CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Etanol mantém estabilidade em outubro com média de R$ 2,70/l para hidratado e R$ 3,10/l para anidro, aponta Cepea

Publicados

AGRONEGOCIOS

Os preços do etanol permaneceram estáveis ao longo de outubro no mercado spot do estado de São Paulo. De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), o etanol hidratado foi negociado em torno de R$ 2,70 por litro, enquanto o etanol anidro se manteve próximo de R$ 3,10 por litro.

Oferta limitada sustenta cotações

Segundo o Cepea, o principal fator que deu sustentação aos preços foi a postura firme dos vendedores nas negociações, motivada pelo encerramento da moagem da safra 2025/26 em algumas unidades produtoras do estado. Esse cenário reduziu a oferta imediata do biocombustível, contribuindo para a estabilidade nas cotações.

Comparativo mensal mostra leve retração

Na comparação entre as médias de setembro e outubro, os dados apontam pequena queda nos valores. O motivo, de acordo com o Cepea, foi o aumento no volume de etanol comercializado no último mês, o que levou a negociações pontuais com preços mais baixos.

Em outubro de 2025, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado registrou média de R$ 2,7371 por litro, representando retração de 0,77% em relação a setembro. Já o etanol anidro, considerando o mercado spot e contratos, teve queda de 1,02%, fechando o mês a R$ 3,0683 por litro.

Leia Também:  CPG Centro-Sul debate a gestão sustentável da pesca nas Bacias do Paraguai, Paraná, Uruguai, Atlântico Sul e Atlântico Sudeste
Valorização real em relação ao ano anterior

Apesar das variações recentes, o Cepea destaca que, na comparação com outubro de 2024, há uma valorização real de 7% nos preços dos etanóis, após deflacionamento pelo IGP-M. O resultado reflete o comportamento consistente do mercado e a adaptação do setor às condições de oferta e demanda ao longo do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Rio Grande do Sul registra primeiros casos de greening em plantas cítricas

Publicados

em

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, nesta segunda-feira (8), os primeiros casos de greening (Huanglongbing – HLB) em plantas cítricas no Rio Grande do Sul. 

A detecção é resultado de um programa de vigilância executado conjuntamente pelo Mapa, por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária no Rio Grande do Sul (SFA-RS), e pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado (Seapi-RS), desde 2004. As ações foram intensificadas nos últimos anos em razão da ocorrência da doença na Argentina, no Uruguai e em Santa Catarina. 

As plantas com sintomas da doença foram identificadas em um pomar doméstico localizado no município de Palmitinho, na região do Médio Alto Uruguai, próximo à divisa com Santa Catarina. A confirmação foi realizada após análises em laboratório da rede do Ministério. 

Equipes do Mapa e da Seapi-RS já estão mobilizadas na região para monitorar áreas próximas ao local da ocorrência e adotar as medidas fitossanitárias necessárias para evitar a disseminação da doença. As ações seguem o Plano de Ação estabelecido com base na Portaria SDA/Mapa nº 1.326/2025, que institui o Programa Nacional de Controle e Prevenção do Greening. 

Leia Também:  Preços do café robusta recuam com avanço da safra brasileira e clima instável

Também serão intensificadas as atividades de vigilância fitossanitária em toda a região, com atenção especial aos pomares comerciais e ao trânsito de mudas. 

Conforme determina o protocolo fitossanitário, será realizada a erradicação das plantas infectadas e o controle rigoroso do psilídeo (Diaphorina citri), inseto transmissor da bactéria causadora do greening.  

O greening não oferece risco à saúde humana. Seus impactos estão relacionados à produção citrícola, causando deformação dos frutos, redução da qualidade e diminuição da produtividade das plantas.  

O Serviço Oficial, composto pelo Mapa e pela Seapi-RS, reforça a importância da utilização de material de propagação (mudas) que atenda à legislação do Ministério quanto à origem e aos aspectos sanitários. 

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA