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Exportações de milho avançam 70% em uma semana, mas seguem abaixo do ritmo de 2024

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Embarques de milho ganham fôlego, mas continuam distantes dos números de 2024

As exportações brasileiras de milho começaram a ganhar ritmo em julho, mas seguem significativamente abaixo dos volumes registrados no mesmo período de 2024. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que, até o 14º dia útil do mês, o Brasil embarcou 900.166,6 toneladas de milho não moído (exceto milho doce). O volume representa apenas 25,3% das 3.553.865,8 toneladas exportadas em julho do ano passado.

Média diária de embarques sobe mais de 70% na semana

Apesar do desempenho ainda modesto, o ritmo de embarques apresentou melhora na última semana. A média diária subiu 70,9%, passando de 37.602,9 toneladas para 64.297,6 toneladas por dia útil. Ainda assim, o patamar segue 58,4% abaixo da média registrada em julho de 2024, que foi de 154.515,9 toneladas diárias.

Receita com exportações também recua, apesar de alta no preço por tonelada

No acumulado do mês, o Brasil arrecadou US$ 193,449 milhões com a exportação de milho, valor bem inferior aos US$ 700,644 milhões registrados ao longo de todo o mês de julho do ano anterior. A média diária de faturamento caiu 54,6%, passando de US$ 30,4 milhões para US$ 13,817 milhões.

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Por outro lado, o preço médio da tonelada exportada apresentou valorização de 9% no comparativo anual, subindo de US$ 197,20 em julho de 2024 para US$ 214,90 em julho de 2025. Esse aumento no valor por tonelada ajuda a mitigar, parcialmente, as perdas em volume e receita.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cultivo de peixes em reservatório de hidrelétricas é regulamentado

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e o Ministério de Minas e Energia (MME) definiram as diretrizes e responsabilidades para o uso de Área de Preservação Permanente (APP) e da borda de reservatórios de geração de energia hidrelétrica para fins de aquicultura. A decisão foi divulgada por meio da Portaria Interministerial Nº 4 de 9 de junho de 2026, publicada no Diário Oficial da União. O objetivo é estabelecer o marco normativo para promover maior segurança jurídica, previsibilidade regulatória e coordenação institucional para o desenvolvimento da aquicultura em reservatórios de hidrelétricas.

A proposta passou por consulta pública e ampla discussão com o setor produtivo. A ideia é que essa regulamentação traga mais sustentabilidade para a produção aquícola nas águas dos reservatórios, promovendo a coexistência harmônica entre a aquicultura e a geração de energia.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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