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Fávaro ressalta importância do Minha Casa, Minha Vida como política pública que chega ao cidadão

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Representando o Governo Federal, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e o secretário nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Augusto Rabelo, participaram da entrega de chaves para 125 famílias do programa Minha Casa, Minha Vida. A cerimônia foi realizada no bairro Novo Mundo, em Várzea Grande, na tarde desta segunda-feira (7).

“É uma revolução que o Minha Casa, Minha Vida está fazendo no Brasil. O que interessa é a dignidade e a política pública que chega no cidadão e o Minha Casa, Minha Vida é uma obra como essa”, destacou o ministro.

Ao todo, são cerca de 500 pessoas beneficiadas com a casa própria. As entregas compreendem três residenciais: Maranhão II (20 unidades), Viena (50 unidades) e America Residence (55 unidades), localizados no loteamento Hollywood.

“O estado do Mato Grosso, inclusive, é um estado com destaque importante na habitação. Nós já temos aqui R$ 4 bilhões que foram investidos, 25 mil casas já foram financiadas ou contratadas aqui”, destacou o secretário.

Cuiabá

Após a cerimônia em Várzea Grande, Fávaro e Rabelo visitaram as obras da construção de 500 unidades do Minha Casa, Minha Vida no residencial Comodoro, em Cuiabá.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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CNA alerta para falta de vacinas na pecuária e cobra medidas emergenciais do governo

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil solicitou ao Ministério da Agricultura e Pecuária a adoção de medidas emergenciais para enfrentar o desabastecimento de vacinas essenciais para a pecuária brasileira. O pedido foi formalizado por meio de ofício encaminhado ao ministro André de Paula na última quarta-feira (6).

Segundo a CNA, produtores rurais de diferentes regiões do país enfrentam dificuldades para encontrar imunizantes utilizados na prevenção de doenças que afetam bovinos, equinos e outros animais de produção.

Entre as vacinas em falta estão produtos voltados ao combate de clostridioses, influenza equina, encefalomielite, herpesvírus, tétano e leptospirose, enfermidades que representam riscos sanitários e econômicos para a atividade pecuária.

CNA relata risco sanitário e mortes de animais

No documento enviado ao governo federal, o presidente da CNA, João Martins, afirma que a escassez dos imunizantes já provoca impactos em algumas regiões produtoras.

De acordo com a entidade, a indisponibilidade das vacinas eleva o risco sanitário dos rebanhos e já há registros de mortalidade de animais em determinados estados brasileiros.

A CNA informou ainda que recebeu relatos das Federações de Agricultura e Pecuária de todas as regiões do país apontando dificuldades no abastecimento e preocupação crescente entre os produtores.

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Saída de farmacêutica agravou desabastecimento

Segundo informações repassadas pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal à CNA, a redução da oferta está relacionada, entre outros fatores, à saída do mercado brasileiro, em 2025, de uma das principais empresas farmacêuticas do setor veterinário.

Embora exista expectativa de aumento da produção a partir de maio, o abastecimento ainda não foi normalizado, mantendo o cenário de insegurança para a cadeia pecuária.

O setor avalia que a situação exige resposta rápida para evitar prejuízos sanitários e econômicos, especialmente em regiões com elevada concentração de rebanhos.

CNA pede articulação para ampliar oferta de vacinas

No ofício enviado ao Mapa, a CNA solicita esclarecimentos sobre as ações adotadas pelo governo federal para orientar a distribuição das doses remanescentes entre os estados e garantir prioridade às regiões mais afetadas.

A entidade também pede medidas emergenciais para acelerar a retomada da produção e restabelecer o abastecimento dos imunobiológicos no país.

Além disso, a Confederação defende maior articulação institucional para agilizar registros sanitários e facilitar a entrada de novos fornecedores e produtos no mercado brasileiro.

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Segundo a CNA, o objetivo é ampliar a disponibilidade de vacinas e reduzir os riscos à sanidade animal.

Debate ganhou força durante a Expozebu

A preocupação com a falta de vacinas também esteve em pauta durante reunião da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte realizada na Expozebu.

Na ocasião, representantes do setor discutiram alternativas para acelerar o reabastecimento dos imunizantes e minimizar impactos sobre a produção pecuária nacional.

A CNA afirmou ainda que está à disposição do Ministério da Agricultura para colaborar tecnicamente na construção de soluções voltadas à proteção sanitária e à sustentabilidade da pecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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