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JetBov Capta R$ 1,6 Milhão para Expandir Rede de Franquias no Brasil

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A JetBov, referência global em software de gestão para bovinocultura de corte, concluiu uma rodada de captação de R$ 1,6 milhão por meio da plataforma EqSeed, autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O aporte será destinado à expansão do modelo de franquias da empresa, com a meta de dobrar o número de unidades no Brasil até 2026, passando de sete para 14 unidades, focando em regiões estratégicas para a pecuária nacional.

O CEO da JetBov, Xisto Alves, destaca que o objetivo da captação é ampliar a cobertura nas principais regiões produtoras de gado, oferecendo suporte técnico local e escalando o alcance da tecnologia da empresa.

Presença Nacional e Internacional

Atualmente, a JetBov possui unidades franqueadas em Boa Vista, Vilhena, Marabá, Cuiabá, Nova Andradina, Goiânia e Maringá. A companhia atende produtores em todos os estados do Brasil e mantém operações em países da América Latina, África e Europa, incluindo Paraguai, Uruguai, Bolívia, Peru, Angola, Moçambique e Portugal.

A expansão via franquias permite levar soluções tecnológicas diretamente ao pecuarista, aproximando a gestão da fazenda das práticas mais modernas do setor.

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Tecnologias Inovadoras para a Pecuária

A JetBov tem investido em novos aplicativos e soluções digitais, como o JetBov de Pasto, voltado à intensificação produtiva em áreas de pastagem, e o JetBov do Gestor, que incorpora Inteligência Artificial Generativa na gestão da pecuária.

Segundo Xisto Alves, essas ferramentas ajudam o produtor a tomar decisões mais estratégicas e baseadas em dados reais, aumentando a lucratividade e a sustentabilidade da propriedade. Ele também ressalta que tais tecnologias estão alinhadas com políticas públicas nacionais, como o Plano Nacional de Identificação de Bovinos e Bubalinos e a Plataforma Agro Brasil + Sustentável.

Investimento e Reconhecimento Internacional

O CEO da EqSeed, Igor Monteiro, reforça que a participação da SP Ventures, uma das principais gestoras de venture capital da América Latina, valida a robustez da JetBov. Ele destaca que a captação via EqSeed permite ampliar o modelo de franquias, levando tecnologia de ponta ao dia a dia do pecuarista e contribuindo para uma produção mais eficiente e sustentável.

Até hoje, mais de 13 milhões de animais já foram monitorados pela plataforma, consolidando a JetBov como referência global em soluções para bovinocultura de corte.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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