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Heringer apresenta fertilizantes premium para café arábica durante a FEMAGRI 2026
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Heringer participa da FEMAGRI 2026 com foco na cafeicultura
Entre os dias 18 e 20 de março, a Heringer estará presente na FEMAGRI 2026, realizada em Guaxupé (MG), apresentando tecnologias nutricionais voltadas especialmente para o café arábica.
A participação no evento reforça a ligação histórica da companhia com a cafeicultura brasileira e seu compromisso em oferecer soluções completas de nutrição vegetal, voltadas para aumentar a produtividade e a eficiência das lavouras.
Durante a feira, a empresa destaca fertilizantes desenvolvidos para ajudar o produtor a extrair o máximo potencial produtivo do solo ao longo das safras.
Fertilizantes premium são destaque no estande da empresa
Entre as tecnologias apresentadas pela companhia estão os fertilizantes Fertiva 19-04-19 e Nitratop, soluções desenvolvidas para garantir eficiência agronômica, desempenho operacional e resultados consistentes no campo.
Os produtos foram formulados para atender às demandas nutricionais da cafeicultura moderna, contribuindo para o desenvolvimento equilibrado das plantas e para ganhos de produtividade.
Fertiva 19-04-19 oferece nutrição equilibrada para o café
O Fertiva 19-04-19 reúne sete nutrientes em um único grânulo, permitindo um fornecimento nutricional mais equilibrado durante todo o ciclo da cultura.
Entre os diferenciais da tecnologia estão:
- presença de duas fontes de nitrogênio (nítrico e amoniacal), que favorecem a nutrição da planta
- maior eficiência na absorção de nutrientes
- redução de perdas por volatilização
- granulometria uniforme, que melhora a distribuição do fertilizante no campo
Em avaliações realizadas em lavouras brasileiras de café arábica, o fertilizante apresentou incremento médio de produtividade de 3,5 sacas por hectare.
Nitratop se destaca pela eficiência do nitrogênio
Outro destaque da empresa na feira é o Nitratop, fertilizante desenvolvido para proporcionar alto rendimento operacional durante a aplicação.
A tecnologia apresenta granulometria uniforme, o que favorece a fluidez na distribuição do produto no campo. Além disso, o fertilizante oferece:
- alta eficiência do nitrogênio (N)
- presença de nitrogênio nas formas nítrica e amoniacal
- ausência de perdas por volatilização
O produto também contribui para a melhor formação dos grãos de café, auxiliando no pegamento floral, graças à presença de cálcio (Ca) e magnésio (Mg) na formulação.
FEMAGRI é um dos principais eventos da cafeicultura brasileira
A participação da Heringer na feira também reforça a relação da empresa com o sistema cooperativista e com os produtores de café.
A FEMAGRI é organizada pela Cooxupé, considerada a maior cooperativa de cafeicultores do mundo, que em 2026 celebra 94 anos de cooperativismo.
Atualmente, a cooperativa reúne mais de 21 mil produtores cooperados, distribuídos por importantes regiões produtoras, como:
- Sul de Minas
- Alto Paranaíba (Cerrado Mineiro)
- Matas de Minas
- Vale do Rio Pardo (SP)
A Cooxupé exporta café para mais de 50 países e é referência global no setor.
Proximidade com o produtor é estratégia da empresa
Segundo Marcelo Ferri, diretor comercial da Heringer, a participação na FEMAGRI reforça a estratégia da empresa de manter proximidade com os produtores rurais.
De acordo com o executivo, o evento é uma oportunidade de fortalecer parcerias e apresentar tecnologias que contribuam para o crescimento sustentável da cafeicultura.
“A FEMAGRI é um dos principais encontros da cafeicultura brasileira e estar ao lado da Cooxupé e de milhares de produtores reforça o quanto valorizamos a proximidade com o campo. Acreditamos na força das parcerias para impulsionar resultados e seguimos trabalhando para oferecer soluções que apoiem o produtor a alcançar mais produtividade e rentabilidade, safra após safra”, afirma.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
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