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Exportações de açúcar da Índia devem atingir até 700 mil toneladas na atual temporada
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Exportações indianas devem ficar abaixo do limite autorizado
A Índia, segundo maior produtor mundial de açúcar, deverá exportar entre 600 mil e 700 mil toneladas do produto até o fim da atual temporada, que se encerra em setembro. A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira por Kiran Wadhwana, membro da Associação Indiana de Fabricantes de Açúcar e Bioenergia (ISMA) e diretor executivo da International Trading Co, durante conferência realizada pela S&P Global, em Genebra.
Autorização oficial previa até 1 milhão de toneladas
Em janeiro, o governo indiano autorizou a exportação de até 1 milhão de toneladas de açúcar. Na ocasião, a decisão foi baseada na percepção de que o país teria um excedente suficiente para atender ao mercado externo.
Revisão na produção gera incertezas no setor
Desde a liberação da cota de exportação, no entanto, as projeções de produção de açúcar foram revistas para baixo por entidades do setor, o que reacendeu preocupações quanto à possível escassez da oferta no mercado interno.
Regulação governamental influencia dinâmica do mercado
O mercado açucareiro na Índia é fortemente controlado pelo governo. Além de estabelecer o preço mínimo da cana-de-açúcar que deve ser pago pelas usinas aos produtores, o governo também determina a quantidade de açúcar que cada usina pode comercializar no mercado. Essa regulação influencia diretamente as decisões de produção, comercialização e exportação do setor.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Brasil formaliza adesão a programa de pesquisa para agricultura sustentável da OCDE
O governo brasileiro formalizou, nesta sexta-feira (24), a adesão ao Programa de Pesquisa Cooperativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para Agricultura e Sistemas Alimentares Sustentáveis, conhecido pela sigla em inglês CRP.
A carta de adesão foi entregue durante reunião na sede da organização, em Paris, com a participação do secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luís Rua, e do representante do Brasil junto às Organizações Internacionais Econômicas em Paris, embaixador Sarquis J. B. Sarquis. Pela OCDE, participaram o secretário-geral adjunto, Yasushi Masaki, e a diretora de Comércio e Agricultura, Marion Jansen.
O ingresso no CRP reforça a contribuição brasileira em pesquisa agropecuária, especialmente em agricultura tropical. O Brasil conta com uma rede de instituições de pesquisa, universidades e centros de excelência, com destaque para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cuja atuação tem sido parte central dos ganhos de produtividade e sustentabilidade da agricultura nacional. A participação no programa permitirá ao Brasil ampliar sua presença nas discussões da OCDE sobre agricultura, segurança alimentar, sustentabilidade e inovação.
A adesão também deve reduzir custos de cooperação internacional, ao permitir acesso a uma estrutura já consolidada de intercâmbio científico, bolsas de pesquisa, conferências, workshops e simpósios apoiados pelo programa.
A iniciativa é resultado da atuação conjunta do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
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