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Exportações de Tilápia Crescem Mais de 100% e Aquishow Brasil 2025 Debate Oportunidades no Mercado Internacional

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O Brasil exportou 3.900 toneladas de peixes de cultivo, majoritariamente tilápia, entre janeiro e março de 2025. O volume representa um crescimento de 89% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em receita, o avanço foi ainda maior: aumento de 112%, com faturamento total de US$ 18,2 milhões.

Estados Unidos seguem como principal destino da tilápia brasileira

O destaque nas exportações foi o mercado norte-americano, que absorveu 95% da tilápia exportada pelo Brasil, o equivalente a 2.400 toneladas e US$ 16,2 milhões em receita. Os EUA são o maior consumidor mundial do pescado e o principal parceiro comercial do setor aquícola brasileiro.

Brasil se consolida como fornecedor global de tilápia

Apesar de apenas 3% da produção nacional ser destinada ao mercado externo, os resultados positivos indicam um avanço consistente. “Esse resultado cresce ano após ano. O Brasil se torna um fornecedor global cada vez mais relevante, com foco claro nos Estados Unidos”, afirma Marilsa Patrício, diretora executiva do Aquishow Brasil 2025.

Aquishow Brasil promove painel sobre exportações de tilápia

Diante do potencial do mercado externo, o Aquishow Brasil 2025 promoverá o painel “Mercado de Exportação para a Tilápia Brasileira”, no dia 29 de maio, às 13h30, no Castelli Master, em Uberlândia (MG). O objetivo é discutir oportunidades e estratégias para ampliar a presença da tilápia brasileira no comércio internacional.

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Especialistas confirmados para o painel

O painel contará com a participação de nomes de referência na cadeia produtiva da aquicultura:

  • Moderador: Hainnan Souza Rocha – Mestre e doutorando em desenvolvimento regional, pesquisador bolsista em economia agrícola na Embrapa Pesca e Aquicultura.
  • Palestra “Exportação de Tilápia: Oportunidades, Ameaças e Movimentos do Mercado Internacional”: Jairo Gund – Diretor executivo da ABIPESCA.
  • Palestra “Novos mercados – Os caminhos da exportação: Procedimentos, Padrões e Oportunidades”: Vinicius Orsi – Diretor da Ayamo Global Foods.
  • Palestra “Estratégias de Acesso para Aquicultores ao Mercado Internacional”: Juliano Kubitza – Diretor da Fider Pescados (Grupo MCassab).
Aquishow Brasil 2025: inovação e negócios na aquicultura

Com o tema “Inovando e Crescendo com a Aquicultura”, o Aquishow Brasil 2025 reunirá todos os elos da cadeia produtiva, apresentando as mais modernas tecnologias em genética, insumos, equipamentos, serviços e produtos. O evento será realizado pela primeira vez em Minas Gerais, entre os dias 27 e 29 de maio, na cidade de Uberlândia.

Além da feira comercial e dos painéis técnicos, a programação inclui atrações como:

  • Torneio Tarrafeador de Ouro
  • AquaQuiz (jogos de conhecimento)
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Premiações especiais, como o Prêmio Inovação Aquícola e o Prêmio Personalidades Brasileiras da Aquicultura, que neste ano homenageiam Aline Brun e Geraldo Bernardino.

Organização e apoiadores

O Aquishow Brasil 2025 é realizado pela Peixe SP – Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União, com patrocínio do Governo Federal, Ministério da Pesca e Aquicultura, Bahia Pesca, Caixa Econômica Federal, Codevasf, Faemg Senar e Sebrae.

Conta também com apoio da Prefeitura de Uberlândia, Sindicato Rural, Universidade Federal de Uberlândia, Emater-MG, Núcleo de Sindicatos Rurais e Governo de Minas Gerais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Encontro entre Trump e Xi Jinping afeta mercado brasileiro

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O encontro realizado nesta quarta-feira (13.05) entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o Chinês, Xi Jinping, acabou acabou repercutindo também no Brasil. A reunião esfriou as expectativas de novos acordos comerciais envolvendo compras chinesas de grãos norte-americanos e pressionou as cotações na Bolsa de Chicago, principal referência global para formação dos preços pagos ao produtor brasileiro.

Nos últimos dias, parte do mercado apostava que o encontro poderia abrir espaço para uma nova rodada de compras chinesas da soja dos Estados Unidos, movimento que historicamente costuma mexer com os preços internacionais. Mas o discurso adotado após a reunião foi mais cauteloso. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que os compromissos já assumidos pela China seriam suficientes para manter o fluxo atual de importações, sem necessidade de ampliar significativamente as aquisições.

A reação em Chicago foi imediata. Sem perspectiva de aumento da demanda chinesa pelos grãos americanos, os contratos futuros da soja perderam força. O movimento ganhou ainda mais peso após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgar vendas externas abaixo do esperado, aumentando a pressão sobre o mercado.

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Para o produtor brasileiro, o impacto aparece principalmente na formação dos preços internos. Mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade nas exportações e uma safra elevada, a queda em Chicago limita reações mais fortes nas cotações pagas nos portos e no interior.

Ao mesmo tempo, o cenário reforça uma leitura importante para o agro nacional: a China segue buscando diversificar fornecedores e não demonstra intenção de concentrar as compras apenas nos Estados Unidos. Nesse contexto, o Brasil continua ocupando posição estratégica no abastecimento chinês, especialmente em um momento de ampla oferta nacional e embarques em ritmo recorde.

Analistas do setor avaliam que o mercado deve continuar bastante sensível aos próximos movimentos diplomáticos entre Washington e Pequim, já que qualquer sinal envolvendo compras agrícolas tem potencial de influenciar diretamente os preços recebidos pelos produtores brasileiros.

Fonte: Pensar Agro

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