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Feicorte 2025: De 17 a 21 de junho, o maior encontro da pecuária latino-americana retorna a Presidente Prudente (SP)

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A Feicorte, Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, consolidada como um evento estratégico para a pecuária brasileira, retornará em 2025 ao Recinto de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente (SP), entre os dias 17 e 21 de junho. O município, situado na região com o maior rebanho bovino do Estado de São Paulo, que conta com cerca de 1,6 milhão de cabeças de gado, será o palco deste grande encontro, que promete reunir os principais agentes do setor.

O lançamento oficial do evento ocorrerá no dia 24 de abril, na Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), em Presidente Prudente. A cerimônia contará com a presença de autoridades como o secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai; o prefeito de Presidente Prudente, Milton Carlos de Mello (Tupã); o pró-reitor Acadêmico da Unoeste, José Eduardo Creste; além de pecuaristas, lideranças e representantes de empresas do setor agropecuário.

O boi brasileiro, símbolo de sustentabilidade e produtividade

Com o tema “O boi brasileiro, produtivo por natureza”, a edição de 2025 da Feicorte destaca a força da pecuária nacional, que se caracteriza pelo crescente uso de tecnologia, práticas sustentáveis e melhoramento genético. Carla Tuccilio, CEO da Verum, promotora do evento, enfatiza que o tema reflete a eficiência, a sustentabilidade e o protagonismo do boi brasileiro no mercado global: “A Feicorte visa valorizar o trabalho técnico e responsável realizado no setor, sempre com foco na inovação”, afirma.

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O Fórum Feicorte, uma das principais atrações da feira, promoverá uma série de palestras, debates e apresentações de cases de sucesso. O evento abordará temas como a adoção de genética de alta performance, o aproveitamento de subprodutos na alimentação do gado, avanços no manejo e no bem-estar animal, além de sistemas como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Essas práticas têm transformado a pecuária, tornando-a cada vez mais alinhada às exigências de mercado e às metas ambientais.

O fórum também destacará o papel do Brasil como líder na exportação de carne bovina, com um modelo de produção que respeita o meio ambiente, reduz a área de pastagem, melhora a idade de abate e assegura a entrega de carne de alta qualidade ao mercado mundial.

Diálogo internacional e inovação

A programação de 2025 da Feicorte visa também promover um intercâmbio de conhecimento entre o Brasil e outros países. Confirmada para o evento, a presença de especialistas internacionais, como o norte-americano Tommy Perkins, um dos maiores especialistas em ultrassonografia de carcaça e melhoramento genético de bovinos de corte, fortalecerá esse diálogo. Para Carla Tuccilio, essa troca de experiências é essencial para compartilhar os avanços da pecuária brasileira e, ao mesmo tempo, aprender com as melhores práticas de outras regiões: “Os especialistas internacionais terão a oportunidade de conhecer a nossa pecuária de perto e ver a eficiência, a sustentabilidade e a produtividade em ação”, destaca.

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Uma megaestrutura para negócios e inovações

A Feicorte 2025 ocupará uma área de 84 mil metros quadrados e contará com uma programação diversificada, incluindo conteúdos técnicos, exposições de marcas, leilões, e apresentações de raças bovinas e equinas. A edição de 2024, realizada em novembro, atraiu cerca de 8 mil pessoas, consolidando o evento como um ponto de encontro essencial para a cadeia produtiva da carne.

A CEO da Verum, Carla Tuccilio, reforça a importância da estrutura da feira como um diferencial para o sucesso do evento: “Estamos criando novamente um ambiente completo para negócios, conexões e aprendizado. A Feicorte é um espaço onde o mercado se atualiza e antecipa as tendências”, afirma. Diversas empresas já confirmaram sua participação, como Gasparim Sementes e Nutrição Animal, Marfrig, Inbra, ABCZ, UNOESTE, JetBov, Beckhauser, Agroceres Multimix, entre outras.

