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FMC lança fungicida Onsuva® e destaca inovações biológicas na Hortitec 2025

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FMC apresenta fungicida inovador para hortifrúti na Hortitec 2025

Entre os dias 25 e 27 de junho, a FMC, empresa líder em ciências agrícolas, marcará presença na Hortitec 2025 com o lançamento do fungicida Onsuva®, que traz a molécula fluindapir, inédita para o mercado brasileiro de hortaliças. A novidade amplia as opções de controle de doenças fúngicas, especialmente no combate ao complexo de manchas, como Alternaria spp., Cercospora spp. e Antracnose.

Onsuva® terá registro para diversas culturas

Atualmente referência no manejo de soja, milho e algodão, o Onsuva® está prestes a obter registro para uso em hortaliças, incluindo batata, tomate, cenoura, cebola, alho, beterraba e mandioca. O produto apresenta desempenho superior às moléculas tradicionais, prometendo maior eficácia e inovação para os produtores.

O gerente de culturas e portfólio da FMC, Luís Grandeza, destaca que a comercialização do fungicida está prevista para iniciar em setembro, complementando o portfólio com os inseticidas Premio® Star e Verimark®.

Premio® Star oferece amplo espectro e alta performance

O inseticida Premio® Star combina duplo modo de ação, longo efeito residual e alta resistência à lavagem por chuva, sendo eficaz contra mais de 50 pragas em diversas culturas. No segmento de hortifrúti, controla lagartas, tripes, vaquinhas, pulgões e mosca-branca (Bemisia tabaci), uma praga que transmite viroses.

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Segundo Luís Grandeza, o produto facilita o manejo do produtor ao evitar misturas de tanque, além de apresentar baixa carência, o que garante maior segurança alimentar e atende a mercados com certificação e rastreabilidade.

Verimark® atua desde o plantio para controle integrado de pragas

O inseticida Verimark® possui ação sistêmica, protegendo as plantas desde a aplicação na bandeja ou no solo, funcionando como uma “vacina” contra pragas difíceis de controlar, como mosca-branca, traças e lagartas. O manejo integrado, combinando cultural, biológico e químico, é fundamental para garantir sua eficiência.

Portfólio biológicos reforça compromisso com agricultura sustentável

Na Hortitec, a FMC também apresentará seu portfólio de produtos biológicos, com destaque para o biofungicida Provilar®, que previne o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) por meio de um triplo modo de ação: antibiose, competição e indução sistêmica de resistência.

Outro produto importante é o biofungicida Ataplan®, que protege contra fungos de solo como Fusarium, Rhizoctonia, Phytium e Colletotrichum, que podem comprometer a germinação e o desenvolvimento das plantas, reduzindo o potencial produtivo em até 40%.

Novos lançamentos e biopotencializadores completam portfólio

O estande da FMC também contará com os recentes lançamentos biológicos Calezar®, Romesar® e Evedar®, além dos reconhecidos Crop Evo® e Seed Evo® (biopotencializadores) e o bionematicida Quartzo®.

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Luís Grandeza reforça que o uso de produtos biológicos representa uma nova era para a agricultura, mais eficiente e sustentável.

“O produtor que adota o manejo integrado, combinando soluções químicas e biológicas, ganha em produtividade, rentabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca.

Com o lançamento do Onsuva® e a aposta em produtos biológicos, a FMC reafirma seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade no mercado de hortaliças, oferecendo ferramentas avançadas para o manejo integrado de pragas e doenças.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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