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JetBov Lança Sistema de Franquias e Expande sua Participação na Pecuária de Corte Brasileira

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A JetBov, reconhecida no desenvolvimento de tecnologias para a gestão de fazendas de bovinocultura de corte, anuncia um importante avanço na expansão da pecuária brasileira ao criar seu sistema de franquias. A novidade, um marco pioneiro no segmento de software para o setor, é uma evolução do programa de parcerias iniciado em 2021 e começa com a operação de cinco unidades localizadas em diferentes regiões do Brasil.

Segundo Xisto Alves, CEO da JetBov, o programa de parcerias foi implementado em 2021 e, ao longo do tempo, diversos modelos foram testados. O resultado foi a consolidação de um sistema de indicações que já conta com 271 parceiros cadastrados. “A trajetória com nossos parceiros é pautada no aprimoramento contínuo do relacionamento. O próximo passo é a certificação JetBov, o que capacita nossos parceiros para realizar implantações e treinamentos presenciais com nossos clientes. Atualmente, temos 13 parceiros certificados”, explica Alves, destacando o impacto dessa estratégia no atendimento diferenciado ao público.

O modelo de franquias exige que as empresas de consultoria interessadas passem por um rigoroso processo seletivo. Apenas aquelas que atendem aos critérios de competência, alinhamento com o propósito de aumentar a lucratividade e sustentabilidade das fazendas, e possuem a estrutura adequada, poderão se tornar unidades franqueadas. “A seleção não depende apenas da vontade de adquirir uma franquia, mas do perfil do empreendedor, da localização estratégica e da competência da consultoria. As empresas selecionadas se tornam a base local da JetBov na sua região”, afirma Alves.

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Além disso, a empresa oferece mentoria e um vasto know-how em diversas áreas operacionais para garantir o sucesso das unidades franqueadas. “Nossos colaboradores compartilham toda a experiência acumulada ao longo de uma década de atuação da JetBov”, acrescenta o CEO. O programa de franquias já está em funcionamento com unidades em Boa Vista (RR), Marabá (PA), Maringá (PR), Vilhena (RO) e Marília (SP), com previsão de expansão para mais três unidades até o primeiro semestre de 2025.

Novo Diretor Comercial para Impulsionar a Expansão

Para coordenar a expansão do sistema de franquias, a JetBov anunciou recentemente a contratação de Josias de Souza como Diretor Comercial. Com mais de 11 anos de experiência no setor de vendas de Software como Serviço (SaaS), Josias é conhecido por sua liderança em equipes de alta performance e por implementar estratégias de crescimento no mercado. “Sou movido por desafios com propósitos bem definidos. O propósito da JetBov, que empodera o pecuarista com gestão, me encantou. Quando percebi o desafio, vi que era a combinação ideal entre paixão e desafio, no momento certo. O programa de franquias nos leva a outro patamar, empoderando nossos parceiros e agregando valor na prestação de serviços de consultoria, com um impacto direto nos resultados dos nossos clientes”, afirma Josias.

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Para mais informações sobre como se tornar um parceiro JetBov e visualizar o mapa de distribuição das unidades de parceiros e franquias, acesse o site oficial: JetBov.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Logística de grãos no Brasil enfrenta gargalos históricos e tecnologia surge como chave para destravar o escoamento

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O Brasil caminha para mais uma safra recorde de grãos, estimada em 332,9 milhões de toneladas no ciclo 2024/25, reforçando sua posição como potência agrícola global. No entanto, a evolução da produção não tem sido acompanhada pelo mesmo ritmo na logística, criando um descompasso que impacta custos, competitividade e eficiência no agronegócio.

Levantamento inédito da nstech, apresentado no relatório “Retrato da Logística de Grãos do Brasil”, detalha os principais gargalos estruturais do setor e aponta a tecnologia como principal vetor de transformação no curto prazo.

Dependência do modal rodoviário pressiona custos

A logística de grãos no país ainda é fortemente concentrada no transporte rodoviário, responsável por 69% do escoamento em 2023. Em comparação, as ferrovias respondem por 22% e as hidrovias por apenas 9%.