Um marco no calendário agropecuário

A Feicorte se consolidou como um evento-chave no calendário do agronegócio brasileiro, e, nesta sua segunda edição pós-retomada, promete trazer ainda mais inovação e oportunidades de negócios. Aílton Rogério Barbosa, diretor-geral da Verum, ressalta: “Após o sucesso da edição anterior, ampliamos nossa entrega para 2025 com mais conteúdo, mais inovação e mais oportunidades. A Feicorte chegou para ficar e é parte do circuito nacional de grandes eventos do setor”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Crédito rural para a agricultura empresarial soma R$ 28,2 bilhões no primeiro mês da safra 2026/2027

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A agricultura empresarial contratou R$ 28,2 bilhões em crédito rural em julho de 2026, primeiro mês da safra 2026/2027. O levantamento reúne operações realizadas por produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e pelos demais produtores, com base em dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central do Brasil, e das registradoras de títulos, no caso das Cédulas de Produto Rural (CPR).

As CPR responderam por R$ 18,8 bilhões das operações contratadas no mês, o equivalente a 66,6% do total. O custeio convencional somou R$ 6,5 bilhões, correspondente a 23% das contratações.

Custeio, comercialização e industrialização

No custeio da produção, o Pronamp respondeu por R$ 3,5 bilhões, o equivalente a 53,5% do total destinado à modalidade. Os demais produtores empresariais contrataram R$ 3 bilhões, ou 46,5%.

As operações de comercialização da produção agropecuária somaram R$ 1,5 bilhão em julho. Já a industrialização, que contempla o processamento e a agregação de valor aos produtos agropecuários, registrou R$ 891 milhões.

Os programas de investimento, destinados a itens como máquinas, equipamentos, irrigação e modernização de estruturas produtivas, registraram R$ 118,1 milhões em aplicações no primeiro mês da safra. Entre os programas, foram contratados R$ 56 milhões pelo RenovAgro e R$ 31 milhões pelo Pronamp Investimento.

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Operações por porte do produtor

Fora do Pronamp, os médios e grandes produtores contrataram R$ 5,9 bilhões, correspondentes a 21% do total concedido no mês. No Pronamp, foram registrados R$ 3,5 bilhões em operações, equivalentes a 12,4% do total.

Ao todo, foram realizados 26.034 contratos de crédito rural pela agricultura empresarial em julho. Desse número, 12.940 foram operações de CPR.

Crédito por região

O Sul registrou o maior volume de crédito entre as regiões em julho, com R$ 3,6 bilhões e 6.887 contratos. Na sequência aparecem o Sudeste, com R$ 2,5 bilhões, e o Centro-Oeste, com R$ 2,2 bilhões. O Nordeste registrou R$ 678 milhões, enquanto o Norte teve R$ 400 milhões em concessões.

O levantamento também mostra diferenças no tíquete médio das operações, que corresponde ao valor médio de cada contrato. No Centro-Oeste, o valor chegou a R$ 1,25 milhão por contrato. No Sul, o tíquete médio foi de R$ 529 mil.

Fontes de recursos

Entre as fontes controladas utilizadas no financiamento do crédito rural, os Recursos Obrigatórios foram responsáveis por R$ 3,9 bilhões, o equivalente a 69,8% do total dessas fontes. Os Recursos Obrigatórios correspondem à parcela dos depósitos à vista que as instituições financeiras devem direcionar ao crédito rural.

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Entre as fontes não controladas, a LCA Livre foi a principal fonte de captação de recursos privados, com R$ 3,4 bilhões destinados ao crédito rural.

Recursos equalizáveis

Para a safra 2026/2027, a programação orçamentária de recursos equalizáveis soma R$ 97,6 bilhões, conforme a Portaria MF nº 2.170/2026. Os recursos equalizáveis são destinados a linhas de crédito com taxas de juros controladas pelo governo federal, e o diferencial em relação às taxas de mercado é coberto pelo Tesouro Nacional.

No primeiro mês da safra, R$ 1,3 bilhão dos recursos equalizáveis programados foi concedido.

Entre os programas de investimento equalizáveis, foram contratados R$ 56,1 milhões pelo RenovAgro, R$ 20,7 milhões pelo Pronamp e R$ 17,6 milhões pelo Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA).

Nas operações equalizáveis de investimento, o Banco do Brasil respondeu por 86,8% das concessões do mês, seguido pelo Sicredi, com 12,8%. Nas linhas equalizáveis de custeio e comercialização, o Banco do Brasil concentrou 68,9% das concessões, seguido por Cresol (11%), Sicredi (10%) e Credicoamo (8,9%).

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Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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