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Empresa chinesa Maxunitech reforça estratégia de expansão no mercado brasileiro de agroquímicos
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Maxunitech consolida atuação no Brasil como pilar global
A Maxunitech, empresa chinesa com forte presença internacional no setor de agroquímicos, tem o Brasil como peça central em sua estratégia de expansão global. O país é reconhecido pela companhia não só como um dos maiores mercados agrícolas do mundo, mas também como uma oportunidade para oferecer soluções avançadas e sustentáveis aos desafios do campo.
Participação no 16º Brasil AgrochemShow em São Paulo
A empresa marca presença no 16º Brasil AgrochemShow, realizado em São Paulo nos dias 12 e 13 de agosto. Considerado o maior evento do setor na América Latina, o encontro reúne mais de 70 expositores de países como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Canadá, entre outros.
Brasil: mercado estratégico para inovação em agroquímicos
Jeffrey Ma, CEO da Maxunitech do Brasil Ltda. e líder de Desenvolvimento Corporativo Internacional da Maxunitech, Inc., destaca a importância do Brasil para a empresa: “O país é um pilar da nossa estratégia global, devido à escala de produção, diversidade de culturas e maturidade regulatória”. Ele acrescenta que o mercado brasileiro, avaliado em cerca de US$ 12 bilhões, apresenta alto potencial produtivo e demanda por inovação, especialmente para culturas como soja, milho, cana-de-açúcar e algodão, que enfrentam desafios com resistência de plantas daninhas.
Portfólio focado em soluções eficazes e sustentáveis
Durante a feira, a Maxunitech apresentará seu portfólio de herbicidas inibidores de PPO, com tecnologias específicas para culturas estratégicas no Brasil, como o algodão. Entre os produtos já registrados no país estão Sulfentrazone 500SC, Flumioxazin 500SC, Carfentrazone 400EC e Clomazone 360CS, desenvolvidos para atender à realidade brasileira.
Novidades e pipeline de produtos em destaque
A empresa também apresentará lançamentos como as formulações Tidiazurom + Diurom e Etefom, além de seu pipeline de desenvolvimento, que inclui Saflufenacil e Trifludimoxazina. Jeffrey Ma ressalta que esses produtos são resultado de processos patenteados, como a piroxassulfona, reconhecida pelo controle residual prolongado e eficácia no manejo integrado de plantas daninhas.
Compromisso com qualidade, sustentabilidade e parcerias
Com quatro plantas técnicas e uma unidade de formulação, a Maxunitech reforça seu compromisso com a entrega de defensivos agrícolas seguros, eficazes e ambientalmente responsáveis. A empresa promove sessões de networking durante o evento para discutir formulações personalizadas, atualizações regulatórias e estabelecer parcerias duradouras com o agronegócio brasileiro.
Fortalecimento da cooperação Brasil-China no agronegócio
A Maxunitech busca fortalecer os laços entre Brasil e China, unindo inovação, sustentabilidade e desenvolvimento do setor agropecuário para atender às demandas do mercado brasileiro.
Inscrições para o Brasil AgrochemShow
As inscrições para o 16º Brasil AgrochemShow estão abertas no site https://allierbrasil.com.br/agrochemshow/ e são feitas mediante a doação de cestas básicas para a ONG CrêSer, de São Paulo. Em 2024, o evento arrecadou 11 toneladas de alimentos para a entidade.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional
As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.
O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.
Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada
A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).
Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.
Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global
A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.
“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.
O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.
Cenário global pode sustentar preços do algodão
No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.
Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade
No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.
Uso do algodão avança para além do setor têxtil
Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


