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Escalada Geopolítica no Oriente Médio Pressiona Preços dos Fertilizantes no Brasil

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O recente agravamento do conflito no Oriente Médio tem provocado forte alta nos preços futuros da ureia, um dos principais fertilizantes nitrogenados. Segundo análise da StoneX, essa região é crucial para a produção e fornecimento global desses insumos, o que gera preocupação entre investidores e compradores, especialmente num momento em que o mercado nitrogenado já mostrava sinais de firmeza.

Fosfatados em destaque: alta no preço do MAP

Entre os fertilizantes fosfatados, o fosfato monoamônico (MAP) se destaca. Os preços CFR (custo, seguro e frete) do MAP voltaram a subir nas últimas semanas. Apesar das relações de troca desfavoráveis para os produtores agrícolas, a demanda pelo produto permanece consistente. A oferta restrita contribui para a sustentação do movimento de alta, indicando desafios para quem precisa realizar compras no curto prazo.

Potássicos apresentam estabilidade temporária

No segmento dos fertilizantes potássicos, o cenário foi mais estável nesta semana. As cotações do cloreto de potássio (KCl) tiveram poucas oscilações, contrastando com a volatilidade observada nos mercados nitrogenado e fosfatado. Essa estabilidade reforça a necessidade de acompanhar atentamente os desdobramentos geopolíticos que podem alterar o fornecimento global.

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Agricultores e distribuidores devem agir com cautela

Diante desse cenário, agricultores e distribuidores precisam redobrar a atenção e planejar estrategicamente suas compras. A combinação entre oferta limitada, demanda sólida e influências externas sobre os preços dos fertilizantes exige uma análise cuidadosa para definir o melhor momento de aquisição, minimizando riscos e garantindo a sustentabilidade das operações agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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