmo mês de 2025 e alta de 1,6% na comparação com março deste ano.
Apesar da recuperação mensal, o desempenho acumulado ainda segue abaixo do registrado no ano anterior. Entre janeiro e abril, as exportações brasileiras somaram cerca de 11,6 milhões de sacas, resultado 16% inferior ao observado no mesmo período de 2025.
A expectativa do mercado é de que os embarques ganhem força nos próximos meses com o avanço da nova safra. O início da colheita tende a aumentar a disponibilidade de café para comercialização e estimular a liberação gradual dos estoques retidos pelos produtores.
Especialistas alertam que a manutenção prolongada do produto armazenado pode resultar em desvalorização, já que o mercado passa a classificar o café como safra antiga.
Mercado apresenta comportamento distinto entre arábica e conilon
O mercado cafeeiro vive um momento de divergência entre as duas principais variedades produzidas no Brasil.
Após registrarem valorização em abril, os preços passaram a seguir trajetórias diferentes em maio. O café arábica acumulou queda de 10,9%, refletindo a expectativa de aumento da oferta da safra 2026/27 e uma postura mais cautelosa dos compradores.
Já o café conilon apresentou maior estabilidade, com recuo de apenas 0,4% no período. O desempenho reforça a percepção de maior equilíbrio entre oferta e demanda para essa variedade.
Analistas observam que o conilon continua encontrando suporte na demanda da indústria e em uma oferta global mais ajustada, enquanto o arábica enfrenta maior pressão diante da perspectiva de uma safra brasileira mais robusta.
Perspectivas para o setor
Com a colheita avançando em ritmo satisfatório e sem problemas climáticos relevantes até o momento, o cenário segue favorável para os produtores brasileiros.
O mercado, entretanto, continuará atento ao comportamento das exportações, ao desenvolvimento final da safra e à evolução dos preços internacionais, especialmente do arábica, que permanece mais sensível às expectativas de oferta global.
Para os próximos meses, a combinação entre avanço da colheita, aumento da disponibilidade física e movimentação dos estoques deverá ser determinante para a formação dos preços e para o desempenho do setor cafeeiro brasileiro em 2026.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


