AGRONEGOCIOS
Gripe Aviária impulsiona exportações brasileiras de carne de frango
AGRONEGOCIOS
A Influenza Aviária tem sido um fator determinante para o aumento das exportações brasileiras. Desde janeiro, mais de 34 países relataram surtos da doença, afetando a produção global. Os Estados Unidos têm enfrentado um dos piores surtos de influenza aviária de sua história.
O vírus H5N1, altamente patogênico, se espalhou rapidamente por diversas regiões do país, atingindo estados produtores-chave como Geórgia, Carolina do Norte e Arkansas. Como consequência, milhões de aves precisaram ser abatidas, reduzindo drasticamente a oferta de carne de frango e ovos.
Esse problema interno dos EUA, um dos principais concorrentes do Brasil, fez com que reduzissem as exportações em 367 mil toneladas em 2024. Além disso, na União Europeia, países como Alemanha, Reino Unido e Polônia também enfrentam restrições devido à doença, impactando suas exportações.
Diante disso, o Brasil se mantém como o maior exportador mundial de carne de frango, beneficiando-se de um fator crucial: até o momento, não houve registro de influenza aviária em suas granjas comerciais. Essa condição sanitária favorável tem assegurado ao país uma posição competitiva no mercado internacional de proteínas.
Além do controle sanitário rigoroso, o setor avícola brasileiro é altamente estruturado, permitindo a expansão da produção sem comprometer a qualidade e a segurança dos alimentos. Grandes empresas do ramo, como BRF e JBS, estão ampliando sua capacidade produtiva e ajustando estratégias de exportação para atender à crescente demanda, especialmente diante das dificuldades enfrentadas pelos EUA e outros países impactados pela doença.
O Congo, por exemplo, aumentou suas compras de carne de frango brasileira em 26% no ano passado. O México também tem sido um destaque, ampliando suas importações em 650% em janeiro de 2025, impulsionado pela renovação do Programa de Abertura Contra a Inflação e a Carestia (PACIC). Historicamente dependente dos EUA, o país tem diversificado suas compras devido às dificuldades sanitárias enfrentadas pelos norte-americanos.
Diante desse cenário, o Brasil se consolida como um dos principais fornecedores de carne de frango do mundo. A tendência é de que a pressão da Influenza Aviária sobre a oferta global continue direcionando mais importadores ao produto brasileiro, especialmente no segundo semestre, período tradicionalmente mais forte para as exportações.
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGOCIOS
AVISO DE PAUTA
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Edipo Araujo, estará em Foz do Iguaçu (PR) nesta quarta-feira (2) e quinta-feira (3) para uma agenda voltada ao fortalecimento da cadeia produtiva da tilápia, à pesca e aquicultura e ao desenvolvimento sustentável na região.
Na quarta-feira (2), o ministro participa de reunião com o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Ênio Verri e no final da tarde estará presente na abertura oficial e do Festival da Tilápia – IFC, principal evento que reúne representantes da cadeia do pescado e destaca a produção de tilápia no Brasil e na região de tríplice fronteira.
Na quinta-feira (3), a programação inclui o Workshop “Desenvolvimento Sustentável da Tilapicultura no Reservatório de Itaipu”, com a participação do ministro do MPA, Edipo Araujo, juntamente com o ministro do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Paraguai, Rolando de Barros Barreto.
SERVIÇO
Quarta-feira – 2 de setembro
11h15 – Reunião com Ênio Verri – Itaipu Binacional
Local: Centro Executivo da Itaipu Binacional
Av. Sílvio Américo Sasdelli, 800 – Vila A, Foz do Iguaçu (PR)
18h – Abertura oficial e Festival da Tilápia – IFC
Local: Maestra Grand Convention Center – Recanto Cataratas Thermas & Resort
Avenida Costa e Silva, 3.500 – Foz do Iguaçu (PR)
Quinta-feira – 3 de setembro
9h – Workshop “Desenvolvimento Sustentável da Tilapicultura no Reservatório de Itaipu”
Local: Maestra Grand Convention Center – Recanto Cataratas Thermas & Resort
Avenida Costa e Silva, 3.500 – Foz do Iguaçu (PR)
CONTATO
[email protected]
(61) 3276-5193
www.gov.br/mpa
@minpescaeaquicultura



