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Fungicidas da Sipcam Nichino se destacam em ensaios para controle de doenças no trigo e tratamento de sementes

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Fungicidas do portfólio da Sipcam Nichino Brasil se destacaram nos Ensaios Cooperativos de Rede voltados à cultura do trigo, realizados na safra 2024. Os resultados, recém-divulgados, confirmam a eficácia dos produtos tanto no controle da doença oídio quanto no tratamento de sementes. O trabalho foi conduzido em duas etapas e envolveu 17 instituições, entre fundações e consultorias, com testes realizados em lavouras do Paraná e do Rio Grande do Sul.

Destaque no controle do oídio

O controle do oídio, uma das principais doenças do trigo, foi avaliado em 11 ensaios realizados nas cidades de Campo Mourão, Guarapuava, Palmeira e Ponta Grossa (PR), além de Jaboticaba, Passo Fundo, Santa Bárbara do Sul, Cruz Alta, Coxilha e Pelotas (RS).

Entre os tratamentos mais eficazes, destacaram-se os produtos Domark® Excell e Fezan® Gold, da Sipcam Nichino, aplicados de forma associada. Os fungicidas atingiram um índice de controle de até 85,8%, resultado considerado muito positivo pela empresa e semelhante ao observado em safras anteriores.

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Além da eficiência no controle do oídio, a estratégia adotada proporcionou o maior rendimento de colheita registrado nesse Ensaio Cooperativo: média de 4.500 kg/ha, enquanto outros tratamentos renderam cerca de 3.500 kg/ha, segundo o engenheiro agrônomo José de Freitas, da área de desenvolvimento de mercado da empresa.

Freitas lembra que o oídio costuma ser uma das primeiras doenças a aparecer na lavoura, logo após a emergência das plantas, e pode evoluir rapidamente. “Se não for controlado, pode reduzir a produção de grãos em até 60%”, alerta.

📄 Confira os resultados sobre doenças

Tratamento de sementes: eficácia comprovada

Nos ensaios voltados ao tratamento de sementes, os testes ocorreram nas cidades de Cafelândia, Londrina, Palmeira e Ponta Grossa (PR) e Itaara (RS). O foco foi a eficácia de fungicidas no controle das doenças Fusarium graminearum e Bipolaris sorokiniana.

Os produtos Torino® (já registrado para uso no trigo) e Tiofanil® (em fase de registro), ambos da Sipcam Nichino, apresentaram resultados expressivos:

Controle de Fusarium graminearum:

  • Torino®: 97,9%
  • Tiofanil®: 97,4%
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Controle de Bipolaris sorokiniana:

  • Torino®: 87,4%
  • Tiofanil®: 78,9%

Segundo Freitas, o tratamento de sementes é uma estratégia essencial no manejo da triticultura, pois permite eliminar patógenos de importância econômica transmitidos tanto pelo solo quanto pelas sementes. Entre as doenças que podem ser evitadas estão: mancha-amarela, mancha-marrom, septoriose, mancha da gluma, carvão do trigo, brusone e giberela (ou fusariose).

📄 Confira os resultados sobre tratamento de sementes

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil exporta menos café em volume, mas mantém faturamento com preços elevados

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O Brasil exportou 35,4 milhões de sacas de café de 60 kg entre julho de 2025 e maio de 2026, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O volume representa uma queda de 18% em relação ao mesmo período da safra anterior, quando os embarques somaram 43 milhões de sacas.

Apesar da redução na quantidade exportada, o desempenho financeiro do setor se manteve praticamente estável. A receita acumulada atingiu US$ 13,6 bilhões, levemente abaixo dos US$ 13,7 bilhões registrados na temporada 2024/25. O resultado evidencia que a valorização do grão no mercado internacional compensou a menor disponibilidade do produto brasileiro.

Preços altos sustentam receita mesmo com queda nas exportações

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o desempenho do café brasileiro ao longo da safra 2025/26 foi impactado por uma combinação de fatores, especialmente a menor produção e os estoques internos historicamente reduzidos.

Com a oferta limitada, o café disponível foi sendo gradualmente comercializado ao longo do ciclo, o que reduziu significativamente os volumes remanescentes para negociação. Em paralelo, os preços elevados permitiram maior capitalização dos produtores, que não demonstraram necessidade de acelerar a venda dos estoques restantes.

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Esse cenário contribuiu para a queda nos embarques, mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade no mercado internacional.

Nova safra avança, mas impacto nas exportações será gradual

Segundo pesquisadores do Cepea, a colheita da safra 2026/27 começou a ganhar ritmo em maio, impulsionando o avanço das negociações no mercado interno. No entanto, o impacto desse novo ciclo ainda não aparece de forma significativa nos dados de exportação.

Isso ocorre porque o café recém-colhido precisa passar por etapas de preparo, secagem e beneficiamento antes de estar apto para embarques em maior escala. Dessa forma, o reflexo da nova safra sobre os volumes exportados deve ocorrer de maneira gradual ao longo dos próximos meses.

O Cepea avalia que parte desse movimento já pode ser percebida nos dados de junho, embora ainda de forma parcial, com tendência de aumento progressivo na oferta exportável conforme a safra avança.

Perspectivas para o setor cafeeiro brasileiro

O comportamento recente do mercado reforça o papel dos preços internacionais como principal fator de sustentação da receita do setor cafeeiro brasileiro em um cenário de menor oferta. Ao mesmo tempo, a transição para a nova safra tende a redefinir o equilíbrio entre volume e valor nas exportações nos próximos meses.

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Com a entrada gradual da produção 2026/27 no mercado, a expectativa é de recuperação parcial dos embarques, ainda que condicionada ao ritmo de beneficiamento e à dinâmica de demanda global pelo café brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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