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Daniel Vilela destaca investimentos para diversificação econômica e turismo rural em Goiás

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O governador Daniel Vilela reforçou a importância de investimentos para diversificação econômica no campo durante a Tecnoshow, em Rio Verde (GO). A solenidade destinou R$ 473 mil para qualificação e acesso a crédito de produtores rurais, por meio dos programas Agro é Social e Aconchego Rural, com foco em turismo rural e empreendedorismo.

Incentivo à diversificação econômica e turismo rural

A ação atendeu produtores de seis municípios goianos: Acreúna, Jataí, Paraúna, Petrolândia, Rio Verde e Santa Helena. O objetivo é criar novas oportunidades de renda, valorizar a cultura local e estimular a visitação de turistas a comunidades rurais, promovendo o desenvolvimento econômico e social do campo.

“É uma nova alternativa de desenvolvimento e renda para nossos pequenos e médios produtores. As famílias poderão receber pessoas, mostrar sua produção e o potencial econômico do setor rural”, afirmou Vilela.

Estratégia de geração de renda e capacitação

A coordenadora do Goiás Social e primeira-dama, Iara Netto Vilela, destacou a importância de ações que combinem educação ambiental, crédito social e apoio institucional, permitindo que produtores rurais iniciem ou expandam seus negócios em agricultura, artesanato e culinária local.

“O turismo rural tem crescido globalmente, e Goiás possui enorme potencial para desenvolvimento nesse setor”, afirmou Rafael Gouveia, presidente da Emater-GO, reforçando investimentos em inovação, mecanização e tecnificação das propriedades rurais.

Estrutura estratégica na Tecnoshow

Durante o evento, o Governo de Goiás apresentou programas estaduais voltados à cadeia do agronegócio, incluindo:

  • Plantão técnico e Feira do Produtor;
  • Encontro com secretários municipais;
  • Reunião do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO);
  • Palestras, degustações de produtos regionais e apresentações culturais.
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Segundo o secretário de Agricultura, Ademar Leal, a estratégia é dar continuidade a projetos bem-sucedidos e acelerar avanços com apoio do governo.

Diálogo e compromisso com o setor agropecuário

O governador também reforçou a prioridade em manter diálogo constante com o setor agropecuário, visitando estandes e conversando com produtores. “O setor terá uma cadeira cativa ao meu lado para buscar soluções e fortalecer ações que promovam o crescimento do Estado”, afirmou.

Para Clodoaldo Calegari, presidente da Aprosoja-GO, a proximidade entre governo e produtores é essencial para políticas públicas duradouras. Ele destacou ainda a participação no Grupo de Trabalho para o desenvolvimento do Vale do Araguaia, reforçando a importância de diálogo e planejamento estratégico.

Continuidade e perspectivas

A Tecnoshow segue até o dia 10 de abril, reunindo expositores, produtores, pesquisadores e empresas de diversas regiões do país, consolidando-se como espaço de interação, capacitação e fomento à inovação no agronegócio goiano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro brasileiro sofre mais de 39 mil ataques cibernéticos em 2025 e alerta cresce com avanço da conectividade no campo

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Agro 4.0 impulsiona produtividade, mas amplia superfície de ataque digital

O avanço da tecnologia no campo tem transformado a produção agrícola brasileira. Sensores inteligentes, máquinas autônomas, drones, sistemas de irrigação conectados e plataformas de rastreabilidade já fazem parte da rotina de fazendas, cooperativas e operações logísticas em todo o país.

Esse movimento elevou a produtividade e a eficiência do agronegócio, mas também ampliou significativamente a exposição do setor a ameaças cibernéticas.

Brasil registra mais de 39 mil ataques cibernéticos ao agro em 2025

De acordo com levantamento da ISH Tecnologia, o agronegócio brasileiro registrou mais de 39 mil ataques cibernéticos em 2025. O volume representa uma média superior a 3,2 mil tentativas de invasão por mês.

Os dados reforçam a entrada definitiva do setor no radar de grupos especializados em ransomware, sequestro de dados e extorsão digital.

Em escala global, o cenário também preocupa. O setor de alimentos e agricultura contabilizou 265 ataques de ransomware no mesmo período, segundo relatório da Food & Ag-ISAC, entidade internacional de monitoramento de ameaças cibernéticas no agro.

Conectividade no campo aumenta riscos operacionais

A expansão da conectividade no agronegócio é um dos principais fatores por trás do aumento da vulnerabilidade digital.

Hoje, operações agrícolas integram tecnologias operacionais (OT), dispositivos de Internet das Coisas (IoT), plataformas em nuvem e sistemas corporativos. Essa interligação, embora traga ganhos de eficiência, também amplia os pontos de acesso para ataques.

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Quando comprometidos, esses sistemas podem impactar diretamente a produção, a logística, o armazenamento e até o abastecimento de alimentos.

Segurança digital passa a ser questão de continuidade operacional

No Brasil, o agronegócio responde por cerca de 25% do PIB e encerrou 2025 com recorde de US$ 169,2 bilhões em exportações, o que aumenta a relevância estratégica da proteção digital no setor.

Segundo especialistas, o risco cibernético deixou de ser apenas uma questão de proteção de dados e passou a afetar diretamente a continuidade operacional das empresas.

Para Rafaela Silva, Business Development Manager na Genetec, a segurança física e digital agora são indissociáveis dentro do ambiente produtivo.

“A transformação digital do agro ampliou significativamente a capacidade de monitoramento e eficiência das operações, mas também aumentou a exposição a riscos cibernéticos. Hoje, uma falha de segurança pode impactar desde sistemas de irrigação até cadeias logísticas e centros de distribuição”, afirma.

Ataques estão mais sofisticados e focados em operações críticas

O nível de complexidade das ameaças também aumentou. Em muitos casos, invasores atuam de forma silenciosa, mapeando acessos remotos, dispositivos conectados e vulnerabilidades por semanas antes de executar ataques.

As ações podem resultar em extorsão, paralisação de sistemas operacionais e roubo de informações estratégicas.

Integração entre segurança física e cibersegurança ganha força no agro

A convergência entre ambientes físicos e digitais tem exigido uma nova abordagem de proteção no campo. Câmeras inteligentes, controle de acesso, monitoramento remoto e análise de dados em tempo real já fazem parte da infraestrutura de grandes fazendas, cooperativas e centros logísticos.

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Segundo especialistas, a resposta mais eficiente passa por uma estratégia integrada de segurança.

“O agro opera em um ambiente distribuído, com múltiplos acessos remotos, parceiros e dispositivos conectados. Isso exige uma estratégia integrada, em que segurança física e cibersegurança em camadas atuem juntas para proteger operações críticas e garantir resiliência”, destaca Rafaela.

Desigualdade tecnológica ainda é desafio para o setor

Outro ponto de atenção é a diferença no nível de maturidade digital entre os elos do agronegócio. Enquanto grandes grupos aceleram investimentos em automação e conectividade, muitas operações ainda lidam com sistemas desatualizados, baixa segmentação de redes e pouca visibilidade sobre vulnerabilidades.

Essa assimetria amplia os riscos e cria pontos de entrada para ataques em toda a cadeia produtiva.

Cibersegurança se consolida como pilar do Agro 4.0

Com a expansão do Agro 4.0, especialistas avaliam que a segurança digital tende a se tornar um dos pilares centrais da continuidade operacional do setor.

À medida que automação, monitoramento remoto e integração tecnológica avançam, cresce também a necessidade de estratégias robustas de proteção para garantir resiliência, estabilidade e segurança nas operações agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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