AGRONEGOCIOS
Hubbard consolida expansão no Brasil com destaque para a linhagem Efficiency Plus
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Com mais de um século de tradição em genética avícola, a Hubbard® vem ampliando sua presença no mercado brasileiro com uma proposta clara: oferecer soluções inovadoras em reprodução e um atendimento técnico próximo ao produtor. No centro dessa estratégia está a linhagem Hubbard Efficiency Plus, que vem se destacando por sua performance consistente e pela excelente adaptação aos diversos sistemas de produção avícola no país.
Desde sua introdução no Brasil, em 2020, o Efficiency Plus tem conquistado espaço por entregar aquilo que o setor mais valoriza: desempenho reprodutivo elevado, crescimento eficiente, robustez sanitária e alto rendimento de carne. A ave alia excelente conversão alimentar a uma elevada produção de ovos e pintinhos, posicionando-se como uma opção sustentável e economicamente vantajosa para diferentes modelos produtivos.
“Essa ave reúne desempenho, adaptabilidade e retorno econômico”, afirma Carlos Antonio Costa, diretor comercial da Hubbard no Brasil.
A empresa também vem intensificando os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, como destaca o diretor técnico global da Hubbard, Roberto Yamawaki: “Estamos destinando uma parcela significativa do nosso faturamento para o aprimoramento contínuo das nossas linhagens, impulsionando o sucesso dos nossos clientes”.
Desde que assumiu a posição global no início deste ano, Yamawaki passou a supervisionar o suporte ao cliente em todos os mercados em que a Hubbard atua. No Brasil, lidera a expansão da assistência técnica local, com o reforço das equipes especializadas em nutrição, sanidade, incubatórios e produção de matrizes.
“Nosso objetivo é apoiar o sucesso dos produtores avícolas em cada etapa da cadeia – da reprodução ao processamento”, explica Yamawaki. Segundo Carlos Antonio, o retorno dos clientes tem sido bastante positivo: “A demanda crescente mostra que estamos no caminho certo”.
Com perspectivas otimistas para o futuro, a empresa enxerga grande potencial na avicultura brasileira. “O setor está em franca expansão e deve continuar crescendo em 2025 e nos próximos anos”, projeta Yamawaki. Carlos Antonio complementa: “O frango é uma proteína acessível e de alta qualidade, com papel estratégico para o Brasil. Estamos preparados para apoiar esse crescimento”.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha
Mercado Externo
O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.
Mercado Interno
A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.
As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.
No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.
Preços
Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.
Indicadores
- Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
- Área colhida: 90%
- Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
- Milho silagem:
- Área: 345.299 hectares
- Colheita: 87%
- Produtividade média: 37.840 kg/ha
- Soja (RS):
- Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
- Colheita: 68%
- Produtividade média: 2.871 kg/ha
- Feijão 1ª safra:
- Área: 23.029 hectares
- Produtividade média: 1.781 kg/ha
- Feijão 2ª safra:
- Área: 11.690 hectares
- Produtividade média: 1.401 kg/ha
- Arroz irrigado:
- Área: 891.908 hectares
- Colheita: 88%
- Produtividade média: 8.744 kg/ha
Análise
A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.
O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.
No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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