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Incentivo Fiscal e Responsabilidade Social: Como a Kemin Está Impulsionando Projetos Sociais com o IRPJ

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As leis de incentivo fiscal no Brasil têm sido um canal importante para o financiamento de projetos sociais e culturais, permitindo que empresas direcionem parte de seus impostos para iniciativas que impactam positivamente a sociedade. Um exemplo disso é a Kemin Saúde e Nutrição Animal, que tem se destacado na aplicação de recursos provenientes do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) para apoiar ações sociais. A seguir, conheça como a empresa tem contribuído para diversas causas e como sua atuação vai além da simples destinação de recursos.

O Papel das Leis de Incentivo Fiscal no Brasil

As leis de incentivo fiscal no Brasil permitem que empresas financiem projetos nas áreas de cultura, esporte, saúde, educação e meio ambiente, beneficiando diretamente comunidades e iniciativas que atendem a necessidades sociais e ambientais. Esse mecanismo tem se mostrado uma ferramenta estratégica não apenas para a promoção de responsabilidade social, mas também para o fortalecimento da imagem institucional das empresas.

A Kemin e o Uso de Recursos do IRPJ

A Kemin Saúde e Nutrição Animal tem utilizado as leis de incentivo fiscal para destinar recursos a projetos sociais desde 2018, com um foco claro em causas relacionadas ao bem-estar social, saúde e sustentabilidade. De acordo com Vanessa dos Santos, coordenadora da área fiscal da empresa, a Kemin tem direcionado, anualmente, cerca de 6% do seu imposto devido para iniciativas aprovadas por meio do IRPJ.

“A Kemin tem se envolvido ativamente, nos últimos quatro anos, em projetos financiados por meio da destinação de recursos do IRPJ”, destaca Vanessa dos Santos.

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Entre os projetos apoiados pela Kemin, destacam-se iniciativas que atendem crianças autistas, proporcionam acesso à cultura para jovens em situação de vulnerabilidade e promovem cuidados a idosos em Valinhos (SP), cidade onde a empresa mantém uma de suas unidades.

Escolha de Projetos e Alinhamento com os Valores da Empresa

A seleção dos projetos que recebem apoio financeiro da Kemin segue critérios rigorosos de alinhamento com os valores estratégicos da empresa, que incluem sustentabilidade, pessoas e transformação de vidas. A empresa prioriza projetos que, além de aprovados pela legislação, estão em sintonia com sua missão de gerar um impacto social positivo.

“Buscamos projetos aprovados que seguem nossos princípios, como o pilar de pessoas e nossa missão de transformar vidas”, explica Vanessa.

Voluntariado Corporativo: A Kemin Além do Incentivo Fiscal

Além da destinação de recursos via IRPJ, a Kemin também investe no engajamento de seus colaboradores em ações sociais. A empresa promove regularmente o Dia do Voluntariado, no qual os funcionários têm a oportunidade de se dedicar a causas sociais com o apoio da organização.

“Incentivamos e apoiamos ativamente essas iniciativas, pois acreditamos que o engajamento interno também é parte da transformação social”, enfatiza Vanessa.

Esse compromisso vai ao encontro de outras ações, como o apoio ao Instituto Adimax, que promove a inclusão de pessoas com deficiência por meio de cães de serviço, e à Fundação Dorina Nowill para Cegos, que presta assistência a deficientes visuais. Além disso, a Kemin tem se associado à Afascom, organização que atua com adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Parcerias Internacionais e o Impacto Global

O compromisso da Kemin com causas sociais ultrapassa as fronteiras nacionais. Em 2018, a empresa participou de uma ação global com a ONG Habitat for Humanity e o Programa Mundial de Alimentos (WFP), que, em 2021, foi laureado com o Prêmio Nobel da Paz.

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Este envolvimento com causas globais reflete o olhar social e humanitário da Kemin, que integra ciência e inovação com impacto social significativo.

O Prêmio Mundial da Alimentação e a Visão da Kemin

A Kemin também apoia o Prêmio Mundial da Alimentação, que há quase três décadas reconhece líderes e organizações que contribuem para a segurança alimentar global. Esse apoio demonstra como a empresa, além de sua atuação local, está comprometida com desafios globais como a segurança alimentar e o combate à fome.

Conclusão: Transformando Vidas por Meio de Ações Concretas

Para a Kemin, investir em projetos sociais não é apenas um ideal, mas uma prática constante que reflete seus valores e compromissos. A empresa continua a alavancar sua atuação social através de iniciativas de incentivo fiscal, ações de voluntariado corporativo e parcerias com organizações internacionais.

