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TRF4 reafirma aplicação do Código Florestal no Paraná e garante regularização ambiental

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O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) rejeitou, nesta quinta-feira (30), o recurso dos Ministérios Públicos Federal e Estadual, mantendo a aplicação do Código Florestal (Lei 12.651/2012) no Paraná, inclusive para áreas consolidadas de Mata Atlântica. A medida possibilita que o Instituto Água e Terra (IAT) retome a homologação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a emissão de licenças ambientais com base na legislação federal.

Áreas rurais consolidadas seguem regras do Código Florestal

Com a decisão do TRF4, áreas rurais consolidadas, ou seja, ocupadas até 22 de julho de 2008, serão reguladas pelo Código Florestal. A medida impede que a Lei da Mata Atlântica seja aplicada isoladamente no meio rural, o que poderia comprometer a regularização de propriedades já estabelecidas.

“Essa manutenção da decisão é mais uma garantia para que os nossos produtores rurais continuem produzindo com segurança jurídica”, afirma Ágide Eduardo Meneguette, presidente interino do Sistema FAEP. “Desde o início, nossa entidade atuou firmemente, coordenando uma resposta imediata e solicitando intervenção judicial para evitar impactos negativos ao setor, que sustenta a economia estadual e nacional.”

Impactos da decisão sobre políticas públicas

A aplicação isolada da Lei da Mata Atlântica poderia afetar diretamente o acesso dos produtores a políticas públicas, como crédito rural, seguro agrícola e programas ambientais. O Sistema FAEP defendeu a prevalência do Código Florestal, cuja constitucionalidade já foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que está em vigor no Paraná desde 2012.

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Desde então, o IAT analisou mais de 92 mil CARs, muitos seguindo as diretrizes do Código Florestal, garantindo segurança jurídica e regularização ambiental para os produtores.

Histórico da atuação do Sistema FAEP

Esta não é a primeira vitória do setor. Em junho deste ano, o TRF4 já havia suspendido os efeitos de uma decisão que limitava a regularização ambiental em áreas de Mata Atlântica no Paraná, permitindo que o IAT retomasse a análise e homologação do CAR, bem como a emissão de licenças ambientais com base no Código Florestal.

Na ocasião, a atuação do Sistema FAEP foi decisiva. A entidade reuniu a Procuradoria-Geral do Estado e o IAT para articular medidas judiciais que revertessem a limitação, resultando na suspensão da decisão pelo TRF4.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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FAO en Alter do Chão: Gobierno de Brasil participa en los debates sobre el sector de la acuicultura

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El Ministerio de Pesca e Aquicultura (MPA) estuvo presente este lunes (10) en Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), representado por el ministro Edipo Araujo. Él participó en el evento organizado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), con el apoyo de INFOPESCA y la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta es la primera vez que este evento se realiza en el municipio.

El ministro participó en el taller “Estado y perspectivas futuras de las principales especies de peces comerciales cultivadas en la cuenca amazónica”. La iniciativa busca intercambiar conocimientos técnicos actualizados, analizar desafíos comunes y explorar oportunidades de cooperación regional enfocadas en el desarrollo sostenible de la acuicultura de especies nativas. El enfoque abarca especies nativas de alto valor productivo y comercial, como el tambaqui (Colossoma macropomum), el pirarucú (Arapaima gigas), el pacú y el paco (Piaractus spp.), el matrinxã (Brycon spp.), el bagre amazónico (Pseudoplatystoma spp.), así como variedades híbridas.

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FAO
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Foto: Cláudio Braga

En consecuencia, el taller contribuye a la elaboración de recomendaciones para el sector. “Actualmente, la acuicultura brasileña alcanza alrededor de 882,3 mil toneladas anuales, superando la producción de la pesca extractiva, que registra aproximadamente 485,7 mil toneladas por año. Estas cifras indican la creciente participación de la actividad acuícola en la oferta de pescado, en la conservación de los stocks pesqueros naturales, en la seguridad alimentaria y nutricional, en el desarrollo regional y en la generación de ingresos para las familias, especialmente para las mujeres, destacó Edipo.

 

Por la tarde, el ministro participó en una mesa redonda en la Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), donde se abordaron temas relacionados con las políticas públicas y las perspectivas para la pesca y la acuicultura. La agenda también incluyó una visita técnica al Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), campus de Santarém.

Leia a versão em Português aqui.

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Ana Célia Costa 

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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