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Crédito rural passa a exigir mais controle ambiental e planejamento e redefine acesso ao financiamento no agro em 2026

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O crédito rural deixou de ser apenas uma ferramenta de apoio à produção e passou a exercer um papel mais amplo de organização e seleção dentro do agronegócio brasileiro em 2026. A primeira semana de abril marca a consolidação dessa mudança, com novas regras de concessão e maior rigor na liberação de financiamentos.

O cenário aponta para um ambiente mais criterioso, em que acesso ao crédito passa a depender de conformidade ambiental, gestão estruturada e maior capacidade de planejamento por parte dos produtores.

Bancos passam a cruzar dados de desmatamento antes da concessão de crédito

A principal mudança vem do sistema financeiro. Desde 1º de abril, instituições bancárias passaram a ser obrigadas a cruzar dados de desmatamento por satélite antes da liberação de financiamentos rurais.

Na prática, o acesso ao crédito passa a estar condicionado ao cumprimento de critérios ambientais mais rigorosos. A medida atinge um volume bilionário em operações e reposiciona o crédito rural como instrumento de controle de risco e governança no setor.

Novas exigências aumentam rigor e podem limitar acesso ao financiamento

Com as novas regras, produtores rurais passam a enfrentar um ambiente mais restritivo. Áreas com registros recentes de desmatamento podem ter o crédito negado ou condicionado à apresentação de documentação adicional.

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Esse processo aumenta a complexidade das operações e pode elevar o tempo de análise e liberação dos recursos. Ao mesmo tempo, o setor manifesta preocupação com possíveis inseguranças jurídicas e com a confiabilidade dos dados utilizados nos critérios de avaliação.

Cenário econômico e climático aumenta cautela no campo

As mudanças regulatórias se somam a um contexto já desafiador para o agronegócio. Custos elevados de produção, margens mais apertadas e instabilidade climática seguem pressionando a rentabilidade no campo.

Dados do setor indicam um comportamento mais conservador na tomada de crédito, com produtores reduzindo níveis de alavancagem e adotando maior cautela diante das incertezas econômicas e produtivas.

Crédito rural passa a exigir gestão mais profissionalizada

Segundo especialistas do setor, o crédito rural se tornou um instrumento de seleção dentro do agronegócio.

“O crédito rural passou a ser um instrumento de seleção dentro do agro. Quem tem gestão, organização e conformidade consegue avançar. Quem ainda opera no improviso encontra mais barreiras”, afirma Romário Alves, CEO da Sonhagro.

Planejamento e gestão ganham peso na liberação de recursos

O novo cenário também altera a forma como o produtor rural se organiza para acessar financiamento. Em vez de decisões pontuais, passa a ser necessário planejamento antecipado das operações, considerando aspectos técnicos, ambientais e financeiros.

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O crédito deixa de ser uma solução imediata e passa a integrar o planejamento estratégico das propriedades rurais.

Análise de risco se torna decisiva para acesso ao crédito

As instituições financeiras têm ampliado suas exigências, reforçando o papel da análise de risco na concessão de crédito rural. Paralelamente, produtores buscam apoio especializado para estruturar operações mais seguras e eficientes.

Nesse contexto, o acesso ao financiamento passa a depender não apenas de garantias tradicionais, mas também da qualidade da gestão e da previsibilidade do negócio.

“O agro está mais profissional porque o risco aumentou. O produtor precisa antecipar decisões, organizar fluxo de caixa e entender o crédito como parte da estratégia, não como solução de última hora”, complementa Alves.

Crédito rural se consolida como vetor de organização do agro brasileiro

O resultado desse novo cenário é um setor mais estruturado e menos tolerante ao improviso. Com maior pressão regulatória, climática e de custos, o crédito rural se consolida como um dos principais elementos de organização, eficiência e competitividade do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Aprenda a fazer tambaqui assado

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Aprenda a preparar um delicioso tambaqui assado no forno com temperos simples e um modo de preparo fácil.

 

Ingredientes 

1 tambaqui limpo 

Suco de 2 limões 

4 dentes de alho amassados 

Sal e pimenta a gosto 

1 cebola em rodelas 

1 pimentão em tiras (opcional) 

Azeite a gosto 

Papel alumínio 

 

Modo de Preparo 

Preparação do Peixe: 

Limpe bem o tambaqui, abrindo pela barriga e fazendo cortes transversais em ambos os lados para que o tempero penetre melhor 

Lave o peixe com água e suco de 2 limões para eliminar odores 

 

Tempero: 

Em um refratário, misture o suco de limão, alho, sal e pimenta. Deixe o tambaqui marinar nessa mistura por pelo menos 2 horas, ou de um dia para o outro, se possível 

Após a marinada, coloque o peixe em uma assadeira e recheie com cebola e pimentão 

 

Assar: 

Regue o peixe com azeite e embrulhe-o em papel alumínio, fechando bem para não escapar o vapor.  

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Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por cerca de 20 minutos 

Após esse tempo, retire o papel alumínio, vire o peixe e asse até que fique bem dourado, o que pode levar mais 20 a 30 minutos 

 

Servir: 

Sirva o tambaqui assado acompanhado de purê de batata, arroz ou salada, conforme sua preferência 

Para um sabor ainda mais intenso, você pode adicionar ervas como salsinha ou coentro ao tempero 

O tambaqui é um peixe muito versátil e pode ser preparado de várias maneiras, incluindo grelhado ou frito 

 

 

Produção pesqueira 

 No cultivo nacional de pescado, o tambaqui mantém-se como a segunda espécie mais produzida, ficando atrás somente da tilápia. Em 2024, a produção de tambaqui no país totalizou 113 mil toneladas, o que representa um aumento de 3,92% em relação a 2023.  

O peixe amazônico é criado majoritariamente em fazendas na região Norte do país. O estado de Rondônia é o maior produtor, com 52,93 mil toneladas em 2024, seguido de Roraima, com 12,93 mil toneladas, e Maranhão, no Nordeste, com 11,7 mil toneladas. 

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 O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) atua no fomento, ordenamento e pesquisa do tambaqui. As principais ações incluem parcerias com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no projeto BRS Aqua, o zoneamento e a liberação de parques aquícolas para cultivo em grande escala, e o incentivo a pesquisas de melhoramento genético.  

 Bom apetite! Essa receita é perfeita para impressionar em um almoço ou jantar especial. Se você gostou, experimente também outras variações, como o tambaqui recheado! 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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