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Exportações de café da Colômbia crescem 20% no primeiro trimestre e alcançam maior volume em cinco anos

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Exportações alcançam 3,59 milhões de sacas no primeiro trimestre

A Colômbia registrou um aumento de 20% nas exportações de café durante o primeiro trimestre de 2025 em comparação ao mesmo período do ano anterior, atingindo 3,59 milhões de sacas de 60 kg. Esse é o maior volume exportado pelo país nesse intervalo de tempo nos últimos cinco anos, conforme dados divulgados pela Federación Nacional de Cafeteros (FNC).

Federação comemora retomada da competitividade internacional

Segundo o presidente-executivo da FNC, Germán Bahamón, o desempenho positivo sinaliza uma recuperação da competitividade do café colombiano no mercado internacional, mesmo diante de desafios logísticos e instabilidades geopolíticas. A declaração foi feita em publicação recente na plataforma X (antigo Twitter).

Estados Unidos seguem como principal destino do café colombiano

Os Estados Unidos, maior consumidor mundial da bebida, mantiveram-se como o principal comprador do café colombiano no período. As aquisições norte-americanas totalizaram 1,44 milhão de sacas, um crescimento de 30,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

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Receita com exportações cresce 64% e atinge US$ 1,31 bilhão

A receita gerada pelas exportações de café colombiano no primeiro trimestre alcançou US$ 1,31 bilhão, valor 64% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. O crescimento é atribuído à expressiva elevação dos preços internacionais do café nos últimos 12 meses.

Colômbia mantém posição de destaque na produção mundial

A Colômbia permanece como o terceiro maior produtor de café do mundo, atrás apenas do Brasil e do Vietnã. A recuperação nas exportações e a valorização da commodity reforçam o papel estratégico do setor cafeeiro na economia colombiana.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Avicultura brasileira bate recorde na produção de carne de frango, enquanto oferta menor impulsiona preços dos ovos

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A avicultura brasileira iniciou 2026 com cenários distintos para seus principais segmentos. Enquanto a produção de carne de frango atingiu um novo recorde histórico para o primeiro trimestre do ano, o setor de ovos registrou redução na oferta, movimento que contribuiu para a elevação dos preços ao produtor. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

No mercado de carne de frango, as cotações seguem em trajetória de alta desde o início de junho, comportamento considerado atípico para o período da segunda quinzena do mês, quando tradicionalmente a demanda apresenta desaceleração. Segundo o Cepea, a valorização foi observada em todas as regiões monitoradas e está relacionada à retomada gradual do consumo e ao equilíbrio entre oferta e demanda no mercado doméstico.

Produção de carne de frango alcança maior volume da série histórica

Além da firmeza nos preços, o setor avícola registrou um marco produtivo. De acordo com o IBGE, a produção nacional de carne de frango somou 3,734 milhões de toneladas entre janeiro e março de 2026, o maior volume já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 1997.

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O resultado representa crescimento de 2,2% em relação ao quarto trimestre de 2025 e avanço expressivo de 6,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a produção totalizou 3,492 milhões de toneladas.

O desempenho reforça a competitividade da avicultura brasileira, sustentada pelo aumento da produtividade, pela demanda doméstica consistente e pelo fortalecimento das exportações, fatores que mantêm o setor entre os mais relevantes do agronegócio nacional.

Menor produção de ovos reduz oferta e eleva preços

Em sentido oposto, a produção brasileira de ovos para consumo apresentou retração no início deste ano. Segundo os dados do IBGE compilados pelo Cepea, foram produzidas 995,5 milhões de dúzias entre janeiro e março de 2026.

O volume ficou 0,5% abaixo do registrado no primeiro trimestre de 2025 e recuou 3,8% em relação ao último trimestre do ano passado, indicando uma desaceleração na oferta interna.

Com menor disponibilidade do produto no mercado, os preços reagiram positivamente. Em Bastos (SP), principal referência nacional da atividade, a média dos ovos brancos tipo extra, comercializados na modalidade FOB, atingiu R$ 147,20 por caixa com 30 dúzias no primeiro trimestre, alta real de 8,7% frente ao trimestre anterior, considerando os valores corrigidos pelo IGP-DI de maio de 2026.

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No caso dos ovos vermelhos, a valorização foi ainda mais intensa. A média alcançou R$ 167,04 por caixa, avanço real de 11,5% na mesma base de comparação.

Perspectivas para o setor avícola

Os dados do primeiro trimestre mostram um setor avícola aquecido, com a cadeia da carne de frango ampliando sua produção e registrando recuperação da demanda, enquanto o mercado de ovos encontra suporte em uma oferta mais restrita.

Para os próximos meses, agentes do setor acompanham de perto a evolução do consumo interno, os custos de produção e o desempenho das exportações, fatores que deverão continuar influenciando a formação dos preços e o ritmo produtivo da avicultura brasileira ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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