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Corte das chuvas gera nova preocupação para a produção de milho no Paraná

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A escassez de chuvas no Paraná voltou a acender o alerta para os produtores de milho, especialmente para aqueles que apostam na segunda safra, conhecida como “safrinha”. O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, divulgou o relatório semanal sobre as condições climáticas e de cultivo das principais culturas do estado.

A atual situação evidencia que, embora a safra ainda esteja em andamento, os desafios climáticos podem impactar a produtividade do milho nos próximos dias.

A evolução das lavouras de milho no Paraná

O relatório do Deral detalha que, das lavouras de milho semeadas no estado, 7% encontram-se ainda em desenvolvimento vegetativo, 26% estão em floração, 61% em frutificação e 6% já em processo de maturação. Essa distribuição indica que a maior parte das lavouras já entrou em fase de frutificação, etapa crítica para o desenvolvimento da safra.

Em termos de condições gerais das lavouras, os técnicos do Deral avaliaram 62% da área como estando em boas condições, 24% em condições médias e 14% em condições ruins. Esses números refletem um cenário misto, com boa parte das lavouras se desenvolvendo adequadamente, mas uma parcela significativa também enfrentando dificuldades.

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A preocupação com a falta de chuvas

O cenário favorável para o milho, porém, foi afetado pela interrupção das chuvas. O último registro de chuvas significativas no estado ocorreu há mais de 10 dias, o que gerou um novo foco de preocupação entre os produtores. As lavouras, especialmente na região norte do Paraná, estão mais suscetíveis aos impactos da seca, o que levanta a possibilidade de perdas significativas nas áreas de cultivo.

Os técnicos do Deral destacam que diversos municípios no norte do estado já apontam perdas consolidadas devido à falta de chuvas. No entanto, as primeiras áreas colhidas têm apresentado rendimentos satisfatórios, o que oferece alguma esperança de que o impacto das condições climáticas não seja tão severo em toda a safra. A expectativa é que, nas áreas mais tardias, a produtividade seja reduzida em comparação com as colheitas iniciais.

Projeções para a produtividade da safrinha

Apesar das dificuldades enfrentadas por alguns produtores, a safrinha de milho ainda apresenta oportunidades. O cenário varia de acordo com a localização e o momento da colheita, mas, em geral, as lavouras mais precoces podem resultar em uma produção mais eficiente. Já as áreas que enfrentam a seca mais severa devem registrar produtividade abaixo da média, o que prejudicará o rendimento geral da safra.

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Os técnicos do Deral seguem monitorando de perto o clima e o desenvolvimento das lavouras, recomendando cuidados adicionais na gestão da irrigação e estratégias para mitigar os efeitos da estiagem nas lavouras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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