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Indústria 4.0 transforma o processamento de arroz com automação e mais eficiência

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Avanços tecnológicos no processamento de arroz

A Indústria 4.0 já está revolucionando o processamento de arroz, trazendo avanços significativos em automação, controle e eficiência. De acordo com a Newtec Construções Mecânicas, as tecnologias aplicadas ao setor estão redefinindo os padrões de produtividade e qualidade, tornando os processos mais inteligentes e precisos.

Monitoramento e ajustes automáticos

Entre as inovações mais importantes está o monitoramento em tempo real dos parâmetros de produção, que permite intervenções rápidas e precisas. Além disso, os ajustes automáticos garantem a manutenção constante da qualidade do arroz processado, elevando o padrão do produto final.

Coleta e análise de dados para otimização contínua

A coleta e análise dos dados operacionais são fundamentais para a otimização constante do processo. Essas informações ajudam na tomada de decisões mais ágeis e estratégicas, impulsionando a eficiência produtiva.

Flexibilidade e integração com sistemas de gestão

O setor também ganha mais flexibilidade graças ao controle remoto por meio de interfaces intuitivas. A integração com sistemas ERP e outras plataformas de gestão conecta a produção diretamente à administração, facilitando o gerenciamento e promovendo maior eficiência operacional.

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Benefícios para o setor e papel da Newtec

Essas inovações contribuem para a redução dos custos operacionais e a padronização da qualidade do arroz, fortalecendo a competitividade das empresas do segmento. A Newtec Construções Mecânicas se destaca como referência em soluções alinhadas à Indústria 4.0, desenvolvendo tecnologias que acompanham essa evolução e apoiam seus clientes rumo à inovação e excelência produtiva.

Mensagem final

“Esses recursos representam um novo patamar de precisão e inteligência no processamento industrial, possibilitando decisões mais rápidas, redução de custos e maior padronização da qualidade final”, afirma a empresa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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