“Transformar vidas não é apenas um ideal da Kemin, mas uma prática que se reflete em cada escolha, inclusive na forma como investimos os recursos da empresa”, conclui Vanessa dos Santos.

Ao apoiar e financiar esses projetos, a Kemin não só contribui para o bem-estar das comunidades, mas também fortalece a responsabilidade social corporativa, mostrando que, por meio do incentivo fiscal, é possível gerar um impacto real e positivo na sociedade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Uso de satélite para barrar crédito rural gera novo debate no setor

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A nova regra que condiciona o acesso ao crédito rural ao monitoramento ambiental por satélite abriu uma frente de tensão entre produtores, Congresso e governo federal. Desde 1º de abril, bancos que operam recursos do Plano Safra passaram a consultar automaticamente dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) antes da liberação dos financiamentos agropecuários.

O centro da discussão está nos chamados “falsos positivos”, situações em que alterações na cobertura vegetal identificadas pelo sistema acabam sendo interpretadas como desmatamento irregular, mesmo quando decorrem de atividades produtivas permitidas ou manejos regulares dentro da propriedade.

Segundo a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), produtores vêm relatando dificuldades para acessar crédito em casos envolvendo limpeza de pastagem, manejo agrícola, renovação de áreas produtivas e até colheita de florestas plantadas, como eucalipto.

A preocupação do setor é que o sistema utilizado para monitoramento identifica mudanças na vegetação, mas não consegue, sozinho, diferenciar imediatamente uma atividade legal de um desmatamento irregular.

Com isso, o bloqueio ao crédito pode ocorrer antes mesmo de qualquer análise individualizada do caso. Isso inverte o ônus da prova e  obriga o produtor a comprovar posteriormente que a alteração apontada pelo satélite não configura infração ambiental. O processo pode envolver laudos técnicos, documentos fundiários, análises ambientais e procedimentos administrativos que levam semanas ou meses.

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O problema ganha peso porque o crédito rural continua sendo peça central do financiamento agropecuário brasileiro, especialmente em um momento de juros elevados, aumento do endividamento e custos ainda pressionados.

Dados citados pela consultoria Datagro mostram que mais de 5,4 milhões de apontamentos positivos estavam registrados no sistema Prodes até outubro de 2025. Parte dessas ocorrências, segundo o setor, pode estar associada justamente a interpretações equivocadas do monitoramento remoto.

As novas exigências estão previstas nas Resoluções nº 5.193/2024 e nº 5.268/2025, do Conselho Monetário Nacional (CMN), dentro do processo de endurecimento das regras ambientais para concessão de crédito rural.

A justificativa oficial é impedir que propriedades com irregularidades ambientais tenham acesso a recursos públicos subsidiados.

O avanço das restrições provocou reação imediata no Congresso Nacional. Parlamentares ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária protocolaram projetos para suspender os efeitos das resoluções até que sejam criados mecanismos considerados mais precisos de validação ambiental.

As propostas também tentam impedir embargos automáticos baseados exclusivamente em imagens de satélite e estabelecer critérios técnicos mais claros para restrições ao financiamento rural.

Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende (foto), o principal problema está na automatização do processo sem análise técnica prévia. “O monitoramento ambiental é necessário e irreversível. O problema começa quando um apontamento preliminar feito por satélite passa a produzir efeito imediato sobre o crédito sem uma verificação individualizada da situação da propriedade”, afirma.

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Segundo Rezende, a insegurança aumenta porque o produtor depende do financiamento para manter o calendário agrícola e não consegue esperar meses por uma solução administrativa. “O crédito rural não financia apenas expansão. Ele financia custeio, compra de insumos, operação da safra e fluxo de caixa da propriedade. Quando o recurso trava por causa de um possível falso positivo, o impacto econômico acontece imediatamente dentro da porteira”, diz.

Ele avalia que o avanço das exigências ambientais tende a se intensificar nos próximos anos, principalmente pela pressão de bancos, mercados importadores e sistemas internacionais de rastreabilidade.

“A questão ambiental passou a fazer parte da análise de risco do crédito rural. Isso já não é mais uma discussão apenas regulatória. O produtor vai precisar cada vez mais de documentação organizada, regularidade ambiental e segurança jurídica para acessar financiamento e mercado”, afirma.

O episódio evidencia uma mudança estrutural no agro brasileiro. Critérios ambientais deixaram de afetar apenas fiscalização e passaram a interferir diretamente na capacidade de financiar produção, renegociar dívidas e manter competitividade no mercado internacional.

Fonte: Pensar Agro

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