Esse desequilíbrio eleva o custo do frete, reduz a previsibilidade das operações e aumenta o impacto ambiental. Segundo o estudo, o sistema atual exige cerca de 70 mil caminhões a mais do que o necessário, reflexo direto de gargalos como filas em terminais e infraestrutura insuficiente.

Além disso, as longas distâncias entre as regiões produtoras e os portos ampliam a complexidade logística, exigindo maior eficiência operacional para manter a competitividade internacional do agro brasileiro.

Hidrovias e ferrovias ainda são subaproveitadas

Apesar de avanços pontuais, os modais alternativos seguem aquém do potencial. A participação das hidrovias cresceu nos últimos anos, mas ainda é limitada, mesmo com projetos relevantes nos rios Paraguai, Madeira, Tapajós e Tocantins.

As principais rotas hidroviárias incluem Tietê-Paraná, Araguaia-Tocantins e São Francisco, com potencial para reduzir custos e emissões no transporte de grãos.

No caso das ferrovias, a infraestrutura ainda é restrita: para cada quilômetro de trilho, existem mais de 21 km de rodovias pavimentadas no país. Apenas um terço da malha ferroviária está em operação, concentrada em poucas empresas, o que limita a concorrência e encarece o transporte.

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Ainda assim, houve ganhos de eficiência. Corredores ferroviários ampliaram participação no escoamento, especialmente no Centro-Oeste, mas o crescimento relativo do modal segue lento diante da expansão da produção agrícola.

Arco Norte ganha protagonismo nas exportações

Entre os avanços estruturais, o Arco Norte se destaca como um dos principais vetores de transformação logística. A participação dos portos da região Norte nas exportações de grãos saltou de 12% em 2010 para 35% em 2024, impulsionada por investimentos privados e melhorias regulatórias.

A tendência é de expansão também no Arco Sul/Sudeste, com novos aportes em infraestrutura e aumento da capacidade de escoamento, especialmente em estados estratégicos para o agro.

O Porto de Santos segue como principal hub logístico, com capacidade para movimentar cerca de 70 milhões de toneladas de grãos por ano, mantendo papel central nas exportações brasileiras.

Cabotagem desponta como alternativa sustentável

A cabotagem — transporte marítimo entre portos nacionais — é apontada como uma alternativa promissora para ampliar a eficiência logística. No entanto, entraves regulatórios ainda limitam sua expansão, como restrições à entrada de novos operadores e exigências sobre construção de embarcações.

Com ajustes regulatórios, o modal pode ganhar relevância, especialmente em rotas que conectam grandes polos produtores aos principais portos, reduzindo custos e emissões.

Déficit de armazenagem agrava gargalos

Outro ponto crítico é a capacidade de armazenagem. Enquanto países como os Estados Unidos conseguem estocar até 150% da produção, o Brasil possui capacidade entre 60% e 70%.

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Esse déficit pressiona o transporte durante a safra, aumenta os custos logísticos e reduz o poder de negociação do produtor rural.

Dados do setor mostram que a maioria dos agricultores não possui estrutura própria de armazenagem, o que reforça a dependência de soluções emergenciais, como o uso de silos bolsa — alternativa que cresce no campo, mas ainda com limitações para conservação de longo prazo.

Tecnologia acelera ganhos de eficiência no agro

Diante das limitações estruturais, a tecnologia surge como o principal fator de transformação imediata na logística do agronegócio.

Soluções digitais já demonstram impactos relevantes, como aumento de até 40% na capacidade de escoamento em terminais portuários. Entre as ferramentas estão sistemas de agendamento de cargas, gestão de pátio, rastreamento em tempo real, digitalização de documentos e uso de indicadores de desempenho.

A integração de dados ao longo da cadeia logística permite maior previsibilidade, redução de filas e otimização de recursos, sem depender exclusivamente de grandes obras de infraestrutura.

Desafios estruturais exigem estratégia integrada

O estudo reforça que a superação dos gargalos logísticos no Brasil passa por três pilares: investimento em infraestrutura, ampliação da capacidade de armazenagem e adoção intensiva de tecnologia.

Enquanto obras estruturais demandam tempo e elevados recursos, a digitalização e a gestão integrada se consolidam como soluções viáveis no curto prazo, capazes de elevar a eficiência e sustentar o crescimento do agronegócio brasileiro em um cenário cada vez mais competitivo.

Retrato da logística de grãos

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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