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Crédito Rural Como Oportunidade Lucrativa no Setor de Franquias: Sonhagro Destaca-se no Mercado

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O mercado de franquias no Brasil registrou um crescimento significativo em 2024, atingindo um faturamento superior a R$ 273 bilhões, o que representa um aumento de 13,5% em relação ao ano anterior, conforme dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Nesse cenário promissor, a Sonhagro, pioneira no Brasil como franquia de crédito rural, surge como uma excelente oportunidade para investidores interessados no setor de serviços financeiros voltados ao agronegócio.

Com mais de uma década de experiência no mercado, a Sonhagro já atendeu mais de 10.000 clientes em todo o país e intermediou mais de R$ 90 milhões em créditos rurais durante a safra 2024/2025. Atualmente, a rede conta com 90 unidades espalhadas pelo Brasil, consolidando-se como uma marca de forte presença no setor.

O modelo de negócios da Sonhagro se destaca pela simplicidade e acessibilidade. No formato home-based, os franqueados operam diretamente de suas residências, o que reduz consideravelmente os custos operacionais e potencializa a rentabilidade. Para se tornar um franqueado, o investimento inicial é de R$ 35 mil, sem cobrança de fundo de publicidade. A expectativa de faturamento médio mensal é de R$ 16 mil, com uma lucratividade de 39,1%. O retorno do investimento pode ser alcançado em um prazo que varia de 6 a 12 meses.

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Romário Alves, CEO e fundador da Sonhagro, comenta: “O agronegócio é um dos setores mais importantes do país. Nossa missão é facilitar o acesso ao crédito rural, oferecendo aos produtores as ferramentas necessárias para expandir seus negócios e contribuir ainda mais para o desenvolvimento econômico.”

Com a crescente demanda por serviços financeiros especializados no setor, a Sonhagro oferece aos investidores uma oportunidade de negócio que atende às necessidades do mercado. A marca combina expertise, suporte contínuo e um modelo operacional eficiente, alinhando-se às tendências de crescimento do setor agrícola e da franquia no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Senado aprova uso do Fundo Social do Pré-Sal para renegociar dívidas do agro

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O Senado aprovou na quarta-feira (11.06) o projeto de lei que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos. A proposta, que também prevê a utilização de recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), segue para sanção presidencial.

O texto aprovado estabelece condições especiais para produtores que registraram perdas em pelo menos duas safras e prevê taxas de juros entre 3,5% e 7,5% ao ano. Diferentemente da versão aprovada pela Câmara dos Deputados, que previa a destinação de R$ 30 bilhões a R$ 100 bilhões para a operação, o parecer do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), transferiu ao Poder Executivo a definição do volume de recursos que poderá ser utilizado.

A proposta foi defendida por parlamentares ligados ao agronegócio como uma alternativa para enfrentar o aumento do endividamento no campo, agravado pelas perdas provocadas por secas e enchentes em diferentes regiões do País. O projeto beneficia produtores atingidos por eventos climáticos reconhecidos oficialmente.

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O governo federal, no entanto, manteve restrições ao texto durante a tramitação. O Ministério da Fazenda defendia mudanças nos critérios de enquadramento dos produtores e propôs juros mais elevados para a renegociação. Parte das sugestões foi rejeitada pelo relator.

Criado em 2010, o Fundo Social do Pré-Sal tem como objetivo financiar políticas públicas permanentes com recursos da exploração de petróleo. Atualmente, metade das receitas é destinada à educação e a parcela restante atende áreas como saúde, habitação, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente.

Críticos da proposta argumentam que a medida pode reduzir recursos disponíveis para outros programas financiados pelo fundo. Estimativas indicam que o Fundo Social do Pré-Sal destinou cerca de R$ 35 bilhões ao programa Minha Casa, Minha Vida entre 2025 e 2026, contribuindo para a ampliação da meta de contratação de moradias.

A aprovação ocorre em meio à pressão do setor agropecuário por medidas de socorro financeiro. O aumento do endividamento dos produtores levou entidades do setor e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a defenderem a criação de mecanismos permanentes para enfrentar os impactos das mudanças climáticas sobre a produção.

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Fonte: Pensar Agro

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