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Dólar hoje abre a R$ 5,01 no Brasil com mercado atento à tensão no Oriente Médio e cenário global de risco

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O dólar abriu a sexta-feira (24) em alta no mercado brasileiro, refletindo a cautela dos investidores diante da continuidade das tensões no Oriente Médio e do ambiente global de maior aversão ao risco. Por volta das 9h51, a moeda americana avançava 0,27%, sendo negociada a R$ 5,0164.

Na véspera, o câmbio já havia encerrado o pregão em alta de 0,58%, cotado a R$ 5,0028, consolidando uma sequência de ajustes influenciada por fatores externos e fluxo internacional.

Mercado financeiro reage a cenário geopolítico e aversão ao risco

O principal fator de atenção dos investidores segue sendo o cenário no Oriente Médio, onde movimentos diplomáticos e militares aumentam a volatilidade dos mercados globais. Apesar de sinais pontuais de possíveis negociações para redução do conflito, a incerteza ainda domina o ambiente financeiro internacional.

Esse contexto mantém a busca por ativos considerados mais seguros, como o dólar, pressionando moedas de economias emergentes, incluindo o real.

Dólar acumula queda no ano, apesar de volatilidade recente

Mesmo com a alta pontual no dia, a moeda americana mantém desempenho negativo no acumulado de 2026 no Brasil.

  • Semana: +0,39%
  • Mês: -3,40%
  • Ano: -8,85%
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A volatilidade recente reflete um mercado sensível a fatores externos, especialmente geopolítica e expectativa em relação aos juros globais.

Ibovespa segue em ajuste após queda na véspera

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, encerrou o pregão anterior em queda de 0,78%, aos 191.378 pontos, acompanhando o movimento de cautela global.

No acumulado:

  • Semana: -2,23%
  • Mês: +2,08%
  • Ano: +18,78%

O desempenho ainda positivo no ano é sustentado por setores ligados a commodities e fluxo estrangeiro, embora o curto prazo siga pressionado por incertezas externas.

Cenário segue sensível a fatores internacionais

O mercado financeiro inicia o dia com atenção redobrada a indicadores externos, decisões geopolíticas e possíveis desdobramentos no Oriente Médio, fatores que continuam influenciando diretamente o câmbio e a bolsa brasileira.

A tendência de curto prazo segue dependente do fluxo internacional e da percepção de risco global, com impacto direto sobre o comportamento do dólar e do Ibovespa ao longo do pregão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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