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Futuros do açúcar encerram semana em alta com apoio do petróleo e demanda da China

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Valorização do petróleo impulsiona contratos em Nova York

Na ICE Futures de Nova York, os contratos futuros do açúcar bruto registraram alta generalizada na última sexta-feira (9). O vencimento para julho de 2025 foi negociado a 17,78 centavos de dólar por libra-peso, com aumento de 28 pontos em relação ao dia anterior. O contrato com vencimento em outubro de 2025 também subiu 28 pontos, alcançando 17,92 cts/lb. Os demais contratos apresentaram ganhos entre 16 e 27 pontos.

De acordo com analistas consultados pela agência Reuters, o cenário favorável se deve, em parte, às compras chinesas de açúcar brasileiro. Além disso, os operadores observaram um aumento no número de navios aguardando para carregar açúcar destinado à exportação, movimento considerado típico para esta época do ano, em que a colheita no Brasil ganha ritmo.

Açúcar branco também sobe em Londres

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco acompanhou a tendência de alta. O contrato com vencimento em agosto de 2025 subiu 1%, ou US$ 5, sendo negociado a US$ 499,90 por tonelada. Já o contrato de outubro de 2025 teve valorização de US$ 6,50, fechado a US$ 492,20 por tonelada. Os demais vencimentos registraram altas entre US$ 4,60 e US$ 6,50.

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Mercado interno apresenta leve queda

No Brasil, o mercado físico de açúcar cristal teve uma leve baixa nas cotações na sexta-feira. Segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 141,29, contra R$ 141,36 na quinta-feira, o que representa uma variação negativa de 0,05%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Suínos no Brasil: preços do animal vivo e da carne atingem mínimas históricas mesmo com exportações recordes

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Queda nos preços persiste no mercado de suínos

O mercado brasileiro de suínos continua enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços. Mesmo com o desempenho positivo das exportações, as cotações do animal vivo e da carne seguem em trajetória de queda, refletindo condições desfavoráveis no mercado interno.

Demanda doméstica enfraquecida limita reação

A baixa procura no mercado interno, já observada ao longo de março, se manteve na primeira quinzena de abril. O enfraquecimento do consumo doméstico permanece como um dos principais entraves para a recuperação dos preços, reduzindo a capacidade de reação do setor.

Oferta elevada e forte concorrência pressionam cotações

Além da demanda enfraquecida, o setor enfrenta um ambiente de elevada oferta e forte concorrência. De acordo com agentes consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), esse cenário tem intensificado o movimento de desvalorização tanto do suíno vivo quanto da carne suína.

Quedas mais intensas desde janeiro indicam sobreoferta

Entre os dias 7 e 14 de abril, as cotações do suíno vivo registraram as quedas mais expressivas desde janeiro deste ano. O comportamento reforça a percepção de sobreoferta no mercado interno, ampliando a pressão sobre os preços.

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Preços atingem os menores níveis em anos

Em termos reais, os valores do suíno vivo atingiram os níveis mais baixos desde março de 2022. Já os preços da carne suína recuaram ao menor patamar desde maio de 2020, conforme levantamento do Cepea.

Cenário exige atenção do setor produtivo

Diante de uma oferta elevada e do consumo doméstico ainda enfraquecido, o mercado de suínos segue desafiador. Mesmo com o suporte das exportações em níveis recordes, o equilíbrio entre oferta e demanda interna será decisivo para uma possível recuperação dos preços nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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