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Emater-MG destaca valorização do café e protagonismo feminino na Expocafé 2025

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A Emater-MG será uma das expositoras da Expocafé 2025, maior feira de cafeicultura do país, que acontece de 27 a 29 de maio no aeroporto de Três Pontas, no Sul de Minas Gerais. O evento espera receber milhares de visitantes interessados em tecnologia, negócios e inovação para o setor.

Destaques das ações da Emater-MG na cadeia produtiva do café

Durante a feira, a Emater-MG apresentará resultados de programas que agregam valor ao café, como o Certifica Minas Café — o primeiro selo de certificação para propriedades cafeeiras emitido por órgão governamental — e o Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais. A instituição também apoiará o 8º Encontro Mineiro de Cafeicultoras, que ocorre no dia 29.

Segundo o gerente regional Rogério da Silva Araújo, o estande da Emater-MG contará com profissionais para orientar produtores sobre programas estaduais e esclarecer dúvidas técnicas.

Certificação e concurso impulsionam valorização do café mineiro

O Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais 2024 recebeu 1.406 amostras de 146 municípios das quatro macrorregiões produtoras do estado.

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Tanto o selo Certifica Minas quanto o concurso contribuem para maior reconhecimento e valorização dos cafés mineiros no mercado, atraindo interesse dos compradores.

Iniciativa inovadora: concurso de cachaças mineiras

Outra novidade apresentada pela Emater-MG será o Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras, lançado em 2024.

Produtores premiados na região participarão do estande para compartilhar experiências e promover seus produtos. Além disso, cafeicultores vinculados ao Certifica Minas e ao portal online É do Campo servirão café aos visitantes.

Encontro valoriza a participação feminina na cafeicultura

A Emater-MG está mobilizando um grande número de mulheres para o 8º Encontro Mineiro de Cafeicultoras, que acontece na quinta-feira, 29 de maio, a partir das 13h.

O evento inclui quatro palestras focadas no protagonismo feminino na cafeicultura, destacando a importância das mulheres na organização das propriedades e na participação ativa do setor.

Expocafé Mulheres reforça inovação e equidade

O encontro faz parte da quinta edição da Expocafé Mulheres, que ocorre durante todo o dia 29, com uma programação voltada para inovação, tecnologia e equidade no campo. A iniciativa reúne grupos femininos da região, fortalecendo a presença das mulheres no agronegócio mineiro.

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Informações gerais da Expocafé 2025

A feira funcionará das 8h às 17h, nos três dias do evento.

A programação completa está disponível no site oficial: expocafeoficial.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja oscila em Chicago e Brasil mantém preços sustentados pelo câmbio em meio à volatilidade global

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Mercado da soja combina pressão externa e suporte do câmbio no Brasil

O mercado brasileiro de soja operou em ambiente de cautela nesta quarta-feira, refletindo a volatilidade da Bolsa de Chicago e a sustentação parcial vinda do câmbio, com o dólar permanecendo acima de R$ 5,20.

Segundo análises da Safras & Mercado, o cenário foi de negócios pontuais, prêmios firmes e produtores mantendo ritmo mais controlado de vendas, à espera de definição mais clara do mercado internacional.

“O produtor está segurando e cadenciando as ofertas”, afirmou o analista Rafael Silveira.

Chicago tenta recuperação, mas fundamentos seguem pressionados

A Bolsa de Mercadorias de Chicago, operada pela Chicago Board of Trade, registrou leve alta nos contratos mais curtos da soja, com a posição novembro/26 avançando cerca de 0,24%, cotada em torno de 11,37 3/4 centavos de dólar por bushel.

O movimento indica tentativa de recuperação técnica, sustentada por expectativas de demanda chinesa, mas ainda limitada por fatores fundamentais como:

  • Previsão de chuvas no Meio-Oeste dos EUA
  • Melhora das condições climáticas durante a floração
  • Pressão do complexo soja (óleo e farelo)
  • Oferta global elevada

Enquanto o óleo de soja recuou, o farelo apresentou leve alta, reforçando o quadro de instabilidade entre derivados.

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Brasil: preços regionais variam com logística e câmbio como principais suportes

No mercado físico brasileiro, os preços da soja seguiram majoritariamente estáveis, com variações pontuais entre praças produtoras.

  • Passo Fundo (RS): R$ 128,00/saca
  • Santa Rosa (RS): R$ 129,00/saca
  • Cascavel (PR): R$ 124,00/saca
  • Rondonópolis (MT): R$ 114,00/saca
  • Dourados (MS): R$ 116,50/saca
  • Rio Verde (GO): R$ 117,00/saca
  • Paranaguá (PR): R$ 135,00/saca
  • Rio Grande (RS): R$ 135,00/saca

De acordo com a TF Agroeconômica, o câmbio segue como principal fator de sustentação das cotações internas, enquanto fretes elevados, gargalos de armazenagem e custos logísticos limitam movimentos mais consistentes de alta.

Clima nos EUA e oferta sul-americana aumentam pressão sobre cotações

A perspectiva de chuvas no Meio-Oeste dos Estados Unidos reforça o cenário de oferta confortável, especialmente em um momento decisivo do desenvolvimento da safra.

Na América do Sul, a Argentina registrou forte avanço no esmagamento de soja, com crescimento superior a 20% em maio frente a abril, alcançando 4,18 milhões de toneladas, o maior volume desde o recorde de 2021. O aumento amplia a oferta de farelo e óleo no mercado internacional e adiciona pressão ao complexo soja.

Panorama regional no Brasil: custos e produção seguem no foco do mercado
  • Rio Grande do Sul: colheita encerrada com produção estimada em 19 milhões de toneladas, abaixo do potencial inicial
  • Santa Catarina: alta nos custos de transporte reduz margens
  • Paraná: soja mantém liderança no Valor Bruto da Produção estadual
  • Mato Grosso do Sul: mercado estável, mas com restrições de armazenagem
  • Mato Grosso: preços oscilantes e avanço da colheita do milho safrinha acima de 20%
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O aumento da pressão no crédito rural e revisões nas projeções de produção para ciclos futuros reforçam o ambiente de cautela entre produtores e tradings.

Perspectiva

Para os próximos dias, o mercado da soja tende a seguir altamente dependente da evolução do clima no cinturão agrícola dos Estados Unidos e das sinalizações de demanda da China. Em Chicago, o viés permanece técnico, com espaço para recuperação limitada caso não surjam novos fundamentos altistas.

No Brasil, o câmbio continuará sendo o principal fator de sustentação dos preços, enquanto a liquidez deve seguir reduzida diante da postura defensiva dos produtores. A tendência é de um mercado lateralizado, com oscilações regionais influenciadas principalmente por logística, custos internos e paridade de exportação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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