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Emater-MG promove capacitação sobre fertirrigação para técnicos com foco na produção de morangos

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A Emater-MG realizará, na próxima segunda-feira (24/3), um treinamento sobre fertirrigação na cultura do morango, voltado para seus técnicos. O evento ocorrerá no município de Senador Amaral, no sul de Minas Gerais, e reunirá 21 profissionais que atuam com a cultura em diversas regiões do estado.

Minas Gerais lidera a produção nacional de morangos, com uma área plantada de 3,6 mil hectares e uma produção anual de 184,9 mil toneladas. A maior parte do cultivo é realizada por agricultores familiares, que somam cerca de 11 mil pequenos produtores. As cidades que se destacam na produção de morangos são Espírito Santo do Dourado, Bom Repouso, Senador Amaral, Pouso Alegre e Estiva, localizadas no Sul de Minas.

A fertirrigação é uma técnica que combina irrigação com a aplicação de fertilizantes dissolvidos na água, proporcionando uma nutrição mais eficiente para as plantas. Segundo Deny Sanábio, coordenador de fruticultura da Emater-MG, esse processo é de extrema importância, pois impacta diretamente na qualidade e na produtividade do morango.

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“O manejo da fertirrigação é complexo e exige cuidado para garantir que as plantas recebam os nutrientes na quantidade ideal. Uma nutrição desequilibrada pode comprometer tanto a qualidade do fruto quanto a produção. Esse conhecimento é fundamental para os técnicos da Emater-MG, que orientam os produtores”, explica Sanábio.

O evento conta com a parceria da Vitacea Brasil, empresa especializada na produção de mudas de uva e morango, que patrocina a participação de um consultor especializado no tema.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expogrande movimentou R$ 400 milhões, reforçando avanço e diversificação do agro

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A 86ª Expogrande, realizada semana passada em Campo Grande, movimentou cerca de R$ 400 milhões em negócios e reafirmou o papel do evento como uma das principais plataformas do agronegócio no Centro-Oeste, em um cenário de maior seletividade no crédito.

Mesmo abaixo do recorde da edição anterior, o volume consolidado mostra a capacidade de reação do setor diante de um ambiente financeiro mais exigente. Ao longo da feira, produtores mantiveram investimentos em tecnologia, genética e melhoria de produtividade, com destaque para a presença de instituições financeiras e linhas de financiamento voltadas ao campo.

A Expogrande também evidenciou a transformação do agronegócio de Mato Grosso do Sul, que vem ampliando sua base produtiva para além da tradicional soja e pecuária de corte. Cadeias como suinocultura, avicultura, piscicultura e florestas plantadas ganharam espaço, refletindo um processo de diversificação que fortalece a economia estadual.

Dados apresentados durante o evento mostram a dimensão desse avanço. A suinocultura já supera 3,6 milhões de abates, enquanto a avicultura movimenta mais de 177 milhões de frangos por ano. A piscicultura, por sua vez, alcança cerca de 53 mil toneladas, consolidando-se como uma das apostas de crescimento.

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No campo agrícola, a soja segue como base, com produção em torno de 4,5 milhões de toneladas na safra atual, mantendo o peso do grão na geração de renda e na dinâmica econômica do estado.

Além dos números, a feira reforçou a integração entre produção, tecnologia e indústria. O ambiente de negócios reuniu produtores, empresas e investidores, consolidando a Expogrande como espaço estratégico para decisões de investimento e troca de conhecimento.

A agenda institucional também teve destaque. Após o encerramento da feira, o governador Eduardo Riedel manteve reuniões com lideranças do setor para discutir novas iniciativas e alinhar demandas voltadas à competitividade.

Entre os pontos tratados estiveram melhorias em infraestrutura, qualificação profissional e programas de incentivo à produção, com foco na ampliação da eficiência e na agregação de valor dentro do estado.

A leitura do setor é de que o agro sul-mato-grossense entrou em uma nova fase, marcada pela industrialização, diversificação e maior uso de tecnologia. Mesmo em um cenário de crédito mais restrito, o volume de negócios e o nível de investimentos observados durante a Expogrande indicam continuidade do crescimento.

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Ao final, a feira reforça a capacidade do produtor de se adaptar ao ambiente econômico e seguir investindo. Mais do que o volume financeiro, o evento consolida tendências que devem sustentar o avanço do agronegócio no estado nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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