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CPG Bacias do Norte realiza 5ª sessão e discute a gestão sustentável pesqueira na região

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realizou a 5ª Sessão Ordinária do Comitê Permanente de Gestão (CPG) da Pesca de Bacias do Norte, em Tefé, Amazonas, entre os dias 11 a 12 de junho. Com a participação de pescadores e pescadoras artesanais, pesquisadores e entidades da sociedade civil, foram discutidas as prioridades na gestão sustentável dos recursos pesqueiros da região.

Para o pescador Arlindo Mendes, os momentos em que o MPA está presente nas comunidades são de suma importância para os trabalhadores da pesca. “É muito valioso porque visitaram minha comunidade, conheceram de perto nossas dificuldades. Também podemos colocar nossas propostas e apresentar para o Ministério nossas demandas. Além disso, ficamos mais por dentro das discussões das portarias que tratam de nosso território”, avalia.

O engenheiro de pesca da Secretaria Nacional da Pesca Artesanal (SNPA) Gabriel Neves, relata que esses espaços são de discussão entre governo e entidades da sociedade civil. “Nós trouxemos ricas discussões, como a revisão da portaria 43/2024 que estabelece o regramento da pesca nas águas continentais, além de outras questões, a exemplo do camarão da amazônia, o caranguejo-uçá e a pesca do acari”, destaca.

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Os CPG’s se baseiam na participação efetiva dos usuários dos recursos pesqueiros no processo de gestão e na tomada de decisões relacionadas às medidas de ordenamento, com vistas à formulação de recomendações para a melhoria da gestão pesqueira.

Entre as recomendações encaminhadas no CPG Norte está a indicação do município de Tefé/AM como um dos locais estratégicos para a realização de discussões participativas no processo de revisão da Portaria nº 48/2007, considerando a demanda dos manejadores da região.

Rede Pesca Brasil

Os CPG’s do MPA possuem um papel fundamental na sustentabilidade dos recursos pesqueiros do Brasil. Criados pelo Decreto 10.736, de 2021, eles fazem parte da Rede Pesca Brasil, um esforço colaborativo que reúne representantes de diversos setores da sociedade e do governo para assessorar a gestão pesqueira.

Cada comitê foca em um tipo específico de recurso ou região geográfica, possibilitando uma abordagem setorizada e eficaz para atuar com os desafios da pesca em diferentes áreas do país.

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Carne gaúcha amplia competitividade global cinco anos após reconhecimento sanitário internacional

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O Rio Grande do Sul completa cinco anos do reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação, marco sanitário que elevou a competitividade da carne gaúcha no mercado internacional e abriu novas oportunidades para a pecuária do estado.

A certificação foi concedida em 27 de maio de 2021, durante a 88ª Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), consolidando um dos avanços mais relevantes da defesa sanitária animal brasileira nos últimos anos.

Desde então, o status sanitário passou a representar um diferencial estratégico para a cadeia pecuária gaúcha, fortalecendo a confiança dos compradores internacionais e ampliando o potencial de acesso a mercados mais exigentes.

Reconhecimento internacional fortaleceu a imagem da pecuária gaúcha

Segundo informações da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), o reconhecimento internacional consolidou o estado em uma posição de destaque no cenário global da proteína animal.

A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA/Seapi), Rosane Collares, destaca que a conquista foi resultado de um trabalho técnico construído ao longo de anos entre o Serviço Veterinário Oficial, entidades do setor e produtores rurais.

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De acordo com a dirigente, a certificação representou um marco histórico para toda a cadeia produtiva do estado, reforçando a credibilidade do sistema sanitário gaúcho perante os mercados internacionais.

Status sanitário exige vigilância contínua e controle rigoroso

Apesar do avanço conquistado, a manutenção do status de área livre de febre aftosa sem vacinação continua exigindo ações permanentes de vigilância sanitária, monitoramento e integração entre governo e setor produtivo.

O Serviço Veterinário Oficial segue atuando em programas de fiscalização, controle de trânsito animal e acompanhamento sanitário para preservar a condição conquistada pelo Rio Grande do Sul.

Segundo Rosane Collares, o reconhecimento internacional ampliou a competitividade da pecuária gaúcha e fortaleceu a confiança na qualidade da produção local, mas também aumentou a responsabilidade sobre o sistema de defesa agropecuária.

Nos últimos cinco anos, o estado intensificou ações de controle sanitário e vigilância epidemiológica para garantir a manutenção da certificação internacional e preservar a credibilidade do setor pecuário gaúcho.

Carne gaúcha ganha espaço e competitividade no mercado externo

A certificação sanitária passou a funcionar como um importante diferencial competitivo para a carne produzida no Rio Grande do Sul. O reconhecimento internacional favoreceu a abertura de mercados e fortaleceu a imagem da pecuária gaúcha junto aos importadores globais.

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Além de ampliar oportunidades comerciais, o status sanitário também agregou valor à produção estadual, especialmente em mercados que possuem protocolos mais rígidos para importação de proteína animal.

O avanço sanitário é considerado estratégico para o crescimento sustentável das exportações gaúchas e para o fortalecimento da cadeia produtiva da carne bovina no estado.

Defesa agropecuária segue como prioridade no estado

O governo gaúcho reforça que a preservação do status sanitário depende do comprometimento permanente de produtores, entidades e órgãos oficiais de fiscalização.

A manutenção da condição de área livre de febre aftosa sem vacinação é vista como um patrimônio da agropecuária do Rio Grande do Sul e um dos principais ativos da competitividade da carne gaúcha no mercado internacional.

Com o reconhecimento consolidado, o estado segue trabalhando para ampliar sua presença global e fortalecer a segurança sanitária da produção pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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