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Emater-MG lança catálogo com 76 viveiristas de Dona Euzébia, referência em produção de mudas no estado

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A publicação traz informações detalhadas sobre 76 viveiros locais, que produzem mudas de diversas espécies e abastecem mercados de todo o Brasil. A iniciativa visa facilitar a conexão entre produtores e consumidores, promovendo uma cadeia produtiva mais eficiente e sustentável.

Dona Euzébia: Polo de Produção de Mudas

Dona Euzébia se consolidou como o maior produtor de mudas de Minas Gerais, destacando-se como o principal motor da economia local. Estima-se que o município produza, anualmente, cerca de 20 milhões de mudas de diferentes tipos — frutíferas, ornamentais e florestais. Este grande volume abastece o mercado nacional, com mudas distribuídas por todo o Brasil.

Catálogo com 76 Viveiros: Facilitando o Acesso

A nova edição do catálogo da Emater-MG apresenta uma lista de 76 viveiros regularizados que são atendidos pela empresa. Todos os viveiristas são responsáveis pela produção de mudas de alta qualidade, com registro no Ministério da Agricultura e o Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasen), o que garante o cumprimento das normas sanitárias e a evitação da proliferação de pragas e doenças.

Os consumidores poderão consultar o catálogo gratuitamente, acessando informações completas sobre nomes, contatos e endereços dos viveiristas. A iniciativa visa simplificar a comunicação entre produtores e consumidores, proporcionando um canal direto para encomendas.

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Diversidade de Espécies: De Citros a Plantas Ornamentais

O município se destaca pela diversidade de mudas produzidas. Entre as mudas frutíferas, os citros (laranja, limão, tangerina) são os mais procurados. Além disso, há uma vasta variedade de outras frutas como goiaba, abacate, manga, amora e jabuticaba.

A produção de plantas ornamentais também é ampla, com destaque para palmeiras, bromélias, bougainvillea, dracenas e crótons. Para quem busca mudas florestais, Dona Euzébia oferece espécies como ipê, pau-brasil e palmito, entre outras.

O Impacto do Catálogo Durante a Pandemia

A primeira edição do catálogo foi criada durante a pandemia de COVID-19, quando a circulação de compradores foi severamente afetada. Com o aumento das compras à distância, a publicação teve um papel importante para manter a conexão entre produtores e consumidores, mesmo sem a possibilidade de encontros presenciais. Agora, a nova versão do catálogo reforça essa facilidade e continua a contribuir para a expansão do comércio de mudas em todo o Brasil.

Mais Sustentabilidade e Eficiência no Mercado

Larissa Martins Valadares, técnica da Emater-MG em Dona Euzébia, explica que o objetivo do catálogo é facilitar o acesso do consumidor aos produtores locais, ao mesmo tempo em que promove uma cadeia produtiva mais eficiente e sustentável. O catálogo representa uma importante ferramenta para a valorização da produção local e o fomento ao comércio sustentável de mudas.

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Com a nova edição do catálogo da Emater-MG, Dona Euzébia reafirma sua posição de referência em produção de mudas no estado de Minas Gerais. A iniciativa visa aproximar os consumidores dos viveiristas locais, promovendo a sustentabilidade e o desenvolvimento econômico regional. O acesso ao catálogo, que pode ser consultado gratuitamente, traz facilidades para a compra de mudas e fortalece a cadeia produtiva da região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço internacional da ureia recua após meses de alta e mercado entra em compasso de espera

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Os preços internacionais da ureia granular interromperam o movimento de valorização registrado nos últimos meses e passaram a operar em queda em importantes mercados globais. O recuo reflete um cenário de demanda mais fraca, menor volume de negociações e cautela dos compradores diante da expectativa por novas referências internacionais de preços.

De acordo com análise de Franklin Almeida, engenheiro agrônomo, baseada em levantamento da Marlen Group divulgado em 10 de maio de 2026, o mercado atravessa um momento de equilíbrio temporário entre oferta e demanda, após um longo período marcado por forte pressão altista.

A valorização observada anteriormente foi impulsionada principalmente por fatores geopolíticos, restrições produtivas e aumento nos custos energéticos em grandes países produtores de fertilizantes nitrogenados.

Demanda enfraquecida pesa sobre o mercado

Segundo o levantamento, o ritmo mais lento das compras internacionais passou a exercer maior influência sobre as cotações no curto prazo. A retração nas negociações e o comportamento mais cauteloso dos compradores reduziram a sustentação dos preços em diversas regiões produtoras e consumidoras.

Na comparação entre os dias 30 de abril e 7 de maio, os netbacks do Oriente Médio apresentaram forte queda. O indicador geral passou da faixa entre US$ 539 e US$ 910 para níveis entre US$ 463 e US$ 820 por tonelada, representando recuo de US$ 76.

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O netback destinado aos Estados Unidos registrou queda semelhante, enquanto o mercado brasileiro apresentou retração de US$ 54, com valores variando entre US$ 565 e US$ 710 por tonelada.

Principais produtores globais registram baixa

Outras importantes regiões produtoras acompanharam o movimento de queda nas cotações internacionais da ureia.

O Irã registrou recuo de US$ 30 por tonelada. Já o Egito apresentou queda de US$ 20 nos embarques destinados à Europa e de US$ 25 para outros mercados internacionais.

Na Argélia e no Norte da África, os preços caíram US$ 25 por tonelada. A China teve uma das maiores retrações do período, com baixa de US$ 80.

O Sudeste Asiático também apresentou forte desvalorização, com redução de até US$ 80 nas cotações. No mercado CFR da região, a queda chegou a US$ 100 por tonelada.

Brasil acompanha retração dos preços

Entre os principais destinos consumidores, o Brasil também registrou recuo nas cotações CFR da ureia. Os preços caíram US$ 50 por tonelada, passando a operar na faixa entre US$ 700 e US$ 770.

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A Argentina apresentou queda de US$ 60, enquanto o México, na costa oeste, registrou uma das maiores baixas do levantamento, com retração de US$ 110 por tonelada.

Na Austrália, os preços CFR recuaram US$ 60. Já nos Estados Unidos, a região do Golfo apresentou queda tanto no mercado de barcaças quanto no CFR, com reduções de US$ 66 e US$ 72, respectivamente.

Mercado aguarda tender da Índia

Apesar da queda generalizada nas cotações internacionais, alguns mercados permaneceram estáveis, como Geelong, na Austrália, e o mercado CFR da Índia.

O setor agora concentra as atenções no próximo tender indiano, considerado uma referência importante para o mercado global de ureia. A negociação pode definir o direcionamento dos preços nas próximas semanas e indicar se o atual movimento de baixa terá continuidade ou se haverá retomada da firmeza nas cotações internacionais.

Para o agronegócio brasileiro, o comportamento do mercado de fertilizantes segue estratégico, especialmente diante da proximidade das compras para a próxima safra e da elevada dependência nacional de insumos importados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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