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Exportações de carne bovina avançam 67,5% na primeira semana de novembro e mantêm ritmo aquecido

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Embarques de carne bovina somam 100,8 mil toneladas na primeira semana de novembro

As exportações brasileiras de carne bovina começaram novembro de 2025 em forte ritmo. De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (10), o país embarcou 100,8 mil toneladas do produto apenas na primeira semana do mês.

Em novembro de 2024, o volume total exportado havia sido de 228,1 mil toneladas ao longo de 19 dias úteis, o que mostra o bom desempenho inicial do atual período.

Média diária cresce mais de 67% em relação ao ano anterior

Nos cinco primeiros dias úteis de novembro, a média diária exportada foi de aproximadamente 20,1 mil toneladas, representando um avanço de 67,5% frente à média diária registrada no mesmo período do ano passado, que havia sido de 12 mil toneladas.

O aumento reflete a continuidade da demanda internacional por carne bovina brasileira, especialmente de mercados asiáticos e do Oriente Médio.

Receita com exportações cresce quase 90%

O faturamento total com as exportações de carne bovina na primeira semana de novembro atingiu US$ 554,03 milhões, contra US$ 1,11 bilhão em todo o mês de novembro de 2024.

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A média diária de receita ficou em US$ 110,8 milhões, com alta de 89,4% em relação ao desempenho do mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 58,4 milhões.

Preço médio da carne bovina sobe 13,1% em um ano

Os preços médios pagos pela carne bovina exportada também registraram aumento significativo. Até a primeira semana de novembro, o valor médio foi de US$ 5.510 por tonelada, o que representa alta de 13,1% em comparação ao mesmo período de 2024, quando a média era de US$ 4.871 por tonelada.

O aumento nos preços reforça a valorização da carne brasileira no mercado internacional, impulsionada pela oferta controlada e pela boa aceitação do produto em importantes destinos importadores.

Perspectivas para o restante do mês

Com o desempenho expressivo registrado na primeira semana, as expectativas do setor apontam para um fechamento de novembro positivo. Caso o ritmo atual se mantenha, o Brasil pode registrar um dos melhores resultados mensais do ano em volume e receita de exportação de carne bovina.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Café hoje: preços do arábica e robusta caem com avanço das chuvas nas regiões produtoras e mercado acompanha estoques da ICE

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O mercado internacional do café iniciou esta sexta-feira (26) em baixa nas principais bolsas de commodities, pressionado pelo avanço das chuvas sobre importantes regiões produtoras do Brasil. Apesar do recuo nas cotações, os investidores seguem atentos ao ritmo da colheita da safra brasileira e aos estoques certificados da ICE, que permanecem em níveis historicamente reduzidos e sustentam a perspectiva de oferta restrita.

Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), o contrato setembro/26 do café arábica recuava 215 pontos, negociado a 274,25 cents de dólar por libra-peso. O vencimento dezembro/26 também operava em queda, cotado a 261,75 cents/lbp, com perda de 165 pontos.

Já na Bolsa de Londres, referência para o café robusta, o contrato setembro/26 registrava baixa de US$ 12 por tonelada, sendo negociado a US$ 3.650 por tonelada. O contrato novembro/26 caía US$ 8, para US$ 3.585 por tonelada.

Chuvas dificultam a colheita nas principais regiões cafeeiras

O comportamento do mercado continua diretamente ligado às condições climáticas nas áreas produtoras brasileiras. As chuvas que atingem o Sudeste vêm atrasando o avanço da colheita e comprometendo as operações de secagem dos grãos.

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Segundo análise do escritório Carvalhaes, uma frente fria praticamente estacionária mantém instabilidades sobre importantes regiões cafeeiras até esta sexta-feira. Em localidades da Alta Mogiana e do Sul de Minas Gerais, os acumulados de chuva podem superar os 50 milímetros, prejudicando os trabalhos no campo e elevando os riscos de perda de qualidade dos cafés recém-colhidos.

A expectativa, porém, é de redução das precipitações durante o fim de semana na maior parte das áreas produtoras do Sudeste. Ainda assim, os modelos meteorológicos indicam que essa trégua deverá ser temporária, com um novo sistema climático previsto para levar chuvas novamente ao interior de São Paulo e à faixa leste da Região Sudeste no início da próxima semana.

Estoques certificados seguem em queda e limitam oferta

Além do clima, outro fator que continua oferecendo suporte ao mercado é o baixo volume de café disponível nos estoques certificados da ICE.

De acordo com levantamento do escritório Carvalhaes, os estoques de café arábica perderam mais 3.765 sacas na quinta-feira, encerrando o dia com 385.191 sacas certificadas.

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O volume permanece aproximadamente 469 mil sacas abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, reforçando a percepção de oferta limitada no curto prazo e mantendo a volatilidade elevada nas negociações internacionais.

Mercado segue atento aos próximos dias

A combinação entre o avanço da colheita brasileira, as previsões climáticas e o comportamento dos estoques certificados deverá continuar ditando o rumo das cotações nos próximos pregões.

Enquanto as chuvas atrasam o trabalho nas lavouras e aumentam as preocupações com a qualidade da safra, a oferta global ainda segue apertada, cenário que tende a manter o mercado do café sensível a qualquer mudança nas condições climáticas ou na disponibilidade do produto.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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